Olhos voltados á Deus – Aspirando as coisas dos céus . Vê a vida por conteúdo e ressurreição[“Homens, mesmo em repúdio feminino, como São José – Buscai em lapidar -se, em graças”]

a vida por conteúdo e ressurreição”  

A palavra dos entornos de vida apostólica de João, no exercício vivo com Jesus, em vida contínua de plenitude e presença com Divino vivo iluminado, e seus íngremes da Igreja – FC, diz – nos: “Quem crê no Filho, tem a vida eterna”.

Que palavras sabias, que nos trazem alegria e renovação e Fé. Uma vida simples de mulher dedicada na sua aspiração de Filhos(as), de Deus, aspirar os céus, em plenitude e instancias naturais comunitárias cotidianas, nosso dia a dia.   Mesmo em meio as contradições existenciais, mais a luz do Senhor, sempre impera e reina, pelos que creem no Senhor. Jesus, adorado e copioso. Sempre aclamado, suplicado e vida.

Ao Cristianismo PF – Para viver a humanidade de Cristo, nosso além e não apenas e tão somente – Meros religiosos Cristãos de fé, mas, que sob a graça de Jesus, e “Sim – Livre” Divino de Nossa Senhora, testemunho humano enquanto criatura por eleição ao Projeto Salvífico – Maria cheia de Graças. Por então, cantou e aclamou – Magnificat. 

Tantas mulheres, e muitos homens, eleitos divinos acolhem as graças e revelações de Deus. Pois não concebemos alegria, de sermos as vezes “fariseus e hipocráticas” em nossas hipocrisias[Pecados, atos e omissões…] existem em nós ainda, mesmos crentes e práticos na fé, ficamos e vermos escândalos minuciosamente, diante de padrões impostos a nossos olhos, que não negam vida de Evangelho, mais simples vidas de aparência e apreciáveis a nossos olhos de desejos. Agora, ao abrimos páginas de jornais On line ou telecomunicação de massa, e lá as manchetes que sagram nossos olhos humanos em Jesus: “Esposo mata namorada, depois de rompimento! Mãe mata filha, por romance com genro!” Vizinho empresário em condomínio residencial, mata família e salta suicídio, por meros insistentes pedidos de silêncio!”. E   jovem de 16 anos, é atropelada na calçada, depois de retorno da Igreja – Embriagues de motorista.” Desemprego, 12 milhões, em queda de índices – IBGE 2018.” Índices de desflorestamento, cresce 16%, na Amazônia – 2019. A comunidade indígena amazônica, não têm espaços de sobrevivência natural – comunidades estão sendo dizimadas… E nesta final, comentamos: “A história do princípio de miscigenação e colonização do Brasil – Portugueses reais; E Africanos naturais e precursores habitantes miscigene-Os  (Nobres frágeis e nobres guardiãs criativos e inteligentes com pele e brilho Cortez, em vida e aparência fecundas e rentáveis de capitais em trabalhos braçais ”) e olheiros agudos  Espanhóis.”

Relato de simples manchetes, que escandaliza – se, e desses fatos evidenciados, não entramos na humanidade, em Cristo Jesus. Sem contradições, com amor e prevenção na vida e Civilização de amor sobre-existem nosso referencial de Cristãos Católicos e apostólicos Romanos – PF, a “Boa Nova” de ressuscitados pela Cruz do Senhor.    

Celebrar ao Senhor, invoca-Lo igual a Todos, o seu nome, (Sb,7,1). Pois aos louvores de Salomão chegou ao Senhor: “Também, eu oh Iahaweh, sou homem mortal igual a todos… (Sl 105,1).” Os nossos suspiros e amor, gratidão e como também louvores a cada dia, que amanhece e atentos, oh! dia raiou e com o Sol… Ou nebulosos dias pueris, de baixa luz. Mais vivos…Louvores sejam e cheguem ao Senhor. O grande louvor, pelo dom da vida.

Podemos refletir um ponto na vida, existe destino? O que é destino? Um pequeno e breve colóquio. Adentramos a linguística de verbete da língua portuguesa, de forma mais popular e moral, sem vínculos vernáculos e gregos anteriores: “Geralmente, é concebido como uma sucessão inevitável de acontecimentos relacionada à uma possível ordem cósmica. Portanto, segundo essa concepção, o destino conduz a vida de acordo com uma ordem natural da qual nada que existe pode escapar…, (Wik.,2019)”.  Nossas percepções, sabemos, que essa mentalidade sobre o Cosmos – Caos ou a ordem natural, conduz e caracteriza-se para providência de uma harmonia na ou desequilíbrio cósmico. Trazendo para moral Cristã, e adentrando para discernimento entre o bem e o mal. Analisar, compreender e estimar que correntezas levam [BEM – MAL], por não são aparências inevitáveis, podem ser trabalhadas, rogadas e aplanadas, para que caminhos afluam sob as veredas do “conhecido ou desconhecidos das coisas”, para ser evitável. Prevenção e práticas, cuidados, zelos …Aspiramos as coisas dos céus, assim a sabedoria, nossa mãe, aos atentos e fé e inspiração.  Este destino, pela pré – concepção natureza, as forças cósmicas naturais, se apresenta caso não convertamos nossos: Nosso respeito em atos, atitudes e observação as leis naturais e civis, revertam paralelidades e anelos com a BIO e seres vivos.

Surgirão ameaças reativas – O ser humano [Administrador do Reino], sob a “batuta e batidas tendentes do coração”, inteligente racional, conhece ou desconhecem, semelhantes a imagem Divina Reluz. O dom da inteligência talhada, reproduzem, fazem e combatem de prevenção para o cursor norma da ordem natural, encontre seu leito, e curso. O animal irracional, tateia, convergem para autodefesa instantânea como predador e sobrevivência para não presa fácil, as cadeias naturais dos seres irracionais, de maior pote e poder de forças, neste campo, têm suas leis. Para o lado racional e humano – Predador educado, e no aprendizado, converte-se, em harmonizar -se com bens:  Sendo educador, recondutor, preservador etc., contra o irracional da desarmonia predatória. E tão pouco, e nem subliminar ou adiar, ao concebermos por inevitáveis, sermos mais que predadores – O impossível aos mistérios de Deus Criador e sua obra Divina – Não seja caos, para tudo acontecer. Possível – Assim se fez Criação e administrador multiplicador – Seres humanos, pilares dos milagres divinizados, da Co criação. Essas, de como? E com que formas? Podemos evitá-las? As correntes dos inevitáveis e evitáveis nos competem, sim. Aos que não podemos, supliquemos e pedimos. Deus todos ouvidos… Assim temos e somos – Livre arbítrio, às escolhas e caminhos, a direção, é a única, sem ou com “Alpes ou declives” de trilhas e opções – “L A.” 

Uma grande mulher Contemporânea Séc. XXI, Irmã Dulce – Vida e simplicidades, contornou mistério e vocação – Área da saúde preventiva e hospitalar. Ministra de sabedoria no acolhimento e terapia de enfermos, de calorosa e copiosa aptidão, um testemunho Cristão, foi eleita pelo Senhorio Divino, de extrema e cuidadosa aos PF – Evangelho e humanidade de Jesus. Aspirava caridade de amor e vida terrena, enquanto “esposa” de Cristo, e sempre idas e vindas, suas palavras brilhavam sábias, em “João”, dignificava por crê e acreditar no Filho encarnado, que a vida – Altos dos céus e seu conteúdo: Testemunho de práticas de amor e palavra. Em relação a encarnação Divina do Pai, em Jesus, que marcou e marca ser possível desrevelar o real, a verdade, na intimidade com Ele, próxima com irmãos(as) fraternamente, e em nosso cotidiano: Famílias; Igreja; Comunidade; Trabalho; Lazer; Culturas; E etc. Fazer e ser amizade com Deus, que é sobrenaturalmente, e por isso cumprir só se acabam o da Terra, compreensão de conteúdo sobretudo, (Carol, H.,2019).

As revelações da Irmã iluminavam – Nos, em sempre nos aproximamos de Deus, e estamos atentos, na construção de coisas dos altos, que constrói o outro (a) [Próximo] e a si mesmos. Discernir sempre, nos leva a conhecer o Pai – Fonte do Dom da vida em Jesus, (Jo 17,3). Precisamos percebermos, mais dar crédito e abri-nos, neste prelúdio diário, o que seja de Deus.  

A caminho de Santidade do cotidiano, O Papa Francisco, exorta-nos para sábias palavras estacionadas da vida de Sito Inácio: “É divino não se assustar com as coisas maiores, e simultaneamente, cuidar das menores”. O tempo longo que temos aqui, nossas responsabilidades, realmente são grandes para nós, mais menores e pequenos para o Senhor, porque são simples para administrar as de origens da Criação maiores divinas – Supra providentes; Onipresentes e Oniscientes. Ele as cuida para nós filhos(as). As nossas Co criadas, Deus nos capacita para ampliar e tornar-se – Nos capaz, ao olhar diviníssimo por nós, com Ele, N’le.  Assim portanto Imagem e semelhança.

“Feliz o homem que Nele se abriga, (Sl 34,9)”.

“Procurai – O com simplicidade de coração, (Sb 1,1)”.  Graças Sob o olhar divino, muitos testemunhos no apostólico servir e amor profissional e ético, em ensino, educação para aprendizagem, dedicam-se com estímulos do senhorio, em construção da instrução em ensino e em formar cidadãos cristãos(as), mesmo e em intemperes para o ante social e humano, pseudas filosofias e correntes, que plenificam contundentes ápices eixos pelo financeiro, contraditórios e contraditórios para os (as), que ainda não conquistaram ascensão de reconhecimento financeiros e direitos em seus deveres – Carta CB – 1988, que galgam paulatinas veredas e caminhadas com fidelidade e fé. Não os deixa, esfriar e perder a fé e esperança, nosso “cajado” em, não desistirmos ou negar – nós o que fora – lhes confiado. Iluminadas e fiéis mulheres, e   conscientes leigos, plenos homens – Santos, que permanecem firmes. “A quem muito, confiado, m ais e mais serás cobrado”.  

O que de empecilhos impede – nos o amor ciumento em Jesus

Da geração de Abraão a Davi, até chegar a José, em 14 (Quatorze gerações): Abraão – Isaac…; Jessé gerou Davi; Davi – Salomão… E ocasião de exílio na babilônia, como pós, Jacó gerou José, o esposo de Maria – Jesus nasceu – Chamado o Cristo [Deus conosco]. Uma dinastia pela cultura de Judaísmo, em apelos famílias de comunidades e laços próximos de amor, assim situava a um Cortez e chamado a fecunda e prosperidade familiar em casamentos. A cultura, considerava ao compromisso de pais entre famílias encaminhar seus filhos(as), desde pequenos para a graça de Deus, prometidos um ao outro, de certo que a muito existia e nascia amor, pois o esposo, considerava – se tinham orgulho de considera-se e afirma-se por “marido”. Não estranho ao plano divino, o que sucedera com Maria e a revelação de gravidez, sem conhecer o esposo, ou sê – lá fecundada para gravidez, suas interrogações pairava o desconhecido revelado pelo anjo. Mais a Lei civil da época, bem firmada no caráter de homem, por responsável e respeito, imperava, o dever de denunciar as contradições de uma desposada, pela simples pertença guardião em aguardar e proteger sua prometida e amada, de sê-lo esposo e sentir – se marido, assim era a cultura e formação. A noiva e o noiva crescia em graças de talentos e virtudes “Um para o Outro” desde infância, até o momento enquanto homem, e mulher em personalidade e BIO – e Amor fecundos de ambos.  Raízes do seio e cultura que o cristianismo absorveu e embalam e motivam o sentido de matrimônio, e casamento.

José deixouse lapidar: Em Deus e para o a Amor Maria

O plano salvífico de Deus, eleitos José e Maria, dentro da história Judaica e família, não foi contrário humanidade de José, ainda, meio despreparado, com tal notícia, a verdade real – Lei, repudiá-la. E de severas penalidades a mulher, e a Ele, perda por não ter a capacidade de guardar a honra, enquanto noiva.  Mais em sonhos, o Senhor, sob anjos divinos, o faz, compreender e acreditar na fidelidade de Maria, José lapidado, depois do ciumento enquanto humano, e de Deus, acende – lhes a chama de amor a Deus, e em deixa-se Lapida-se pelo Senhor. E isso acontece… José lapida todo o caminho de amor em Maria, mais sobretudo como Homem, varão de prometido a prometida.

A realidade de  Evangelhos e  homensSenhorio da lapidação e contrição 

Entendemos por que a figura de José, para os PF de Cristianismo e luz para o ser no corpo místico de Cristo para todos, e em especial, para os homens, este amor em Deus, vivo e presente, que devemos buscar- ló e resga – lo, para o plano salvador de nós Cristãos.

A banalidade e compromissos, de casamentos por união pelas insistências e impulsos sociais e financeiros, por vezes sob tutelas e tutorias de contornos financeiros, um péssimo fio condutor de futuro de matrimônio – Um receber em amor o outro, em laços fecundos de prosperidade de construção de familiar e vida a dois. Deus não faz parte destes projetos de partilhas e uniões, mais interesses individuais. E quando o castelo, se desfaz, e as tempestades abastem, aos casais. Insuportáveis calores da paixão e promessas de vida a dois, são esquecidos, nem pararam para rever ou pedir ajuda, e muito menos buscar em Deus caminhos iluminados de conversão, para atos e atitudes de si mesmos. E em caso de repúdio da mulher, o sofrimento de filhos(as), e o ciúmes extremado de homens deformados e inconformados e cegos espirituais e materiais, em suas derrotas temporárias, tiram a própria vida de suas desposadas mulheres.

Feminicídio ante contrição de repúdioAo declínio de amores e ciúme de Deus

A lei judaica a sociedade agia civilmente assim, pois os homens que não se deixa-se lapida-se pelo Senhor, não se trata-se  somente perdão, pois, para que aconteça ao coração, são caminhos de idas e retornos aos pés divinos, em contrição, para acontecer, em formação e reconhecer os erros e corrigi-los  . E salva-se do extremo ciúme de Deus, nas mulheres. A lei do divórcio, em instancias civis, quando não existem perdão e conciliação, é um recurso, de tempos de “Moisés, por heranças, em tempos de avanços do Judaísmo, uma aliança quebrada, em uma das partes, recorre-se, sem necessidades de litígios vergonhosos as vezes, diante da negação de direitos na partilha de bens constituídos de projetos familiares.  O compromisso entre homens e mulheres, é banal. Em simples se une-se, e por simples aquecidos e por pouca tolerância se repudiam também. E a lado de discordância, mesmo com filhos(as) – Constituição fecunda familiar, se desfaz -se e separam-se. Porém, afluídos de turbulências e inseguranças de tantos aspectos e mudanças de valores culturais, o repúdio feminino, torna-se uma ótica da cara social de casamentos relâmpagos – instantâneos e relacionamentos próximos de pertenças e submissão de luz, e construção de amor de um ao outro. Antecipadas de parceiros e casais, em sê-los espontâneos de suas sexualidades vivências como “objeto e coisa”, principalmente por parte de homens, sem a formação de lapidação pessoal necessária de Deus. 

A cultura ocidental, pós-moderna, a mulher caracteristicamente, não é preparada, mais para a promessa de casamento, diante de valores de desconstrução de fidelidade masculina, a esposa. A essa descontração de valores de família, esse deixa-se lapida-se por Deus, fora fugindo dos contornos ao – “Varão” sempre fértil e másculos de homens. Uma forte contribuição de valores Cristãos, perdidos, além de outros fatores de impulsos também, de formas externas, em relação a formação profissional de jovens e mulheres impulsionadas pelas famílias e projetos de vida.  Mulheres, consideráveis respeitadas, pelas conquistas, de testemunhos e exemplos de prosperidade para a força produtiva, de postos, caracteristicamente de alcancem de masculinos em empregos e postos de confianças de grandes circuitos e ambientes de trabalho, o caráter de mulheres, vem acentuados invejável capacidades de lideranças e formação para chefia de equipe. E coordenações de grandes projetos e trabalhos. Uma acentuada, e sinal de competição e Guerras de  sexos H x M, sem razão de ser. Pois termos diferenças, e um aprende com o outro, o que lhes falta, é a lei de amor e laços de completude, destes tempos primórdios, porque tanta insegurança masculina, diante de uma guerra mortal, que acabada em perdas de vidas, que restam, se não vidas destruídas, no simples ato, de inconformismo, em casos de repúdio.

Homens deixeivos lapidarse por Jesus

O lapidasse é ganhar compreensão da gratuidade de amar,  Jesus renova as forças, em casos pressões de incompreensões pessoais, diante de erros, que muitas, vezes se perdoa, pelas mulheres, mais suas forças, são vencidas, pelo repúdio, face a face de desamor e respeito, diante de considerações e percepções, atitudes e atos, em e  por serem “objeto e coisa”, e não esposas, noivas, companheiras e ou parceiras em comunhão e laços, quando se permitem. A flor mulher existe, mais a ausência deste lapida-se e espera, por vezes e muitas vezes, são vencidas, e achega-se perigos e perigosos contratempos, por discernimentos, afasta-se. Buscar descriminalizar -las e ardentes e queimados ciúmes, devem buscar a lapidação e iluminação de amor por si, em primeiro lugar e aos próximos posteriores, em Deus. Considerações de machismo: Inconcebível incorrigível, e não aplicáveis aos tempos de consideráveis de igualdades perante Deus e lei humanas presentes civis, em caminho. A concepção de “Varão”, a palavra, aplicada, pelo ser em potencial a criatura homem, de sempre fecundo, que sob os contornos e evolução, não significam aos volumes e irracionais condutas   por vezes irresponsáveis de ponderações e prudência de sua sexualidade. Um aparelho fecundo reprodutor, diferente da mulher, que o tempo de preparação de fecundidade, tem suas peculiares de preparação maiores e acentuadas, para: Temperamento; Construção da personalidade; Vivências de sua sexualidades práticas, fecundidade e ciclos de sua ovulação e círculo de sinais de amadurecimento de seus óvulos, que presidem favorecimento em todos os aspectos de sua vida.

Salvação divina –   Figura de São Jose e Maria

A comunidade de Jesus, o ciúme de Judas Iscariotes  não ficou, em 30 (Trinta) moedas, fora junto, o testemunho, de Jesus, dentro e com irmãos e irmãs, as partilhas, o Projeto Divino, a negação de fé, ausências e negação de sentir-se amados, e inseridos, no projeto de resgate e Salvação, pelos pecados de homens e mulheres. Mais Amor Maria de mulheres, e grandes homens, como João, divinizaram Jesus e seus princípios no Pai. A santidade, de Jesus, Judas, não buscou este lapida-se, modela-se, romper arestas de danificadas pelo desamor ciumados, pelo não reconhecimentos de: Dons, talentos e virtudes de amor do outro a    que nos falta ou ausenta -se em nós. Que nos ilumina de graças e reconhecimentos, render -se   e receber as graças, e amor de Deus. Homens Contemporâneos terão que aprender a perder e assumir ao repúdio de mulheres, perante insistências do não assumir querer a fidelidade e formação de homens compromissados e em instancias de formação corpo familiar de responsabilidade, porque não paternidade e chefe em conjunto com esposa diante do seio da Santa casa e lar. Essa fidelidade, toda mulher aguardam e esperam, e sofre as demoras quando esse íngreme motor de uma união, e por sua vez e ato e amor de desposar a mulher escolhida, mesmo perante mudanças de valores culturais e sociais, sendo Cristão ou não. Se teremos que construir outros valores, controvérsias iniciais de relacionamento em galgar caminhada de casal. O mínimo de respeito entre ambos. Neste consistem valores de amadurecimentos, e não permanecer inconscientes valores culturais e sociais, mais divinos por natureza, no Amai – vos e respeitai – vos uns aos outros. Esse lapida -se, somente os “homens”, tem de aprender com mulheres, essa sensibilidade de respeito por si e por suas companheiras, esposas e ou parceiras, nas diferenças, e semelhanças, que cada instancias e compromissos se achegam, sempre por igual, no esmero e respeito. Reconhecer pecador, todos temos, e refazer descaminhos, um merecimento divino, que nos consagram ao Senhor. As graças, também, o manto de Maria, alcançou São José. Que não capazes por vezes perdoados, mais serem, portanto, a perdoar-se e amar a si, e aos próximos.

Orai ao Senhor, e vigiaiNão sabeis a hora.

Ah! Senhor da criação, que nos conhece, e que enquanto criaturas Imagem e semelhança em esse dom criador, tu perdeste a fórmula, ao dar o nome e identidade em batismo de cada, um. Pois conhece pelo nome…” és meu. Batiza cada homem, e ilumina os caminhos de testemunho perante outros e outras mulheres, com exemplo, divinos e humanidade de Cristo, ensinai-lhe a respeitar as mulheres, somente, perante mães, mais como escolhidas e acolhidas, esponsal, e sentimentos, de querer fazer o caminho de salvação a dois e família juntos.”

“Olhai pros céus, e as estrelas simbolizados de amor, saltam as nuvens…sob o manto sagrado da sensibilidade de mães, as Nossas Senhoras, criaturas divinizadas, na figura de mulheres, de todos os dias.”   

[Colóquio: Olhos voltados à Deus – Aspirando as coisas dos céus – Vê a vida por conteúdo e ressurreição [Homens, mesmo em repúdio feminino, como “São José” – Buscai em Lapidar -se, em graças] Jusenildes dos Santos. University Europeia Atlantic – Ibero. TI. Teologia e política – FCP. Docência práticas CGTC – ufsc.20.08.2019.]

RECUPERAÇÃO DE DADOS -SOSTÉN BASE -APOIO: PERSPECTIVAS -VIABILIDADES E RECURSOS PARA FONTES INFORMACIONAIS E COMUNICAÇÃO

“DANOS SOSTÉN – TIC´S”

Em geral, a inovação referencial, a inovação referencial de SOS – HD – Empresas de “Sostén, ou Soporte”, vem em evolução as anteriores Assistências técnicas suporte de grandes marcas em serviços tecnologias, mediante avanços pra novas demandas em suportes informacionais e digitais de formatos, em espaço abertos para serviços e resgates de danos informacionais e de comunicação de mídia. Em termos gerais: Suporte de informação HD – Memoria e armazéns e comunicação de mídia. A base apoia-se em resgastes de dados, numa espécie de serviços técnicos especializados de laboratórios por profissionais de formação prática em informática. Funciona como sustentáculo, para insurgir em características chaves: Proteger; ratificar; alimentar; sustentar e corrigir danos aos dados armazenados “HD´s” – Memoria basicamente de suporte digitais diversificados – TIC´s. 

SOS INFORMÁTICA E NOVOS SERVIÇOS

Novos suportes de HD – SOS funcionam como emergências “hospitais” de recuperação de dados em situação a priori inimagináveis instancia de perdas, para resgate e perícia técnica, sob tratamento de informação de dados digitais e processamento e armazenagem em HD – Memoria de signos e leituras de tipos armazéns digitais: Magnéticas e eletrônicas. Sob cuidados assistidos minuciosos característicos “Big Date” e outros a nível de inovados de dados móveis em banda larga: G4; G5, e etc., Ainda a caminho de sua popularização anteriores de acessos e informacionais, não  difusos ao alcance    , carentes de import’s e intercâmbios de informação e transferência informacionais técnicas, a serem também acessados extradionariamente diferenciados em seus codificados e decoficantes mudanças ou perdidos normalmente sob estilos de documentos e memoria, a postergar um retorno da informação digital, também desconhecidas para profissionais do segmento.

Armazém local de Hardware, em espécie máquinas “Notebook, P C’ s e outros: HD, sua placa mãe; o cérebro residencial armazenador e processador memória de circuito e registro de dados. As características de HD, funcionam SOS – Empresa regular em serviços de assistências técnicas, especializadas com profissionais aptos á: Dar, promover e propor respostas em interrogações em abertos para perdas e resgastes ou necessários de periciais Forenses Laws, aos impasses HD Digitais; Drives; CD – Room, E etc.;  Criados ou emergidos, neste propostos serviços e assistências viáveis: Sistemas de comunicação – TIC’s[ Chat On line; In loco; Fonado ou envio de suportes para serviços assistentes], em orientações técnicas em recuperáveis  de dados irreconhecíveis, ou distantes de códigos visíveis e portanto resgastes:  Suportes e ferramentas domésticos; Corporativas públicas ou privadas e institucionais; E empresariais. 

SI, MÍDIAS – OPERATIVAS E DIVERSIDADES

As diversidades de demandas de sistemas de informações TICs e mídias operacionais: Domésticas ou profissionais, sob pressões emergidas aos desconfortos de indevidas funcionalidades – Suportes TIC, em suas qualidades e quantidades – QQ. A recuperação e resgastes de dados informacionais e comunicação date, direcionados sistemáticos em basicamente Labos – SI, compostos de recursos que acoplam perspectivas de serviços técnicos e periciosos – SOS para diversos tipos de memória – Armazéns, minuciosos, em sequências localizadores de dates: Codificadores algoritmos; descodificadores informatizados e digitais.

Os segmentos aglomeram e congregam uma diversidade de formações superiores acadêmicas e tecnólogos com capacidades, ainda técnicos assistentes experientes em informática: Ciência da computação; Engenharias; Analistas; Programadores; Gestores TI; E etc.

GESTÃO E TECNOLOGIA    

SOS – HD especializadas, destacam -se em suas demandas, numa espécie de diferencial ofertados aos serviços característicos, que são otimizados no mercado e segmentos, que destacam – Q e Q.  Sob gerência de gestores TI basicamente, na especialidade diversa profissional. Uma capacidade peculiar, em referenciais de formações em tecnologia de informação, sobre a batuta imprescindíveis e inseparáveis científica também, a exemplos de presenças de práticas experimentais  e técnicas, de trabalho minuciosamente a serem tratados e pesquisados, como experiências necessárias também, para casos e problemas diferentes, aos propostos –  New Laws Forenses  periciais , e “pseudos” estranhos ou inovadores desafiantes de respostas. Encontrar profissionais em Gestão – TI instruídos e perspicaz, uma necessidade desta demanda e vagas em empresas do ramo segmentário – TI, em grande clamor empresarial e empresas cada vez mais elevadas e urgentes.

Um desafio para espécie de segmentos, serão, aos resgastes de memória em armazéns em “nuvem”, que se apresentam, em programas TICs em empresas de característicos de concessão  e licenças em Inteligência Artificial – Autentics, procedem sistemas de armazenagem em nuvem, com suportes diferenciados de assistências, em sistemas de assinatura anuis, em grandes Corporações de Programas  de Marcas – SI, em evidencias, a caminho experimentais, e pouco desconhecíveis e não difusível em informáticas doméstica, mais, sim ramos profissionais.  Um desafio a caminho, numa sistemática de extrema situação de complexidade e em periféricos de trabalhos característicos flexíveis e empreendimentos inovadores, com tendências tentativos introdutórias também em amadores emergenciais de ocupação laboral, um considerável perigo e extrema atenção aos recorrentes, necessária de considerável de regulações e em INPI – Projetos adentras e suas paralelidades de conjunto TI e Informação Digitais Legislações.

REGULAÇÕES DE OTIMIZAÇÃO SEGMENTO TIC’S: E – COMMERCE E STAR APP…

Incentivos para os segmentos em ausências de regulações: Empresas E-commerce e Star App, aparecem e surgem emergenciais com estratégias comerciais em alternativos e recursos de plataformas virtuais com conceito de empreendorismo preliminares: a)Empresa e- commerce – Com objetivos de possibilitar em espaços virtuais em serviços e produtos em formatos de criatividades especiais e personalizadas em linha pessoais; b) Empresas Star App – Compreendem por segmento emergente de concessão, ofertando serviços e produtos em linhas virtuais, com plataformas, ponto iniciantes de uma empresa a erem desenhadas, em inovações no mercado (CIAS e Empresas inovativas jovens, por ramos ou segmentos), a busca alcançar rápidos números com seus lucros e custos em injeção . Segundo dados informacionais e órgãos institucionais existem e destacam – se tipos de empresas:

  1. Empresas individual;
  2. MEI – Microempreendedor individual;
  3. EIREL – Empreendimento individual de responsabilidade limitada;
  4. Sociedade de empreendimento;
  5. Sociedades simples.

Forte: www. Sebrai.org.br

A bases de conjuntura políticas interna sob pressão á  externa E – commerce e econômica de serviços e produtos de TI, incentivos de fomento com políticas emergenciais para ocupações de trabalhos, com extrema flexibilização para trabalhos e serviços, para caraterísticas mais desburocratizantes de serviços e concessões e licenças mais Livre e abertas para comércio e mercado interno e externo em investimentos in loco País, demandas oriundas de respostas aos apelos consistentes empurrados e impulsionados pela desaceleração da economia, alinhando: Desincentivos governamentais de políticas para aceleração da economia, com projetos sociais e econômicos, e não somente PEC de incentivos, sem fomentos de fundos de patrocínios, se não liberação de PIS, em aplicação e investimentos captação de fundos e de poupanças    perdidas em linhas de créditos insignificantes e mínimos, para grandes riscos, uma população base a ser atingida – 12 milhões de desempregados no Brasil, que caracteristicamente sem formação básica educacionais imprescindíveis para discernir os caminhos por tendenciais prósperos e visionários perspectivos, para adentrar empreendimentos e riscos de aberturas de empresas: Pequenas ou pequenos negócios, sujeitos necessários de estudos e pesquisas substancialmente carentes de formação básicas a serem fomentadas: Cursos de formações em: Tipos finanças; Investimentos; Comércio; Empreendorismo e segmentos, E etc.  Além de órgãos institucionais para acompanhar: Mapear; orientar e ordenar regulações educacionalmente assistidas pós formações e acompanhamentos novas demandas, que não significam fiscalizações de repressão, e captação de impostos, e por ausências de orientações assistidas, em suas regiões quaisquer. E Empresas pequenas; Microempresas, e pequenos negócios, fatalmente serão fadadas ao declínio, depois de dois Emprendorismos, [Dados estatísticos e índices: IBGE;CDL; e IDH. Devindos dos para os e contra do comercio em suas sequencias a serem seguidas ou não corretas, ou emparalelos, em compreensçao ou assistidos a serem discernidos. Aos entornos de educação continuadas e acessos a formação em inventivos abertos e livre também por incentivo governamentais em suas Pécs, pelos projetos de desenvolvimento econômico do País em geração de trabalho ou ocupação e seus direitos e deveres, que empreendem forças de dividendos impostos captantes e incentivos potenciais no PIB – Produto Interno Bruto interno.

Fontes: IBGE-CDL-SP-IDH

ARMAZÉNS MAGNÉTICOS E ELETRÔNICOSRECUPERAÇÃO DE DADOS

De raízes e origens de assistências técnicas,  esses serviços demandados, em recuperar dados danificados diversificados em seus dispositivos, aparentes irreconhecíveis por perdas em óticas populares, torna-se possíveis mediantes pericias sistemáticas e serviços por recursos em laboratórios otimizados de campo exploração gerenciais de dados a serem recuperados, por vezes decodificados e descaracterizados em seus suportes opticos de memória e armazenagem residenciais conectores e suportes de acoplagem(Ou circunferências de proteção, da memória), tais como, em suas espécies: Antecedentes magnéticos tecnológicos [ Disk rígidos; Disquetes; ZIP; Disk; CD; CD-ROM; DVD; RAID; Disk cartomantes; foto – fotoshooping; memoria Stick; Flash; Novos Smart; Pen drive; Drives; HD´s, e locais internos de máquinas em carnais de mídias e comunicação.

PERCEPÇÕES: SUPORTES MÓVEIS INDEFESOS Á SEREM DIFUSOS INFORMACIONAIS

Entre suportes por demandas desafiantes de regrinhas – Norma ISO 9001 precedentes,  fechadas, sem instruções de manuais básicos em suas ausências complementares de garantias, adentradas também por estendidas financiadas por seguros logísticos, mesmo por garantia de fabricação de 01(um) ano, a serem acompanhados obrigatoriamente, se ausentam em desalinhos de impostados não – regulada e minuciosos necessários trabalhos de resgastes   em sistemas digitais móveis, em linha por sequencias: Disk memória; G5; G6; e G7 em caminhos, não difusos informacionais, antecedentes  sem, 3G – 4G móveis tecnológicos.

MARCAS – SI OPERACIONAIS

As especialidades SOS – HD, encampas anelos de demandas de segmentos corporativos diversos, atendem também por clientelas peculiares em suas regiões e alcancem de acessos e ofertas e propostas recorrentes de assistências e suportes, com otimização de serviços ofertados, a exemplo simples mais em destaques:

  • Empresas HD SOS;
  • Empresas HD Forenses NEW LAWS.

A tecnologia da informação e comunicação, abrangem as conexões disciplinares dos conhecimentos de informáticas e suas ramificações cientificas e práticas originárias em administração e negócios -TICs, caracteristicamente. Recuperar dados, irreconhecíveis, danificados e danosos em seus armazéns de memorias, e por percursos destinos técnicos não específicos conhecidos e descodificados: Hackeados convertidos de suas magnitudes  otimizantes de respostas em suas demandas normais, e de processamentos, em alta, pelas defesas acesas e alertas de sistemas abertos[Aplicativos  e sistemas em alinhos e desalinhos regulares] , de proteção a exemplos:  Ante – Vírus ativos de marcas de assinaturas e casadas em hardware e ou softwares, por entornos de atualizações sistemáticas alteradas, senhas descodificadas, roubadas em seus estranhos programas domésticos permitidos inseguros e experimentais e amadores, ou de avanços reformulados ou copiados de diversas leituras originarias diversas. Permissão e copias digitais por acidentes tecnológicos no mundo dos ilegais por originais permitidos sem seus selos patentes e de “marcas descartáveis”. Em linha aparentes investidos, códigos de acessos por senhas perdidas Hoje aplicativos diversos anelados tecnologicamente prometem otimização de serviços, muitas vezes alinhadas em custos, que já assim fazemos em nossas assinaturas de operadoras WIFI ou móveis; são peculiarmente   desastrosos serviços, sem otimização, invasores em conexões e casamentos tecnológicos comerciais e publicitários de marketings, incompatíveis que nada, fazem, a não serem infindáveis recorrentes demandas de repetições e recorrentes comandos de renovações de solicitações em notificações em vermelho, um descaminhos e prejuízos por consequências   aos familiares de “Marcas x ou y”, que permitem tais, e não deveriam. hoje aparentemente confiáveis, tb, em seus desconhecíveis paralelos compatíveis domésticos funcionais, avanços concedidos e permitidos programas de acessos e usos para “pelos negócios” ou não, em negros. Caminhos para propagar danos em seus sujeitos e objetos TIC’s.

O segmento SOS – HD, funcionam por extensão de assistências técnicas, e suportando e em sustentáculos por sustentar alimentando e garantindo setores de marcas Corporativas grandes ou de médios potes em TI, em externas ou internas. Mantem -se sob Autenticas conexões de paralelos serviços e intercâmbios de técnicas atualizadas de objetivos em seus SOS HD, e outros. Proporcionam e dão mais veracidade e seguranças de recuperação de perícias sistematicamente em dados, em suas instancias orgânicas e garantias de 100% de resgastes em suas pseudas perdas características analisadas.

DESCONTRUÇÃO DE INFORMATIZAÇÃO E SEUS SUPORTES DIGITAIS EM CELEIROS DE OTIMIZAÇÃO

Podemos encontrar raízes históricas da era da automação em séculos XVI – Caminhos Industrialização e descaracterização do trabalho humano, em substituição dos primordiais meios de produção humana, para superprodução da máquina, em suas automatizações de maquinarias nas indústrias automotivas e fábricas de segmentos de produção em RH – Capitais humanas diversas – Tecidos; Calçados e outros. Os avanços da informatização, não avançam para a fragilização educacionais e não do conhecimento em TI – Um vácuo, presente que permeiam por campos de não difusão e disseminação de informações básicas para manuseios, e usos básicos necessários educativos informacionais não populares de grandes demandas em abertos.  A exemplo uma grande clientela leiga, de grande potencial de capital afirmativos em seus PIB internos e regionais afirmativos presentes e ativos, sem exploração de incentivos de políticas inclusão por demandas educacionais e informacionais século XXI em abertos, por características de preconceitos por não saberes utiliza-Los – Excluso em TIC´s educativos e formação ao IDOSO(a) de acessos. Principalmente em motivação de utilização de suportes móveis. Afirmamos um sistema sem visão de expansão e difusão em TI.

Acreditamos que pouco estudos e investigação para reabilitação de demandas de profissões campeadas pela informatização. A humanização de trabalhos e serviços existem e muitos campos em abertos a pedidos e apelos clamados demandas e urgências e linhas de grandes empresas e Corporações privadas ou de Estado (Estatais), e avanços, e carentes em outras demandas. Cabem suas empresas abrirem carnais de sugestão e pesquisas, principalmente em linhas de aprendizagem educacionais em linha, para acender conhecimentos. Por se percebe nos índices de IBGE e seus IDH anuais ou decenais, de consulta ou de investigações cientificas por dados estatísticos de seus órgãos e Instituições competentes.

CONCLUSÃO

Automatização e informatização abrangem características de produção e agilização de serviços e produção por desempenho mais rápidos e custos menores a ótica de investimentos acelerantes que a capacidade humana, mais seus objetivos não é substituir o capital humano, mais em sua operatividade de comandos dar e producionar Frágeis em demandas de metas e objetivos com bases essenciais: Quantidade e qualidade em séries. O capital humano, substancialmente grande potencial insubstituível para pensar máquinas e operacionalizar autômatos e informados em TIC. Ainda não dimensionamos pormenores de adequações operativas em automações e informatizações para dar e proporcionar maior funcionalidades com o capital e profissão e exercícios de trabalhos laborais e faces que as máquinas não a fazem ou produzem. Inovativos empreendimentos iniciais necessariamente demandas formatos de capital humanos de injeção e entronização em seus mercados e serviços, mais as mesmas empresas em seus planejamentos em têm projetos de expansão com profissionais qualificados e com capacidades de experiências ativas, dignas de promoções e oportunidades de crescimentos salariais motivacionais maiores com justos em suas oportunidades de ascenderes, com seus sujeitos e incentivos teores de profissionais se capacitares:  Tecnológicas ou acadêmicas de pesquisas ou ensino in loco, de visão e potencial futuros. Um espaço deixados e abertos, não trabalhadas e pouco discernidas de futuros para seus membros, que somente pensadas sob pressão de futuras demissões e substituição, onde a política de gestão paute consideravelmente seus objetivos em rota intransponíveis e insubstituíveis, mais ativas sempre.   pelas suas entidades de represenões de lideranças internas corporativas: Estatais ou privadas.Não se concebe uma Nação ambicionar aos altares de ranking mundiais para Desenvolvimento Econômico, em avanços em linhas de ações bases de Governo [Única linha Educação] suas básicas funcionais em alinho de educação em toda segmentação de Governo e Privado de concessão e licenças. Uma área inesgotável de exploração e transformação sociais e empresariais, de grandes frutos abertos investimentos para passos e adensados mais em linha paralelos e anelos básicos de potenciais desencadeados em linhas de ações.  Em outro extremo, o afastamento de tecnológicos e científicos, em suas correntes de pensamentos erradas, incompatíveis, as duas linhas, caminham em paralelos e uma responde a outra aneladas e em sustentáculos naturais em repor, as aberturas tecnológicas. O universo universitário te seu papel, junto a sociedade, mais as correntes empreendem pressões: a) Pressas e urgências para não oneram orçamentos , demandam e avolumam investimentos de projetos educacionais e científicos; b) Outras linhas e correntes acham muito tempo para formar: Pesquisadores; Cientistas e Mestres; c)  E ainda existem a linha da ignorância de conhecimentos que educação é base de  uma Nação e seu povo. Para tudo é necessário formação educacional e aprendizagem e acessos e produção de conhecimento.  A cadeia e conexões de áreas e clientelas é que precisam serem amarradas e reordenadas: Pré-Escolar; fundamental; e Ensino médio. A universidade é este celeiro de responsabilidade junto aos mesmos de: Suplantar; Sustentar e Alimentar com fomentos, por suas linhas existentes ou inovativas: Para ensino; pesquisas e extensões, essas categorias que depende desta base para acender seus potenciais de formação humanos e seus conhecimentos a serem produzidos, um sinal,  para verde e alerta as suas cátedras acadêmicas e técnicas, elas existem, que e precisam aparecerem e evidenciarem seu papel junto a sociedade. Um carnal de universidade de que é um sustentáculo imaginais de afirmações confirmadas e estatisticamente consideráveis indicativas de potenciais formativas e lançadoras de grandes respostas as demandas da Sociedade e aspectos e segmentos estatais e suas concedidas ações licenciadas de setores privados em mudanças.  Ensino e aprendizagem, sempre em linha única, certeza da Carta Constituída 1988 promulgada,  em seus Capítulos e incisos pontuais,  ainda não aberta, mais explorada por discursos e uso sem continuísmos, errôneos, mais  Constitucional básico – Educação.

Referência bibliográfica

  1. http://www.cdl.sp.org.br
  2. http://www.ibge.gov.br
  3. http://www.sebrae.org.br

[Ensaio: Recuperação de dados – Sostén base – Apoio: Perspectivas -viabilidades e recursos para fontes informacionais e comunicação. University Europeia Atlantic – Ibero. TI. Teologia e política – . Docência práticas – CGTC – UFSC.20.08.2019]

Tópicos – Desenvolvimento desconhecimento Automatics produtos TI Digitais : Ás nuvens como armazém.

INTRODUÇÃO

Acesso a produtos logísticos de consumo em segmentos de serviços e produtos digitais: Hardware e Software, perfaz uma realidade desafiante para ciência e tecnologia em práticas de avanços e integração de sistemas de informações em comunidade, diante de prática legal e ilegais, mediante aos desencontros de dates em programas em estações Autentics em ênfase e mercado. Marcas lançadas casadas com apoio logísticos de Corporações internacionais introdutórias no mercado de percepções astronômicas de PIB – Produto interno bruto internacional. A nível interno, in Brasil, produtos de extensões de fabricantes investidores alargamentos bilaterais, em regionais pólos industriais brasileiros, decai qualidades de otimização em mercado interno. Mediante este instrutório utilizaremos argumentos com fundamentação práticas e análise de sistemas de informação e comunicação em duas lingas: a) Cliente e consumo em segmento de tecnologia da Informação e serviços; b) Pesquisa ciência e tecnologia como alerta especializada e acadêmico; c) Na perspectiva em aprendizagem e conhecimento. Neste não temos a visão de tão somente, solução de problemas, mais com numa consciência em levante de questões que acopla : Profissionais apáticos e pesquisadores educadores superiores e perceptíveis; Suportes profissionais e segmentos micros e macro de empresas e autônomos, na visão ativas questionativas: a) Vantagens alguém ganhar? Vantagens de quem perde ? As desvantagens e parâmetros de avanços a futurar segmento em TI – Produtos e serviços otimizados e anelos integração e comunidades de desenvolvimento para qualidade para consumidor qual futuro diante da concepção de mercado aberto e livre? Nesta linha tentaremos reflexão mais adentrando questões.

Acesso e autenticação de uso – Produtos de marcas

Sistemas integrados e comunidades mediante a projetos de desenvolvimento, a percepção de contextos, eixos e afluências de grande situação de extrema mudança cultural e movimentação de negócios neste segmento Autentics, no sentido de carnais que inviabilizam avanços integrados, em reação a verificação de autenticação para uso.

Todo conjunto logístico de implementação para negócios neste otimismo de produtos digitais em sistemas de informação- Software em programas e mercado, diretamente com o cliente, tornou se um grande quebra cabeça e nos permite diante de projetos desalinhados junto aos padrões de marca e patentes INPI- Instituto Nacional de Propriedade Intelectual. Em consequências produtos em demanda comercial ilegetimam qualidade otimizantes, junto a clientela, pós – vendas e distribuidores. Desfaz todo caminho publicitário e marketing dos produtos, caracterizando se propaganda enganosa comercial cliente consumidor.
O perfil de comunicação e informação convém encontros de vendas articuladas casadas no campo comercial de negócios Empresas e corporações – Produtos cooperam em si de clubes de comércio e negócios. A exemplo encontramos: a) Compras de assinaturas de marca – Produtos( Hardaware e Software – programas ou sistemas particularidade ou individuais e em família de comunidade); b)Acesso de sistemas On line – sites oficiais auto aplicáveis para registro de produto uso autenticação sem verificação legal; c) Suportes improdutivos funcionais com respostas, diante de barreiras e impedimentos de haskell’s, competidores no mercado ilegal; d) Interesses de suportes corporativos, individuais diferentes( função a função).

Analítica de inteligência artificial sistema – Autentics – Marca positivo. E Qbex…

Sistema lançados em programas desenvolvidos, em sistemas de armazenamento de capacidade de memória em Nuvem em Hardaware 32 a 64 ou mais qb, tipo Hero – cloud. Propõe casamento integrados com Windows e Microsoft sem otimização de sincronia habilitando em suas modificações e codificações casadas e integrais de avanços, apenas metas comerciais simpatias. Guias de aproximação com ativação para sucesso na usualidade de aplicação como proposta técnica orientação validade de 01 ano de garantia. Mas totalmente desintegração do corpo tecnológico corporativo empresarial – Produtos TI. Marcas positivas com selo do Pólo industrial amazônico in Brazil- Manaus com trânsito parcialmente, total, sem autorização prévia por otimismo marca da mesma, na realidade. Toda desconstrução de conjunto integrados casados marcas consórcio de produtos digitais e avanços implementados Autentics.


Produtos e marcas – Corporações in Brazil: Consumo interno


Como e onde romper descaminhos e desencontros de sistemas de informação e comunicação tecnológica digitais em seus produtos? Uma necessidade clientela de legais e ilegais. Sim pois sem fiscalização de INPI, ou outros contextos de veracidade para registro definitivo, despercebidos ou sem acompanhamentos de otimização para definição de registro depósito. Me diante este não considerarmos às mudanças políticas da INPI em otimização do tempo de espera em prazo de análise na linha de programas – mercado comercial logístico de computadores para espaços reduzidos ótimos e em sistemas On line software- registro, em probatórios 07 dias( sete), in Brazil prioritariamente – M e P e adaptações externas e internas ao in loco de seus pormenores características particulares, para estratégias INPI e seus protocolos de otimismo e colaborativas ativas, em sua políticas inovativas.


Fonte: INPI – Relatório 2018 set.www.inpi.gov.br


O processo de adaptação de políticas INPI, em plano de ação 2017- 18, na direção de Propriedade intelectual: Implantações; implementações; Operacional; contornos de metas emergentes de recuperações de saldos e déficits em negativo para positivo avanços, e seus pilotos de expansão, em sua gestão, estão sendo ajustados suas demandas de incompletudes otimistas e não desenhadas em estatísticas, ante análise resultantes de desempenho 2018?.


Perfil logístico e distribuidores Autentics.


O processo desencadeado de problemas, arrolados, o produto- acesso de consumo, compra Hardware e Software, pelo cliente, verificado pós- venda, com garantia estendida ou não por maior percentuais, garantido 01 ano de otimismo, antes de extensão paga por seguro, permitem observar grande demanda de inviabilidade por convalidação de todo corpo casado de produtos digitais: Prejuízos pela caminhada de recursos para buscar soluções e problematização diante de incapacidade de logística e seus entornos também deficientes e ilegais, perante políticas de mudanças digitais. Em caminho de desinformação comunicação: Fabricante – logística- corpo de censores desqualificados a demanda; Fabricante – distribuidor, em processo de reconhecimento incapaz para reconhecer demanda ; Logísticas e carnais internas políticas incapazes in extensão pós garantias( fabricante marca) e logística seguro, de prazo viáveis de 07 dias( sete) de troca de produto, sem produzir contextos seguros de venda: “Nota fiscal com dados extensivos do produto marca e seus detalhes”- prática não legal. Diante das perspectivas de suporte, recurso do cliente, incapaz da 1 ( primeira)alternativa violada e não – produzida.


Estatística e reclamações : Procon e reclameaqui! On line


Reclamações crescem e gigantes. Instâncias do Procon estaduais, Reclame aqui On line. Processos de justiça irreconhecíveis na veracidade de protocolos inaceitáveis jurídicas legais, diante de processos, passados a olhos inseridos juridicamente, de sem reconhecer direitos do consumidor, mera , via códigos incompatíveis de venda comercial no segmento por otimista nos qualificantes produtos e consumo. Uma barreira operacional funcional em déficits pela INPI e suas políticas de retorno adormecidas. Que somente estabelecem otimismo do mercado promissor externo in loco, desenvolvimento do PIB – Produto interno bruto de periféricos característicos inferiores, é sem expectativas de experimento tecnológico digital em avanço, estações de incompletudes(déficit do consumidor) para mercado interno e consumidor avanços e também não – otimistas, vemos que entornos perspectivas de políticas para regulações, ajustes e inovações de experimentos para otimização e segmentos, em ênfase e seus contextos sob tópicos de reflexão e analítica em destaque.
• A escala de fundamentos reclamações mediação ao código e aplicação PROCON SP – 2016 encontram referenciais com ênfase à: Principais reclamados a) Problema com contato em total reclamados 8.858 com 33% e atendidas em 53%; b) Vício ou má qualidade – 8.638 com 16% e atendidas 54%. Esses dados ao relatório enfatiza se por destaque;
• O ranking Procon SP apresenta relatório 2017- 8 e dados, exemplo: a) Atendimento – em relação a produtos reclamações e serviços mediados auxílio a empresa – 9º Grupo B2W – Americanas. On line/ submarino/ shoptime/sou barato/ lojas americanas – A =2.820 com índice 88,48%; b) 16º Samsung in Brasil eletrônica amazônica Ltda – A=1.330 com índice de 83/ 89%. Significa esclarecemos que houveram impulso punitivos e infração diante do código de defesa do consumidor, tais evidências de mudanças no ranking evidenciados por mediação. Mais, relatório afirma insistência da Samsung em índices baixos e mantidos para soluções em 2018;

• As reclamações por área Produtos – 2018 os dados insidem a) 7.628 casos – 29,9%; b) Serviços privados – 18, 2% de incidências; Serviços essenciais – 21, 7%;

• Para fabricantes por vício em seus produtos: a) microputadores/ produtos de informática [ soluções e reclamações: a) HP 68%; b) Positivo informática S.A 100% – 14; c) AGP Ltda. – ACER – 09 – 0%; b) ACBZ – ASUS – 09 – 11%; d) DELL Ltda – 09- 100%; e) Lenovo/ Motorola/ CCE- 07- 29, 6%; f) Qbex S . A – 06 – 0%. Também evidência de aplicação mediado do código;

• Índices de reclamações – Grupo B2W- Produtos companhia digital, em escala 5º em contínuos persistência de erros com 33% sem atendimento a mediação do código, frente a desenvolvimento e sites: Submarino; Americanas; Shoptime e Sou barato;

• Marcas Lenovo/ Motorola – Produtos apresentam dados em situação crítica para avanços otimizantes com baixo índice R; e A – menos 40% , em 2017- 8; A Samsung in Brasil – Produtos Amazônica indicam redução e piora em soluções e Atendimento com inferioridade cada vez menos da metade em relação a mediação e código, 2017-8.

Fonte: Procon SP – Dados 2016; 2017 e 2018 http://www.procon.sp.gov.br


Numa linha reclame aqui, com perfil de avaliação do comportamento de empresas frente a consumidor organização, com estratégias de mapeamento de ranking, para servir de base para outras empresas e mercado competidor, em escala recuperação da reputação. Em relação aos produtos e serviços depositados no mercado comercial e segmentos, a exemplo:
• Produtos e serviços que são chaves para mudar e alavanques para solução e dados para otimização, além da credibilidade de empresas posição índices de venda;
• Categorizam em áreas diversas ranking On line: posição empresas e linha segmentos em nível On line, office On line, fabricantes com posição situadas( melhores, com selo positivo, piores e mais reclamados);
• Tipos de problemas com índice de dados reclamados e outros;
• Defeito do produto com índices de dados exemplificados;
• Reputação em escala de mapeamento em evolução por empresa e segmentos( Otimismo ao não – otimismo), em 2017- 8.
Verificação segundo trabalho de otimização empresarial, é serviço como ferramenta digital, acesso aos cliente e empresas – Produtos, é serviços ao mercado e negócios em relação a: Softwares e Hardware em informática o sistema aplica um estilo de avaliação. Os softwares enquanto de marcas corporativas: On line e fabricantes(Piores in desenvolvidos in Brasil, em ranking baixo; E On line e lista de + de 15 empresas).
• 1. Não recomenda com um código;
• 2. Regular, nos conformes de apresentação de código;
• 3. Ótima, na mesma linha;
• 4. Ruim, na mesma perspectiva de avaliação;
• 5. Bom ,motivando código;
• RA- 1000 com selo.
Na avaliação alargada, para serviços On line+ 10; fabricantes melhores; piores On line + 20, numa lista composições e situação. Ainda instrui, ao consumidor da ferramenta a formular cálculos para resultantes manipulados de evidências acentuadas, em sinal para reputar e resgatar segmento da empresa, em caso de dúvidas ater, em minúcias caso, busque ativas certezas, ou não junto a informação e disseminação da fonte e dados informacionais. Acreditamos, ser carnal digital on line e ferramenta utilitária significante a ambos: Cliente – consumidor e empresas acompanhar.


Fonte: Dados www. reclameaqui.com.br

É mercado, diretamente com o cliente, tornou – se um grande quebra – cabeça e nós para projetos desalinhados junto ao cliente, pois vendem publicidade e marketing de comunicação, com venda articulados institucionais e corporativas- Produtos, é casadas diante de acessos: 1) Compras de assinaturas Microsoft- Produtos em programas e Software; 2) Acesso de sistemas On line- Sites oficiais autoaplicáveis para registro de produto- Uso autenticação sem verificação legal; 3) Suportes improdutivos funcionais com respostas, diante de barreiras e impedimentos de Haskell’ s , competidores no mercado ilegal; 4) Interesses de suportes corporativos, individuais diferentes( função a função).
Sistemas lançados em Nuvem – Armazenamento Marcas do cunho logístico público de mercado de consumo em Hardware e Software, apresentam e propõe casamento de ativação para sucesso na usualidade de aplicativo com ênfase(Válido em 01 ano). Mas totalmente desintegração do corpo tecnológico- corporativo com selo do Pólo industrial amazônico- manuais- com trânsito parcialmente, total, sem autorização prévia por escrito da mesma, na realidade.
Produtos e corporações in Brasil desenvolvidos import. e Export : Onde o cliente pode reivindicar legalidade – disparidades legais e ilegais.
O processo desencadeado de problemas, arrolar, o produto- comprado pelo cliente, verificando pagamento, prejuízos pela caminhada de recursos para buscar soluções sem respostas: Fabricante; Distribuidor; Logístico e outros. Reclamação crescem e estatísticas avolumar e portanto agiganta – se(Procon estaduais; Reclame aqui um On line), e etc. Processos de justiça irreconhecíveis na veracidade de validação jurídica, diante de processos, passados à olhos inverídicas judices, e sem reconhecer direitos do consumidor, diante do código. Agências de regulação sem ativação de atividade funcional barrando desenvolvimento tecnológicos digitais.


Patentes, marcas , desenhos industriais TCI, TI e outras inovações.


Articulação de produtos e mercado logístico, não produz a necessidade e demanda interna clientela de consumo. A confirmação de abertura para legitimação promissora é verídica para predisposição de mercado segmento interno otimista seus contextos eixos e congruentes políticos em TI, que apresente se com reais garantias de consumo legal e mostras válidas em implantações de novos projetos de comunidades de desenvolvimento da valorização de capital humano em circuito de demanda interna capaz e ágeis . Uma marca exposta, é a prática de otimização de caminhos ópticos e políticas INPI positivas em seus trajetos e sujeitos em linha ao consumidor e consumo TI.
A importação de marcas e patentes em caminho. As suposições seguras, de desenvolvimentos PPH, encaminhados para integração e colaborativos ativos de otimização para contextos patentes – Programas CT- CI em linha de produção para plena circuito remoto, para depósitos alargados eixos de invenção casado com utilidade para patenteamento, onde ranking insidem países: EUA; Brasil; Alemanha, em trabalhos introjetadas para reconhecimentos de registro depósito, numa política de perspectiva a trilhar, com sujeitos com déficit alargantes promissor, é as contra partidas, para ganhos e vantagens de consumo e tecnologia interna sem perdas. Pois as demandas, divergem seus pseudos financeiros capitais internos do externo, cada parte em situação depósito registros para integração colaborativa ativas, onde não conceituais retornos[ Empresas externa ou físicos + clientes compatíveis reais, em seus serviços comerciais e suportes incompatíveis aberto livre, mais sem padrão e nível de qualificação.
Para que tanta fragmentação de serviços em produtos de tecnologia da informação no segmento mercado. O que ganhamos nessa difusão da informação diante de tanta fragmentada lei e mercado de demanda , sem um rol de linha. A criatividade arte em talentos, caminham em linha e acoplamentos, e anelos para desenvolvimento de comunidades. A sujeição de supostos de legalização frente as outras nações, o Brasil, está a margem fé otimização de avanços, para retroceder avanços imports. As parcerias de PPH; invenções e outros[backloj], motivação inovação PM colaborativas ativos e outros, em relação às políticas de vantagens brasileiras, estamos perdendo espaço interno de avanços.
Esses espaços de otimização de licença para legitimação de depósito registro, em vistas a priori a serem desenvolvidas, desenhadas pela política INPI de projeto de inovação 2018 e seguintes épocas para propriedade intelectual, precisamos de resultantes autoaplicáveis seguramente e Autentics diante de compostos de acessos à compreender espancamentos e alargamentos da demandas e seus entornos consequentes no segmento P M. Principalmente: a) Vendas comerciais e logísticos ; contratos bilaterais; Guias de produtos e consumo; Direitos do consumidor in brasil; linguagem de mercado situado paralelos desenhados abertos e não subentendidos mesmo para mercado aberto e livre; marcas e corporações e comunidades de desenvolvimento em anelos e acoplamentos singulares em paralelas.
Assim nada constructo promissor, mais em baixa demanda consumo. Compreendemos pelo zelo legal, para a venda ao consumo e retornos do consumidor. Mas também propomos que para prática continua de demandas incompatíveis de desvantagens ao consumidor, a venda não anelada – não casada entre: Hardwares e Softwares, com grandes marcas e corporações, em desenvolvimento de comunidades a priori. Para evitar falta de claridade frente a duas práticas para as invenções – modelos de depósitos de utilidade na demanda de afirmação brasileira. Sujeitos claros, todos precisamos e ganhamos mais, pois os esforços desenvolvidos em TI e investimentos maiores, além de retornos pretendidos.

Conclusão

Mercado e segmentos tecnológico digital, é uma instância parada sem avanços a nível de Campos in Brasil de evolução no – PIB – Produto interno bruto , diante de suas ausências de regulações em todas às dimensões dispositivos de ajustes Autentics regulares acopladas e introjetadas para autorizações de marcas e patentes ante provisórias ou legais, em : Mercadológica; Industrial de seus pólos regionais interna; Processos de acompanhamentos de registro; Fiscalização; Tempos de autenticação de produto infinita.
Resultados, produtos sem otimização de marcas no mercado, é consumidores em prejuízos. Produtos com selo regular INPI, conceito interno legal de agência, na realidade, a percepção de produtos descartáveis funcionais somente para acesso e compra, mais para usualidade da marca, não precisa de selo de registro depósito provisório e nem definitivo. Mais sem selo – Padrão aberto, com alerta comercial com gaja. Mesmo produtos descartáveis com prazo de vida deverá temporalidade de produto, selo legal característico prudente em marca e patentes. Um passaporte imprescindíveis. O Estado, e suas políticas agências demandam, mercado auto aplicáveis suas ações. De certo que investimentos em projetos de marcas e patentes in Brazil, estão muito abaixo de competição para otimizar produtos, a preocupação de comércio o negócios não priorizam e visão de capital e segmento aberto e otimista interna, mais captar retornos ínfimos de abastecimentos em déficits pessoais e empresariais, e não com marca e patentes implantada no mercado ao consumidor. Para ciência e tecnologia de avanços para : Pesquisa, ensino e extensão, em caminho aberto ao capital e investimento exterior, que ganha espaço e valorização não percebem tanto valor, para produto de consumo tecnológico da informação e produtos de informática e serviços com característicos temporais mínimos. Não vale tanto capital investido em produtos de consumo.
Referência bibliográfica

  1. INPI – Instituto Nacional de Propriedade Intelectual. Relatório de Atividade 2018. Rio de Janeiro, set., 2018. www.inpi.gov.br.
  2. Procon – Fundação Procon São Paulo. Ranking 2016 reclamações fundamentadas. SJDC – SP. Ma., 2017. São Paulo. www. Procon.sp.gv.br
  3. Procon. Fundação Procon de São Paulo. Cadastro de reclamações fundamentadas 2018.DA/OC – São Paulo. GESP/SJC/SP. www.procon.sp.gov.br
  4. Reclameaqui! http://www.reclameaqui.com.br [Tópicos: Desenvolvimento e desconhecimento Automatics produtos TI – Digitais: Às nuvens como armázem. Jusenildes dos Santos. University Europeia Atlantic –  Ibero . Tecnologia da ciência e da Informação. Teologia e política – FCP. Docência – CGTC – UFSC, 02.03.2019.]

De muitos recebemos, em muitos vós seremos cobrados. Semear e plantar – Sal e luz

E assim podemos abrir espaços em vida cotidiana e encantos, de crê e fé. Este momento gracioso, pois muito mudar e renova se, de velho a novo. Na pertensa – Somos pertencente na Divina, na imagem é semelhança, é diante daquele que é . Eu que vós faz. Reduzimos nossas incapacidades e limitações de esferas que se faz, se podemos auxiliar em reformulações de renovações e atrações com inclinações de luzes. Recapacitamos de misericórdia, perdão, compreensão, entendimento. O brilho transfigurante em libertação . Libertados de amarras, correntes, incompreensões, que por vezes nos faz, presos e não livres. É tempo de nos recolhermos, nossas pequenas ou grandes imperfeições, para perfeições do Senhor, se pouco características multiplicando de muito, em caso de muito , consistente.


Acumulamos doenças e males por não sabemos administrar o pouco ou muito a que nos impele responsabilidades. As vezes presas de pecado(negação de verdades nossas, com inclinações e tentações de desejos e vontades, que já sejam momentos de realiza – Los e provê). Estejamos atentos, para nós e para outros.
Buscamos, como Sto. Agostinho, no simples, em estilo de reflexão de nosso ser, em Deus que nos convida, de pureza de coração ao abrirmos: “Fazer o que podes Eva Pedir o que não podes e a pedirá que não podes”. Nem tudo podemos. Mais em ensino de luz e sabedoria, socialmente de simples no munimos de discernimentos, para: “ Dai -nos o que me ordenados e ordenar me o que vós perdes.”


“ Repousemos no colo e seio de Maria, é no Espírito, é antes e depois de intimidade com o Senhor.” A campanha da fraternidade: Políticas públicas: Liberta dos pelo direito. Um tempo de revermos, que podemos mudar ou renovados de muitas consequências de atos e atitudes de convívio em comentários injustos, incompreendidos e perdões de nossa parte e aos outros ausentes, que podemos conciliações litigantes : Processos, causas comunitárias, trabalhistas, leis, decretos, sentenças e etc. Que abrangem as instâncias de poderes públicas e seus poderes: Justiça, Executiva, e legislativo em vieses de justiça. Passivo numa ajudamos, mais ativos, auxiliamos discernimentos e caminhos. Pois , assim a vida nos ensina naturalmente, aos olhos de entendimento, recaímos em nós, e responsabilidades disponibilizadas enquanto somos públicos a serviço: “ De muito recebestes, em muito vós serão cobrados”.

“A simples conversa,
Diálogos corações partilhados,
Ensejos e inclinações a paz. Elos que liga – nós Encantos de si.”


[Reflexão: “De muitos recebemos, em muitos seremos cobrados: Semear e plantar”. Jusenildes Dos Santos. UEA -Teologia e política- FCP. Docência.18.03.2019].

“O futuro da publicação e da comunicação acadêmica – Relatório do grupo de peritos para a Comissão Européia””

” Prospecto de estudos, analitica e investigaçãoestigação”

 Editado por

Peritos Independentes: Jean-Claude Guédon, Presidente e Relator da Universidade de Montreal, Canadá Michael Jubb, Relator, Jubb Consulting, Reino Unido Bianca Kramer, Universidade de Utrecht, Holanda Mikael Laakso, Escola de Economia Hanken, Finlândia Birgit Schmidt, Universidade de Göttingen Alemanha Elena Šimukovič, Universidade de Viena, Áustria / Lituânia

Especialistas que representam organizações: Jennifer Hansen, Fundação Bill e Melinda Gates, EUA Robert Kiley, The Wellcome Trust, Reino Unido Anne Kitson, Grupo RELX (Elsevier), Reino Unido Wim van der Stelt, Springer Nature, Holanda Kamilla Markram, Frontiers, Suíça Mark Patterson, eLife, Reino Unido.

O Grupo de Peritos foi criado em setembro de 2017 para apoiar o desenvolvimento de políticas em ciência aberta, com referência especial a publicações acadêmicas revisadas por pares. Os termos de referência exigiam que o Grupo identificasse princípios gerais para o futuro das comunicações acadêmicas e publicação de acesso aberto; rever os modelos de acesso aberto Gold e Green e seu potencial maior desenvolvimento; analisar novos tipos, locais e modelos para comunicações acadêmicas e sua potencial escalabilidade; e fazer recomendações específicas. Também nos pediram que levássemos em consideração os efeitos dos avanços tecnológicos na comunicação acadêmica, para avaliar novos atores e papéis emergentes, funções e mecanismos existentes na comunicação acadêmica.

Nas primeiras discussões com os funcionários da Comissão Europeia, o Grupo de Peritos foi encorajado a ter uma visão ampla e ampla do futuro da comunicação acadêmica para apoiar o planejamento futuro da Comissão Européia. Assim, procuramos desenvolver uma visão de como a comunicação acadêmica poderia evoluir nos próximos dez-quinze anos, articulada em dez princípios. A visão é baseada em nossa melhor análise de desenvolvimentos no passado recente, incluindo o surgimento de iniciativas promissoras e um exame de seu potencial de expansão nos próximos anos. Também toma nota das várias forças que ajudam a entender como a comunicação acadêmica e a publicação foram moldadas. O relatório passa então a delinear alguns passos fundamentais que podem ser tomados para avançar em direção a essa visão, incluindo medidas para a Comissão e outros atores. Uma lista de recomendações e ações relacionadas acompanha a descrição das principais etapas. Em conjunto, estas recomendações formam a substância deste relatório. O sucesso das recomendações será medido em parte pela medida em que, em conjunto, respondem às questões levantadas nos termos de referência, às preocupações expressas pelo Grupo e quanto interesse gera em comunidades relevantes. Em última análise, será medido pelos seus efeitos – ou falta deles – nas decisões políticas da Comissão Europeia e de outros decisores políticos em toda a Europa e mesmo fora dela.

Nosso trabalho foi definido no contexto do trabalho já em curso antes de sermos estabelecidos como um Grupo, incluindo o que se refere à Nuvem de Ciência Aberta Européia (EOSC), o trabalho da Plataforma de Política de Ciência Aberta (OSPP) e uma série de outras Grupos de especialistas, como Transformar dados FAIR em Realidade. Temos também em conta o trabalho da Comissão para desenvolver uma plataforma aberta de publicação de investigação.

O Grupo é composto por doze membros selecionados pela Comissão Europeia entre os candidatos que responderam a uma chamada. Os membros se dividem em duas categorias: seis especialistas independentes selecionados para representar o interesse público e seis representantes de organizações com atividades relacionadas à comunicação acadêmica. Ambos os grupos de especialistas foram selecionados, tanto quanto possível, para refletir um equilíbrio em termos de especialização e experiência, diversidade geográfica, idade e gênero. As organizações incluíam pesquisadores, bibliotecários, representantes de fundações, editores, incluindo editores de acesso aberto. Coletivamente, o Grupo demonstrou um alto nível de conhecimento e experiência nos tópicos abordados neste relatório. A resolução de diferenças de perspectivas também faz parte do esforço coletivo para a elaboração deste relatório.

O Grupo de Peritos reuniu-se pessoalmente em três ocasiões e colaborou intensamente através de teleconferências várias vezes durante o seu mandato. Representantes de diversas organizações ativas na comunicação acadêmica foram convidados a apresentar e discutir suas perspectivas no segundo e terceiro encontros. Os membros contribuíram com substanciais corpos de texto e comentaram vigorosamente os sucessivos esboços deste relatório. Eles promoveram a redação e edição usando ferramentas colaborativas on-line.

O Grupo de Peritos se beneficiou de apresentações e discussões com especialistas convidados que complementaram nossa própria experiência em áreas específicas. Assim, gostaríamos de agradecer aos seguintes colegas: Barbara Kalumenos (Diretora de Relações Públicas, Editores STM), Iryna Kuchma (gerente de Acesso Aberto, EIFL), Pierre Mounier (Edição Aberta; Diretor de colaboração internacional), Kristen Ratan (Diretora Executiva e Co -fundador: Conhecimento colaborativo

CAPÍTULO 1. COMUNICAÇÃO E PUBLICAÇÃO ESCOLAR: CONTEXTO RELATIVO AO RELATÓRIO

 A idéia de que os problemas de ordenação de conhecimento estão ligados a questões de política não é muito original na história da ciência. Mas essa perspectiva tem sido amplamente ausente dos debates sobre o cenário da mídia em mudança da ciência e do futuro da publicação acadêmica. (…) Acho que precisamos parar de continuar como se os problemas da publicação acadêmica fossem simplesmente uma questão de melhorar os meios pelos quais os especialistas se comunicam uns com os outros e, ao fazê-lo, obter recompensas profissionais. Alex Csiszar, The Scientific Journal. Autoria e Política no século XIX (Chicago: University of Chicago Press, 2018), p. 3

O “cérebro do mundo”, a comunicação acadêmica e a publicação acadêmica

A comunicação acadêmica existe para oferecer aos pesquisadores a possibilidade de participar de um sistema distribuído de conhecimento que se aproxima da visão de H. G. Wells de um “cérebro mundial”. Esta seção tem como objetivo esboçar as transformações da comunicação acadêmica nas últimas décadas para entender quais forças estão moldando o futuro. Wells estava “… falando de um processo de organização mental em todo o mundo”, que ele acreditava “… ser tão inevitável quanto qualquer coisa pode ser nos assuntos humanos. “O mundo”, concluiu ele, “tem que unir sua mente, e este é o começo de seu esforço”. 3

A comunicação erudita no sentido transmitido pela metáfora de Wells refere-se a qualquer forma de intercâmbio usada por acadêmicos e pesquisadores para participar da elaboração do

conhecimento por meio de discussões e conversas críticas com outros seres humanos. Isso engloba todos os procedimentos, desde a conversa puramente informal até o estágio altamente formalizado de “publicação”. De fato, a publicação acadêmica pode ser definida como o subconjunto formalizado de comunicação acadêmica. Posteriormente no relatório, os elementos incluídos no processo formal de publicação serão explicitados.

A interconexão entre os pesquisadores surgiu pela primeira vez com a criação de várias comunidades faceto-face, em grande parte orais, na antiguidade. A preservação desses ensinamentos e discussões (diálogos) foi confiada a manuscritos transmitidos à posteridade através de cópia cuidadosa. Mais tarde, os indivíduos foram capazes de se conectar através do espaço com o estabelecimento de vários sistemas postais. Com a disseminação impressa, em grupo e em rede, o conhecimento tornou-se muito mais fácil. O principal insight de Wells era que a velocidade aumentada das telecomunicações significava que o mundo estava se tornando uma comunidade conectada. Essa tendência, primeira associada ao telégrafo, está se movendo com mais força oitenta anos após a profecia de Wells: a Internet e a telefonia móvel exibem essa conectividade global de maneiras espetaculares.

Como será visto mais adiante, a visão de Wells de um cérebro mundial que torna todo o conhecimento do mundo acessível aos cidadãos em todo o mundo fornece uma imagem poderosa para um estado ideal de comunicação acadêmica. Também destaca a natureza profundamente conectada dos pesquisadores: eles são frequentemente descritos como indivíduos competindo ferozmente entre si, mas limitar os pesquisadores ao seu lado competitivo é tanto incompleto quanto equivocado: eles também compartilham muito e colaboram, muitas vezes em todo o planeta. Sem um equilíbrio adequado entre a competição e a cooperação, os processos que acompanham a evolução da erudição humana não podem prosseguir de maneira ideal.

  3 Wells, H.G. (1938). Cérebro Mundial. Londres: Methuen & Co., Ltd.

O equilíbrio entre as duas forças opostas de competição e cooperação é moldado em parte pelas formas pelas quais os pesquisadores se comunicam: em conversas orais em torno de seus espaços de trabalho, nas várias formas de buscar informações, e nos vários meios disponíveis para Para difundir os resultados da pesquisa, os estudiosos oscilam constantemente entre um forte senso de identidade individual e a consciência de pertencer a uma comunidade4. Em particular, envolve o acesso às alegações de pesquisa de seus pares. Até recentemente, isso significava imprimir e ler materiais impressos.

Publicação acadêmica, o sistema de pesquisa e sua evolução

Quando a pesquisa e a erudição se profissionalizaram no século XIX, a impressão fornecia uma mistura bem estabelecida de artigos e monografias, gradualmente acompanhada por ferramentas de navegação, à medida que o tamanho da literatura acadêmica continuava crescendo. No século XX, essas tendências simplesmente se intensificaram, enquanto os periódicos passaram a suplantar monografias em muitas disciplinas5.

O período após a Segunda Guerra Mundial testemunhou mudanças profundas, incluindo um enorme crescimento do financiamento. A publicação acadêmica teve que se adaptar a uma demanda muito maior, e muitos novos periódicos foram iniciados, com números gerais dobrando a cada quinze anos. Sociedades e associações acharam o novo cenário da publicação acadêmica cada vez mais desafiador. No mesmo período da década de 1950, a publicação acadêmica comercial conseguiu estabelecer periódicos acadêmicos em uma base solidamente lucrativa. Um pouco mais tarde, eles foram indiretamente ajudados pelo surgimento do Science Citation Index, de Eugene Garfield, e seu associado Journal Impact Factor (JIF). O JIF acabou por fornecer a ferramenta métrica necessária para estruturar um mercado competitivo entre os periódicos. Em um nível fundamental, foi a concessão de um JIF a uma revista que importava porque definia quais periódicos poderiam competir. Nos anos 80 e 90, um periódico sem JIF enfrentava cada vez mais dificuldades em estabelecer sua própria legitimidade. Em seguida, os termos da competição em si foram definidos pelos rankings do IF, pois foram apresentados como correlatos de qualidade, embora o significado dessa métrica tenha permanecido elusivo e tenha sido a fonte de longos debates. Finalmente, o JIF também significava que a avaliação da pesquisa dependia cada vez mais de onde os resultados das pesquisas eram publicados: os títulos dos periódicos se tornaram uma abreviatura para a qualidade da pesquisa, ela própria renomeada como “excelência” 6.

Os rankings universitários dependem fortemente de métricas associadas ao financiamento de pesquisa, com artigos publicados em periódicos de prestígio – ou seja, periódicos com alto fator de impacto – e com monografias publicadas por editoras de prestígio. Desde que o financiamento das universidades repouse parcialmente nos rankings, a função de avaliação das comunicações acadêmicas baseada no JIF (e medidas quantitativas de desempenho semelhantes) é percebida como sendo de importância crítica para o gerenciamento da instituição. Na verdade, todo o ecossistema de pesquisa investiu essas métricas com grande poder: no geral, pesquisadores, financiadores e avaliações universitárias passaram a confiar demais na função de avaliação da comunicação acadêmica, conforme estruturada pelo JIF.

Com relação à circulação e acesso à bolsa de estudos na era da impressão, o modelo de assinatura tem sido a norma periódicos e anais de congressos. No entanto, aumenta em 4

Muitos historiadores da ciência provavelmente se oporiam a tratar a “comunidade” como um conceito trans-histórico, mas, para o propósito deste capítulo de segundo plano, a noção de comunidade pode permanecer como um ponto de referência sólido. Para uma abordagem mais crítica, ver David A. Hollinger, “Livre empresa e livre investigação: o surgimento do comunismo laissez-faire na ideologia da ciência nos Estados Unidos”, New Literary History, vol. 21, No. 4 (1990), 897-919. 5 A ascensão dos periódicos e a importância decrescente das monografias não aconteceram naturalmente ou facilmente. Para alguns insights neste capítulo da história da ciência, ver Alex Csiszar, “Serialidade e busca de ordem: impressão científica e seus problemas durante o final do século XIX”, História da Ciência 48, n. 3–4 (2010): 399–434. 6 Sobre o “regime de excelência”, ver, por exemplo, Nick Butler e Sverre Spoelstra, “O Regime de Excelência e a Erosão do Ethos em Estudos Críticos de Gestão”, British Journal of Management, vol. 25, 538-550 (2014) DOI: 10.1111 / 1467-8551.12053.

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o número de periódicos e a rápida ascensão dos preços de assinatura fizeram com que os assinantes individuais se retirassem gradualmente; A compra de bibliotecas tornou-se a principal fonte de receita para os editores. A partir dos anos 1960 – mesmo quando os editores comerciais se tornaram cada vez mais dominantes – as bibliotecas enfrentaram dificuldades financeiras crescentes. Na década de 1980, falou-se em uma “crise de séries” generalizada7.

Figura 1: Cronograma gráfico dos principais desenvolvimentos na publicação acadêmica (crédito: Jennifer Hansen)

 O financiamento de pesquisas posteriores à Segunda Guerra Mundial aumenta drasticamente e confirma o papel dos editores comerciais como atores poderosos na publicação científica.

Robert Maxwell começa a construir seu império editorial, que inclui: Pergamon Press, British Printing Corporation, Mirror Group Newspapers e Macmillan Publishers.

Um novo mercado surge à medida que os periódicos estão competindo através de classificações, não o artigo individual. A promoção e a posse são concedidas com base em qual periódico o pesquisador é publicado.

1950: FOI ESTABELECIDA A FUNDAÇÃO DE CIÊNCIAS NACIONAIS DOS ESTADOS UNIDOS.

1964: RANKINGS DE JORNAL E FATOR DE IMPACTO (IF) METRICS INTRODUZIDO PELO ÍNDICE DE CITAÇÃO DE CIÊNCIA.

O custo das assinaturas de periódicos impressos continua a aumentar ano após ano, resultando na Crise de Preços Seriais.

Os editores acadêmicos começam a explorar modelos de preços para publicação digital.

1991: O PROJETO DE LICENCIAMENTO UNIVERSITÁRIO (TULIP) É ESTABELECIDO. ELSEVIER E NOVE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS EXPLORAM A EDIÇÃO DIGITAL

A Biomed Central explora um novo modelo de preços, o Article Process Charge (APC), que cobra financiadores / autores para permitir o livre acesso a artigos individuais.

As bibliotecas não estão mais comprando objetos tangíveis (livros, edições de periódicos); eles negociam licenças digitais para acessar o conteúdo on-line.

Como resultado, a preservação, tradicionalmente a província das bibliotecas, é transferida para os editores.

As editoras apresentam o “Big Deal”, uma prática de agrupamento que oferece um desconto para instituições que compram acesso digital a um conjunto completo de periódicos.

Repositórios institucionais, algumas temáticas, são desenvolvidos por bibliotecas acadêmicas.

2002: A INICIATIVA DE ACESSO ABERTO DE BUDAPESTE LIBERA UMA DECLARAÇÃO PÚBLICA DE PRINCÍPIOS DE ACESSO ABERTO.

2001: BIBLIOTECA PÚBLICA DA CIÊNCIA (PLOS), UMA FUNDAÇÃO DE ADVOGAÇÃO PARA PROMOVER O ACESSO ABERTO É FUNDADA.

O movimento de acesso aberto continua avançando.

Os modelos de negócios da editora evoluem para responder à demanda por pesquisa de livre acesso, sem barreira ou restrição: licenças híbridas, lay-over e de conteúdo novo.

Mandatos de financiadores emergem, exigindo que suas pesquisas financiadas estejam disponíveis gratuitamente.

O ecossistema de pesquisa vai além do Acesso Aberto à Ciência Aberta. Quatro funções de publicação reorganizadas: registro, certificação, disseminação, preservação.

7 Em 1989, Marcia Tuttle lançou o “Boletim ALA / RTSD sobre questões de preço de série”. http://webdoc.sub.gwdg.de/edoc/aw/nspi/.

1945 – 1970 1971 – 1995 – 1996 – 2004 2005 – Atual RÁPIDO CRESCIMENTO DIGITAL AGE OPEN ACCESS PRINT PUBLISHING

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O ambiente digital e a evolução do acesso aberto

O desenvolvimento de tecnologias de internet com a busca paralela de acesso aberto e transparência em todo o ciclo do processo de pesquisa levou a muitas mudanças e inovações na comunicação acadêmica, tanto em termos de serviços quanto na forma como o conhecimento é comunicado. Algumas das consequências mais importantes são as seguintes:

Alugar versus possuir: as bibliotecas se viram negociando algo inteiramente novo para elas – os termos das licenças para acessar revistas digitais -, em vez de comprar e possuir cópias físicas desses periódicos. Essa nova estrutura de transações mudou significativamente a relação de poder entre bibliotecas e editores.

Agrupamento: os editores começaram a incluir diários digitais no que veio a ser conhecido como “Big Deals”. Estes eram atraentes para os grandes editores porque tendiam a abranger acordos de vários anos. Editores menores, com menos clientes potenciais para negociar tais acordos, ficaram com uma parcela reduzida dos orçamentos de aquisição das bibliotecas e se tornaram financeiramente mais vulneráveis. Os editores que oferecem “Big deals” também podem atrair periódicos, prometendo um melhor grau de disseminação, medido pelo número de assinaturas institucionais. Simetricamente, as bibliotecas inicialmente sentiram que um “Big Deal” era vantajoso porque elas tinham acesso a uma gama muito maior de periódicos e o custo por título estava diminuindo. No entanto, o cálculo não se estendeu ao custo por uso ou download do artigo e, como resultado, os desafios para os “Big Deals” têm aumentado.

Portais: os editores criam portais cobrindo toda a gama de periódicos, para aumentar sua visibilidade. Editores menores e vários projetos de grande escala – incluindo o Projeto MUSE, Scielo e muitos outros – seguiram um caminho semelhante. Os portais podem ajudar os usuários a navegar pelo conteúdo de novas maneiras, com personalização, vinculação e ferramentas analíticas. Ao fazê-lo, eles começaram a se transformar em plataformas e pilhas8.

As tecnologias digitais também permitiram que os atores se encarregassem de várias funções de comunicação acadêmica de novas maneiras, como será visto mais adiante. Em particular, eles abriram a possibilidade de uma desagregação das funções da comunicação acadêmica com o resultado de que papéis e responsabilidades na comunicação acadêmica estão atualmente em fluxo.

Inicialmente, o contexto digital atraiu a atenção de alguns pesquisadores, que rapidamente identificaram soluções baseadas em acesso aberto de fato. Por exemplo, no final da década de 1980, Stevan Harnad começou a explorar novas possibilidades de comunicação acadêmica, com Psycoloquy; e o ArXiv de Paul Ginsparg, criado em 1991, rapidamente se tornou um veículo-chave para a circulação de “pré-impressões” em física de alta energia e disciplinas relacionadas. No início dos anos 2000, com a Iniciativa de Acesso Aberto de Budapeste e as subsequentes Declarações de Bethesda e Berlim, o movimento de acesso aberto tomou forma e tornou-se visível.

Na mesma época (1999), editores inovadores como Vitek Tracz também estavam explorando o acesso aberto de uma perspectiva comercial, estabelecendo um conjunto de novos periódicos sob a marca da Biomed Central e financiados por “processamento de artigos (ou publicação)” ( APCs) incidentes sobre autores (ou seus proxies) em vez de leitores (ou seus proxies). Esse modelo foi percebido como trazendo várias vantagens: não apenas ampliou o acesso, mas, ao passar os custos de disseminação diretamente para os pesquisadores (ou seus proxies), também ofereceu a promessa de maior transparência à transação comercial.

Com os APCs, inicialmente parecia plausível que um novo tipo de competição entre os periódicos ocorresse. Como envolveria os pesquisadores mais diretamente na economia da publicação, algumas vezes acreditava-se que levaria a um mercado que funcionasse melhor, com preços mais baixos para todos. No entanto, o que foi esquecido é que o acesso aberto financiado pela APC 8 Em plataformas, ver, por exemplo, Rajkumar Buyya et al., “Cloud Computing e Plataformas Emergentes de TI: Visão, Hype e Realidade para Fornecer Computação como a Quinta Utilidade” Future Generation Computer Systems 25, no. 6 (1 de junho de 2009): 599–616, https://doi.org/10.1016/j.future.2008.12.001. Nas pilhas, a entrada “Pilha de protocolos” da Wikipedia fornece uma introdução rápida a essa noção. https://en.wikipedia.org/wiki/Protocol_stack.

2008: O INSTITUTO NACIONAL DOS ESTADOS UNIDOS DE PESQUISA DE POLÍTICA DE ACESSO PÚBLICO AOS MANDATOS A PESQUISA FINANCIADA DEVE ESTAR LIVREMENTE DISPONÍVEL NOS 12 MESES DE PUBLICAÇÃO.

2012: F1000 INVESTIGAÇÃO, PEERJ E ELIFE SÃO LANÇADOS. O fluxo de trabalho dos pesquisadores chega à frente como um novo quadro para ambas as entidades comerciais e não comerciais.

os periódicos não competiram de maneira diferente dos periódicos baseados em assinatura. Seu principal papel foi o dos “fazedores de rei” e a provisão de serviços baseados em conteúdo veio em segundo lugar9. A razão é que os pesquisadores, ao selecionar um periódico onde publicar, geralmente decidem de acordo com vários critérios heterogêneos: a orientação editorial especializada de um periódico, com certeza, mas também o modo pelo qual seu sistema de recompensas funciona. A partir dessa perspectiva, eles devem considerar se determinado título de periódico contribuirá efetivamente para reforçar seu currículo acadêmico. Como coloca Aileen Fyfe, a publicação acadêmica atua de três maneiras: “como um meio de disseminar o conhecimento validado, como uma forma de capital simbólico para a progressão na carreira acadêmica, e como uma empresa lucrativa” 10. A questão fundamental que Fyfe e seus co – autores abordam é como os três imperativos “emaranhados” afetam e influenciam uns aos outros.

Como o acesso aberto cresceu, evoluiu de duas maneiras principais:

1. O acesso aberto – um ponto que nunca deve ser esquecido – é um desdobramento direto do contexto digital: o acesso aberto é difícil, se não impossível, de conceber na ausência de um custo marginal de cópia e de transmissão próximo de zero. A Internet forneceu os meios para alcançar esse objetivo aparentemente utópico. O surgimento de portais e, posteriormente, de mega-periódicos, começando com o PLoS One em 2006, são outras conseqüências da digitalização: as mega-revistas compartilham características com portais, onde muitos conteúdos são reunidos em um único site. A principal inovação dos mega-periódicos reside em uma forma modificada de revisão por pares, na qual revisores e editores examinam apenas a solidez acadêmica do trabalho submetido, e não seu potencial interesse ou impacto mais amplo, ou sua adequação à orientação do periódico. Como resultado, em um megajornal, o conteúdo, incluindo conteúdo incomum, pode frequentemente ser publicado mais rapidamente ou simplesmente aceito para publicação. Além disso, alguns mega-jornais cresceram rapidamente para um tamanho que seria impossível sob um modelo de assinatura, trazendo assim um novo tipo de publicação à luz, com consequências potencialmente disruptivas.

2. O acesso aberto, como parte do mundo digital, está gradualmente saindo do mundo da impressão e de seus modelos de negócios familiares. Ele está moldando novos modelos de negócios onde o pagamento pelo acesso ao conteúdo é substituído pela publicação em acesso aberto. A necessidade de uma fase de transição tornou-se particularmente visível com os chamados periódicos híbridos: alguns artigos em periódicos paywalled são feitos acesso aberto no pagamento de um APC, enquanto o conteúdo restante permanece sujeito a assinatura. Os editores viram isso como uma forma de atender à crescente demanda por publicação de acesso aberto, ao mesmo tempo em que minimizavam o risco e otimizavam as receitas.

Alguns defensores do acesso aberto viam revistas híbridas como uma fase em direção ao acesso aberto total. O número de revistas híbridas subiu rapidamente, tanto de editoras comerciais como sem fins lucrativos; e eles se mostraram populares entre os autores com acesso a fundos da APC, pois permitem que eles publiquem em periódicos de primeira linha do JIF. O resultado, no entanto, é que os custos totais aumentaram para as bibliotecas, suas instituições anfitriãs e para financiadores, uma vez que as APCs são adicionadas às assinaturas. Um estudo conduzido por Jisc no Reino Unido levou a esta conclusão, entre outros:

O mercado de APC faz parte de um panorama mais amplo do custo total dos periódicos. Como tal, os dois devem ser considerados em conjunto. Embora os orçamentos das bibliotecas estejam diminuindo com relação à inflação, as despesas com APC e assinatura estão crescendo rapidamente. As APCs atualmente representam pelo menos 12% do gasto em periódicos das instituições e provavelmente crescerão. Isso em parte porque o número de APCs pagos está aumentando anualmente, e em parte porque a média APC i está ultrapassando a inflação.

 9 A imagem é tirada do título do livro de John J. Regazzi, Scholarly Communications: A History from Content como King to Content como Kingmaker, Rowman & Littlefield: Lanham, Md, 2015. 10 Fyfe, Aileen, Coate, Kelly, Curry, Stephen, Lawson, Stuart, Moxham, Noé e Røstvik, Camilla Mørk (2017): Untangling Publishing Acadêmico: Uma História da Relação entre Interesses Comerciais, Prestígio Acadêmico e Circulação de Pesquisa, Zenodo: https://zenodo.org/ registro / 546100 #. WhSeiWMW38t. 19

Respondendo a essa situação, alguns editores aceitaram buscar acordos com instituições e financiadores para cobrir os custos de APCs e de assinaturas em um único pagamento – os chamados acordos de leitura e publicação (RAP). Mas as negociações entre editoras e consórcios de bibliotecas se mostraram controversas, e algumas até terminaram em fracasso.

Juntamente com os modelos de negócios comerciais e baseados em APC para publicação em acesso aberto, deve-se mencionar uma longa lista de iniciativas sem fins lucrativos em nível institucional, nacional ou de disciplina para a publicação de artigos ou livros. Editores de acesso aberto não-APC, por exemplo a Open Library of Humanities (OLH), ou OpenEdition, tem sido especialmente proeminente nas publicações de Ciências Sociais e Humanidades, que tradicionalmente permanecem a uma distância maior dos interesses comerciais. Tais iniciativas não cobram taxas de publicação de artigos ou de livros e, em vez disso, dependem de outras fontes de financiamento, incluindo apoio em espécie, como parte de seus modelos de negócios. Financiamento nacional, subsídios, taxas de filiação e assim por diante contribuem para essa esfera editorial específica.

A complexidade dos fluxos de dinheiro para pagar por dois sistemas paralelos (assinatura e acesso aberto), bem como o tamanho de todo o sistema, é eloquentemente ilustrada no diagrama a seguir, que apresenta a situação no Reino Unido 12. Figura 2: Uma representação gráfica dos fluxos financeiros na publicação acadêmica no Reino Unido (crédito: nota de rodapé 12)

Alguns financiadores e alguns defensores do acesso aberto acreditam que deve haver uma transição rápida do sistema de pagamento pelo acesso ao conteúdo para o pagamento pela publicação de acesso aberto. Por exemplo, a iniciativa OA2020 na Alemanha oferece a alegação de que existe   11 Katie Shamash, “Artigo Processando Encargos (APCs) e Assinaturas. Monitorando os custos de acesso aberto ”27 de junho de 2016. https://www.jisc.ac.uk/reports/apcs-and-subscriptions. 12 Lawson, Stuart, J. Gray e M. Mauri. “Abrindo a caixa-preta de financiamento de comunicação acadêmica: uma infra-estrutura de dados públicos para fluxos financeiros em publicações acadêmicas.” Open Library of Humanities 2, no. 1 (11 de abril de 2016). https://doi.org/10.16995/olh.72

dinheiro suficiente no sistema para passar da assinatura para o acesso aberto.13 A iniciativa, lançada pela Biblioteca Digital Max Planck, está explorando a possibilidade de um lançamento de periódicos por atacado, muitas vezes apresentado como um meio de acelerar a transição para o acesso aberto. No entanto, uma venda por atacado de periódicos para acesso aberto pode ser assimilada a uma nova forma de “Big Deal”; além disso, não aborda problemas subjacentes mais profundos, como a confluência de rankings de prestígio com valor econômico e qualidade da pesquisa. Também mantém títulos de periódicos (ou “marcas”) como uma procuração falha para a avaliação de pesquisas.

O mais proeminente é que o desejo de passar de um sistema que paga pelo acesso ao conteúdo a um sistema que paga pela publicação em acesso aberto foi recentemente e vigorosamente expresso por um grupo de financiadores e outras organizações que publicaram o Plano S em setembro de 2018.). O cOAlition oferece dez princípios concebidos para alcançar o seguinte objectivo: “Até 2020, as publicações científicas resultantes de investigação financiada por subvenções públicas fornecidas pelos conselhos de investigação e organismos financiadores nacionais e europeus participantes devem ser publicadas em Revistas de Acesso Aberto conformes ou em Open Access complacente. Plataformas”. Em essência, a Plan S prevê um futuro em que todos os locais de publicação operam sob um modelo de acesso totalmente aberto. Como tal, parece destinada a perturbar os modelos de negócio de grande parte da publicação acadêmica atual, particularmente a assinatura e os modelos híbridos.14 Por enquanto, o Plan S e seus defensores consideram o modelo híbrido de publicação de periódicos aceitável apenas na medida em que é concebida como uma transição transformadora para abrir o acesso dentro de um prazo de três anos15.

Governos, agências de financiamento e ciência aberta

Governos, financiadores e instituições de pesquisa, assim como os próprios pesquisadores, responderam e influenciaram a evolução do acesso aberto de várias maneiras. Muitos formuladores de políticas sentem que o acesso aberto não alcançou o progresso antecipado há mais de uma década, e isso gerou uma crescente impaciência; muitos também sentem que os custos são muito altos e que a situação deve mudar fundamentalmente. As políticas estão, portanto, sendo revistas, e as instituições, assim como países inteiros, compreendem cada vez melhor o que é necessário para efetuar mudanças no que se tornou um sistema global. O plano S, mencionado acima, ajusta-se facilmente a esse padrão.

Financiadores e formuladores de políticas também se tornaram cada vez mais interessados ​​no conjunto muito mais amplo de questões relacionadas à ciência aberta e acesso às vastas quantidades de dados que fundamentam as descobertas publicadas em artigos de periódicos e outros tipos formais de publicação. Uma discussão significativa girou em torno das possibilidades de dados de pesquisa para aumentar a eficiência da pesquisa, a inovação e a economia. A Comissão Européia, reconhecendo o valor da exploração de dados de pesquisa, criou a Nuvem Européia Open Science (EOSC), que deve se tornar um ambiente transparente para que todos os pesquisadores europeus tenham acesso, processem e compartilhem seus dados.

Além dos dados de pesquisa, outros tipos de resultados de pesquisa estão se tornando cada vez mais valorizados em um ambiente de comunicação acadêmica digital aberta, incluindo, por exemplo, software e protocolos de pesquisa. Eles fornecem a base para novas formas de comunicação de pesquisa e ampliam o escopo dos resultados acadêmicos “legítimos” com novos formatos de publicação, como, por exemplo, documentos de dados e postagens em blogs, entre outros. Eles contribuem para uma mudança nas fronteiras entre a comunicação acadêmica em geral e a publicação acadêmica em particular. Políticas, juntamente com a infra-estrutura e serviços necessários para apoiar estas novas áreas de comunicação acadêmica ainda estão sendo desenvolvidos, 3 “Manifestação de Interesse na Implementação em Larga Escala do Acesso Aberto a Revistas Científicas”, https://oa2020.org/mission. 14 Isso é mais claramente visto na seguinte declaração do site da OCallition S: “não há mais justificativa para que esse estado de coisas prevaleça e o modelo de publicação científica baseado em assinatura, incluindo suas variantes chamadas ‘híbridas’, portanto, deve ser terminado. No século 21, as editoras científicas devem fornecer um serviço para ajudar os pesquisadores a divulgar seus resultados. Eles podem receber o valor justo pelos serviços que estão prestando, mas nenhuma ciência deve ficar trancada por trás de paywalls!’.

 https://www.coalition-s.org/why-plan-s/ 15 https://www.coalition-s.org/feedback/.

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E eles claramente levarão algum tempo para implementar; mas eles terão um grande impacto em todo o panorama da comunicação acadêmica.

Embora as quantias gastas em comunicação acadêmica sejam modestas quando comparadas com os custos gerais de pesquisa, elas não são insignificantes nem extensíveis indefinidamente. De acordo com o 2015 Science Report da UNESCO: em 2030, “a despesa global bruta em pesquisa e desenvolvimento (GERD) totalizou 1,48 trilhão de dólares PPP (paridade de poder de compra) em 2013.” Grande parte dessa despesa refere-se aos tipos de atividades de desenvolvimento realizadas e financiadas. por negócios; mas desses totais, entre um quarto e um terço são financiados pelos governos, e cerca de um quinto (23% na UE em 2016) é realizado pelas universidades16. Os custos associados à comunicação acadêmica são difíceis de estimar. A receita anual gerada pela publicação de periódicos da STM em todo o mundo foi estimada em cerca de US $ 10 bilhões em 2017, com um mercado global estimado em US $ 25,7 bilhões17, uma proporção relativamente pequena quando comparada ao gasto total em P & D.

Com relação aos custos associados a assinaturas e APCs, as universidades e financiadores (que atendem à maior parte desses custos) estão claramente enfrentando problemas de acessibilidade: os aumentos nos preços de assinatura levaram a que os cancelamentos de periódicos se tornassem cada vez mais comuns18. Como visto anteriormente, as dificuldades financeiras das bibliotecas cresceram com a ascensão da APC-Gold OA e dos periódicos híbridos financiados pelas APCs: elas representam um conjunto adicional de custos para as bibliotecas. Na maioria das universidades, os orçamentos das bibliotecas necessários para atender aos novos custos associados às APCs não foram aumentados. O ajuste dos fluxos de financiamento necessários para apoiar uma transição para o acesso aberto é complexo e está longe de ser completo. O que constitui sustentabilidade para um modelo de negócios se traduz em uma questão de acessibilidade para as instituições de pesquisa, e isso tem consequências para o estado da pesquisa em geral.

Até agora, a transição para o acesso aberto é alcançada apenas em parte em nível global, mas está suficientemente desenvolvida para revelar diferenças marcantes entre, por exemplo, o Reino Unido e a América Latina. Na última situação, em contraste com o Reino Unido, as agências nacionais de financiamento estão em grande parte pagando a conta da infraestrutura de publicação, as APCs são raramente usadas e os custos por artigo são comparativamente baixos19. Por outro lado, a combinação atual de acesso aberto baseado em APC e periódicos de assinatura licenciados no Reino Unido se traduziu em custos mais altos para bibliotecas e financiadores. Diferentes níveis e fontes de financiamento formam o pano de fundo de uma paisagem irregular, onde as desigualdades marcantes já existem e podem até aumentar. Na Europa, isso significa prestar atenção às desigualdades entre vários grupos de países dentro da União Europeia.

Conclusão

Em conclusão, é possível afirmar que existem atualmente três principais publicações e negócios em conclusão, é possível afirmar que agora existem três principais modelos de publicação e negócios para publicações acadêmicas.

Em conclusão, é possível afirmar que agora existem três principais modelos de publicação e negócios para publicações acadêmicas.

  1. Subscrições, o modelo predominante. A maioria das assinaturas assume a forma de ‘Big Deals’, em que as instituições – geralmente bibliotecas – pagam assinaturas em nome dos seus principais indicadores de ciência e tecnologia,  volume 2017, edição 2 http://dx.doi.org/10.1787/msti -v2017-2-pt 17 Johnson, R., Watkinson, A. & Mabe, M. (2018) O Relatório STM: Uma visão geral da publicação científica e acadêmica de periódicos, International STM Association, p. 5. https://www.stmassoc.org/2018_10_04_STM_Report_2018.pdf. A mesma figura é encontrada na edição de 2015: Warte, M & Mabe, M., O Relatório STM: Uma visão geral da publicação científica e acadêmica de periódicos, International STM Association, p. 6 http://www.stmassoc.org/2015_02_20_STM_Report_2015.pdf. 18 Anderson, R, (2017) ‘Quando o lobo finalmente chega: Cancelamentos da Big Deal no blog’ Scholarly Kitchen ‘das bibliotecas norte-americanas, 1º de maio de 2017. https://scholarlykitchen.sspnet.org/2017/05/01/wolf-finally Abel L. Packer, “O Acesso Aberto do SciELO: Uma Via Dourada a Partir do Sul”, Revista Canadense de Educação Superior / Revue canadienne d’enseignement supérieur, vol. 39, ns 3, 2009, 111-126. Packer cita um custo de US $ 200 a US $ 600 por artigo. 20 Schonfelder, N. (2018). Espelhando o fator de impacto ou o legado do modelo baseado em assinatura ?, https://pub.uni-bielefeld.de/record/2931061; Stephen Pinfield, Jennifer Salter e Peter A. Bath, “Implementação de acesso aberto com base no ouro: Revistas híbridas, o custo total de publicação”; Desenvolvimento de Políticas no Reino Unido e Além, ”Jornal da Associação de Ciência da Informação e Tecnologia 68, no. 9 (setembro de 2017): 2248–63, https://doi.org/10.1002/asi.23742. 21 Estritamente falando, Green refere-se a artigos revisados ​​por pares e, atualmente, a revisão por pares é fornecida por periódicos existentes. Os periódicos de sobreposição, no entanto, oferecem revisão por pares sobre os repositórios abertos. Veja, por exemplo, o Diário de Análise Discreta, https://discreteanalysisjournal.com/, ou Épijournal de géométrie algébrique, https://epiga.episciences.org/. O primeiro é construído sobre o ArXiv; o último no topo da plataforma Épiscience, projetado para publicar artigos submetidos a partir de um repositório aberto. Apoiar iniciativas de publicação de acesso aberto, incluindo suas próprias plataformas, como funcionários e estudantes para editores para fornecer acesso à literatura necessária. Como mencionado acima, os preços de assinatura aumentaram muito significativamente em termos reais nas últimas décadas.

2. Modelo de publicação de acesso aberto (para periódicos e monografias). Os editores tornam seu conteúdo livre e imediatamente acessível com termos de uso claros. Eles se dividem em duas subcategorias: primeiro, os editores cobram taxas (APCs para artigos, BPCs para livros) quando o conteúdo é aceito para publicação. Os autores ou seus representantes atendem a esses encargos de diversas fontes. Em segundo lugar, os editores cobrem os custos de publicar um periódico ou livro sem cobrar APCs ou BPCs, mas sim de uma variedade de fontes.

3. Modelo de publicação mista (assinatura e acesso aberto). Os editores que praticam o modelo de assinatura oferecem acesso aberto com um grau variável de pontualidade (variando de imediato a um atraso de muitos anos). O acesso aberto imediato em um local de assinatura de outra forma requer o pagamento de APCs, no que é conhecido como um modelo “híbrido” (ou periódicos híbridos). Esses APCs geralmente tendem a ser mais altos que os APCs para periódicos de acesso totalmente aberto. Os chamados periódicos de acesso aberto com atraso tornam todo o seu conteúdo acessível na plataforma do editor em um tempo definido após a publicação, variando de menos de um ano a vários anos. Revistas de acesso aberto híbridas e atrasadas foram projetadas para mitigar os riscos de negócios percebidos associados ao acesso aberto total, e ambos limitam a disseminação da publicação acadêmica.20

Arranjos de licenciamento adicionam complexidade a essa tipologia simples; conteúdo que é gratuito / gratuito para ler pode não ser livre para usar.

 Desenvolvimentos recentes incluem:

 Uma matriz crescente de “diários de sobreposição” que selecionam e publicam conteúdo que já está disponível gratuitamente on-line. Eles apontam para uma possível convergência entre as estradas verde e dourada para abrir o acesso21.

 Transformações no processo de revisão por pares, incluindo a introdução das revisões no registro acadêmico.

 Transformações da noção de “versão de registro” em um “registro de versões” bem definido que reflete as várias avaliações, revisões e comentários que acompanham formas mais flexíveis de publicação possibilitadas pela digitalização.

 Transformação da publicação em vários conjuntos de serviços que tentam responder ao fluxo de trabalho dos pesquisadores, desde as anotações de laboratório até a replicação dos resultados.

Os avanços da tecnologia digital, aliados à busca por abertura e transparência no processo de pesquisa, capacitaram os atores situados em todo o arco da comunicação acadêmica e da publicação para liderar a inovação e a mudança. As universidades, como veremos mais adiante, estão descobrindo que estão em posição de desempenhar todas as funções da comunicação acadêmica por si mesmas. Na verdade, eles estão cada vez mais assumindo um papel de liderança no desenvolvimento de iniciativas de publicação institucional. Da mesma forma, os acadêmicos estão se tornando editores, às vezes inovando em empreendimentos colaborativos, como a Open Library of the Humanities. Os financiadores também estão se tornando diretamente envolvidos no processo de publicação.

Por fim, conceitos de ponta provenientes de pesquisadores envolvem uma desagregação total e uma reestruturação das funções da comunicação acadêmica, que podem ser controladas pelos próprios pesquisadores em uma perspectiva que aproveita ao máximo as possibilidades digitais22.

A publicação de modelos de negócios e programas de financiamento tornou-se muito mais diversificada e complexa nos últimos vinte anos. Cada um deles reflete uma interpretação particular das relações de poder, oportunidades e compreensão das possibilidades das novas tecnologias entre os principais atores envolvidos na publicação e comunicação acadêmica. A evolução do acesso aberto e da ciência aberta está ligada às maneiras pelas quais esses atores cooperam uns com os outros, ou lutam entre si e, por essa razão, seus futuros permanecem obscuros. No entanto, um ponto é certo: a questão não desaparecerá. O status (credibilidade, integridade etc.) e posição (elitismo versus ciência cidadã, escolha de problemas etc.) do conhecimento em nossas sociedades dependem das maneiras pelas quais o acesso aberto e a ciência aberta acabarão sendo modelados e estabilizados.

A palestra do Memorial do Peter de Herbert Van de Sompel em dezembro de 2017 lida com essas questões. O acesso a ele pode ser encontrado no blog de Björn Brembs (16 de janeiro de 2018), intitulado “Por que os periódicos acadêmicos precisam ir”. Veja http://bjoern.brembs.net/2018/01/why-academic-journals-need-to-go/. O desenho animado sobre rodas quadradas (por Björn Brembs) também aparece neste blog (sob uma licença Creative Commons Attribution 3.0 Unported).

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CAPÍTULO 2. COMUNICAÇÃO ESCOLAR: FUNÇÕES PRINCIPAIS E PRINCÍPIOS CHAVE PARA O SÉCULO XXI

Principais funções da comunicação acadêmica

A comunicação acadêmica é mais bem descrita por um conjunto de funções centrais A comunicação acadêmica é mais bem descrita por um conjunto de funções centrais que foram identificadas quando a revista acadêmica mais antiga, a Philosophical Transactions, da Royal Society of London, estava sendo criada em 1665. Como Robert Merton23 observou trezentos anos depois, Henry Oldenburg e Robert Boyle identificou quatro funções-chave necessárias à publicação acadêmica:

 registro, para estabelecer que o trabalho foi realizado por indivíduos ou grupos de pesquisadores em um determinado momento e, portanto, sua reivindicação de precedência;

 certificação, para estabelecer a validade dos resultados;

 divulgação, para tornar os trabalhos acadêmicos e suas descobertas acessíveis e visíveis;

 preservação, para garantir que os “registros da ciência” sejam preservados e permaneçam acessíveis a longo prazo.

Todas as quatro funções permanecem válidas e de importância fundamental hoje e para o futuro previsível. Tomados em conjunto, eles também significam que a comunicação acadêmica eficaz ajuda a construir e sustentar as comunidades de pesquisa. Até recentemente, os editores serviram como provedores para todas as funções principais, com as bibliotecas também participando da disseminação e da importante tarefa de preservação dos resultados acadêmicos.

Nas últimas décadas, a avaliação da pesquisa emergiu como uma função adicional da comunicação acadêmica porque as instituições de pesquisa, financiadores, editores e pesquisadores buscaram mecanismos que possam sustentar julgamentos sobre mérito acadêmico ou significado, bem como seu impacto mais amplo. Como será visto mais tarde, no entanto, a função de avaliação é um dos aspectos mais controversos da publicação acadêmica.

Em um ambiente digital on-line, a facilidade e a rapidez com que a informação pode ser produzida e transmitida em todo o mundo implica que essas funções-chave podem ser desempenhadas por outros meios e distribuídas de maneira diferente entre os diversos atores envolvidos na comunicação acadêmica. Consequentemente, os desenvolvimentos atuais na comunicação e publicação acadêmica são caracterizados pela mudança de papéis, oportunidades e desafios, como será visto mais adiante no relatório.

 Uma visão para o futuro

A Revolução Científica do século XVII acelerou o processo que levou à elaboração de redes de conhecimento distribuídas. Esse movimento pode ser comparado ao processo que leva ao “cérebro do mundo” delineado por H. G. Wells nos anos 1930.2 A visão de Wells repousa sobre todos os seres humanos que participam de alguma forma em todo o conhecimento do mundo. Como o conhecimento é acessível a todos, pesquisadores e outros indivíduos, em todo o mundo, podem se tornar participantes ativos em uma estrutura mundial de inteligência distribuída. Esta poderosa metáfora fornece uma visão de um estado ideal de comunicação acadêmica

23 Robert K Merton, A Sociologia da Ciência: Investigações Teóricas e Empíricas. University of Chicago Press, 1962. 24 Veja acima, nota de rodapé 1.

 25 barreiras ou atrasos na transmissão de sinais para e de indivíduos terão desaparecido, desencadeando assim toda a capacidade e eficiência do cérebro do mundo emergente.

A comunicação acadêmica pode assim ser guiada por um conjunto de princípios que delineamos abaixo. Esses princípios também nos permitem examinar minuciosamente os instrumentos de comunicação acadêmica que são agora dominantes, em especial os periódicos: acreditamos que a comunicação acadêmica precisa desenvolver vetores de conhecimento mais abertos, ágeis e dinâmicos nos quais todos os tipos de documentos, dados e outros materiais ser flexível e interligado rapidamente para comentários e testes durante o processo de pesquisa. Esses novos vetores não deveriam evoluir para parte de uma infraestrutura distribuída e interoperável que forneceria ferramentas de alta qualidade para apoiar os pesquisadores em todas as suas atividades25?

Pesquisadores e suas necessidades devem ser colocados no centro da comunicação acadêmica do futuro. Este sistema de comunicação acadêmica deve apoiar e facilitar o uso do conhecimento e da compreensão para uma gama tão ampla de participantes quanto possível, com uma variedade tão ampla de objetivos quanto possível, incluindo sua integração em novas linhas de investigação e novas formas de educação. Além disso, os benefícios sociais globais nunca devem ser esquecidos, o que significa que o projeto ideal de sistemas de comunicação acadêmica deve incluir acesso imediato e universal, não apenas para as comunidades científicas, mas também para a sociedade em geral.

No sistema de comunicação acadêmica do futuro, portanto, é essencial que o conhecimento e a compreensão criados pelos pesquisadores sejam tratados como bens públicos, disponíveis para o benefício dos membros da sociedade como um todo, para melhorar o bem-estar dos seres humanos em todo o planeta.

Usamos os seguintes PRINCÍPIOS para articular nossa visão para o futuro da comunicação acadêmica, bem como examinar seu status atual.

26 Maximizar o edifício da comunidade de acessibilidade

Maximizar a Usabilidade

Promovendo pesquisa de alta qualidade maximizar o edifício da comunidade de acessibilidade

Maximizar a Usabilidade

Promovendo pesquisa de alta qualidade e sua integridade

Apoiando um intervalo de contribuições em expansão

Facilitando a Avaliação

Uma infraestrutura aberta e distribuída

Promovendo Flexibilidade e Inovação

Equidade, Diversidade e Inclusão

Custo-eficácia

25 Ver “Open Science 2030 – Um dia na vida de um cientista, AD 2030”, disponível em https://ec.europa.eu/research/swafs/pdf/pub_open_science/open_science_2030.pdf. 26 Estes princípios baseiam-se, mas são diferentes, dos Princípios de Viena adotados pela Open Access Network Austria em 2016.

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 1. Maximizando a acessibilidade

A necessidade de uma divulgação eficaz implica fortes esforços para os resultados do trabalho acadêmico facilmente descobertos e abertamente acessíveis a qualquer pessoa com uma conexão à internet; e permitir que leitores e usuários divulguem os resultados de diversas maneiras, incluindo formatos não digitais. A disseminação é uma das principais funções da comunicação acadêmica e é fundamental para os interesses dos autores e dos usuários da informação. Os autores estão ansiosos para garantir que o seu trabalho atinja uma distribuição tão ampla quanto possível, para garantir a máxima reputação e recompensas profissionais. A ampla disseminação é agora muito mais fácil e barata via internet do que nos dias de impressão.

Enquanto os volumes e tipos de resultados da pesquisa continuam a aumentar, a busca por informações geralmente se torna mais fácil e eficiente. No entanto, também levantou questões de sobrecarga de informação. Em um estado ideal, o conteúdo seria facilmente descoberto e as ferramentas de navegação poderiam vincular uma ampla variedade de conteúdo de várias formas. As ferramentas de navegação e descoberta podem ajudar a identificar aspectos da qualidade do conteúdo e sua relevância para um contexto precisamente especificado. Lacunas e barreiras – financeiras, legais, organizacionais e técnicas – entre a descoberta e o acesso seriam eliminadas. Conteúdos potencialmente relevantes, uma vez identificados, seriam acessados ​​em um ou dois cliques; poderia ser reutilizado e redistribuído sujeito apenas às normas do comportamento acadêmico, tendo em mente o benefício social e o bem público. Pesquisadores, estudantes, outras pessoas interessadas teriam todos os direitos para fazê-lo. Uma vez tornados públicos, os resultados da pesquisa devem, por padrão, não sofrer atrasos em serem livremente acessíveis e reutilizáveis, juntamente com todo o material relacionado e relevante.

2. Maximizando a usabilidade

Publicações e os dados e materiais que os rodeiam devem ser prontamente utilizáveis ​​e compreensíveis (tanto por máquinas como por pessoas). O valor intelectual diminui se as barreiras técnicas e legais limitarem os usos aos quais o conteúdo pode ser colocado. Em um estado ideal, os usuários – auxiliados por máquinas – poderiam reutilizar, compartilhar e modificar livremente, tanto itens de conteúdo individuais quanto coleções amplas de conteúdo. Uma infraestrutura bem projetada baseada em padrões abertos forneceria uma ampla gama de ferramentas interoperáveis ​​baseadas em software livre e aberto para facilitar o uso, a análise e a redefinição de várias saídas de pesquisa, incluindo dados. As restrições de licenciamento, se necessário, devem ser limitadas a preservar valores sociais importantes, como a privacidade. Uma ampla rede internacional de instituições públicas supervisionaria os mecanismos eficazes necessários para a administração ativa e a preservação de todos os resultados da pesquisa a longo prazo.

3. Apoiar uma gama crescente de contribuições

Com a revolução digital, os pesquisadores estão produzindo e usando dados e outros saídas em volumes e variedade sem precedentes. Além disso, os resultados digitais nascidos em todas as etapas da pesquisa estão adquirindo uma importância crescente entre as comunidades de pesquisa. Em um estado ideal, os dados, materiais associados e outras contribuições de pesquisa seriam registrados, certificados, disseminados, preservados e avaliados em pé de igualdade com os textos publicados formalmente relatando os resultados da pesquisa. Eles também se adequariam aos princípios FAIR (Findable, Accessible, Interoperable, Reusable) 27 para garantir longevidade e reutilização. Uma ampla gama de contribuições seria acessível e utilizável o mais cedo possível. Desta forma, eles estariam abertos a comentar, testar e alterar, aumentando assim a construção de comunidades de pesquisa.

4. Uma infraestrutura distribuída e aberta

Os pesquisadores devem poder contar com uma infra-estrutura interconectada globalmente que responda plenamente às suas necessidades, tanto como leitores quanto como produtores de conhecimentohttps://www.go-fair.org/fair-principles/ e https://publications.europa.eu/en/publicationdetail/-/publication/7769a148-f1f6-11e8-9982-01aa75ed71a1/language -en / format-PDF / source80611283

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Neste 27 ver infra-estrutura, elementos essenciais para a função do sistema central devem permanecer nas mãos do público, enquanto diferentes tipos de serviços podem ser fornecidos por uma série de organizações e iniciativas, tanto públicas como privadas. Em um estado ideal, a infraestrutura permaneceria totalmente aberta, e os serviços permaneceriam amplamente distribuídos, de modo que nenhuma organização única conseguiria dominar indevidamente o sistema de comunicação em que os pesquisadores dependem. A abertura, como parte da governança da infraestrutura, é crucial para garantir a capacidade de resposta às necessidades em mudança. As barreiras, portanto, devem ser minimizadas, para que os serviços possam ser inventados, agregados, desagregados e reorganizados de novas maneiras. Os pesquisadores seriam contribuintes ativos para moldar ferramentas e serviços por meio de um sistema de recompensas e incentivos que levaria essas contribuições em consideração.

5. Equidade, diversidade e exclusividade

A universalidade é uma das normas fundamentais da ciência introduzidas por Robert Merton. Refere-se à possibilidade de qualquer um contribuir para a produção de conhecimento científico, independentemente de origem étnica, religião ou crenças políticas, mas também gênero e outras fontes potenciais de discriminação. Esse princípio enfatiza a importância de contribuições eqüitativas para moldar esse conhecimento.28 Com efeito, essa norma cobre a necessidade de promover diversidade, eqüidade e inclusão no futuro estado da comunicação acadêmica, quebrar as desvantagens estruturais e evitar preconceitos sociais arraigados.

Em um estado ideal, políticas e práticas seriam implementadas, juntamente com incentivos, para garantir que aqueles atualmente sub-representados tivessem chances iguais de participar na produção e uso do conhecimento. Isso inclui a oportunidade de formular perguntas que, sem essa preocupação, permaneceriam negligenciadas ou insuficientemente estudadas. Para além do acesso e participação equitativos na produção e disseminação do conhecimento, este princípio também salienta a importância da diversidade por parte dos fornecedores e operadores de infra-estruturas académicas.29 Isto implica a pluralidade de abordagens sensíveis às necessidades das comunidades de investigação e do público, bem como como equilibrar os interesses de todos os participantes contra o domínio excessivo e consolidação do poder entre muito poucos. Também apoia a produção e disseminação do conhecimento como um bem público.

6. Construção da comunidade

A participação e a participação em comunidades de pesquisa são essenciais para os pesquisadores: eles querem ver seu trabalho amplamente compartilhado e reconhecido e aproveitar o trabalho de outros para sua própria pesquisa. Uma rede de conhecimento distribuída depende de discussões contínuas e vigorosas à medida que diferentes indivíduos e grupos abordam questões e problemas de diferentes maneiras. A eficácia e a velocidade da comunicação dentro e entre as comunidades de pesquisa são vitais para a cooperação e a competição, e não deve haver barreiras para uma comunicação de pesquisa rápida e eficaz.

Em um estado ideal, redes globais de colegas equilibrariam a busca por velocidade com atenção à integridade e confiabilidade. Os pesquisadores colaborariam em projetos e disseminariam e (re) usariam os resultados da pesquisa não apenas dentro de suas comunidades locais, mas mais amplamente. Construir e sustentar comunidades de pesquisa, e apoiar a comunicação e a conectividade entre diferentes comunidades, seria reconhecido e recompensado como formas de aumentar a confiabilidade e a integridade do processo acadêmico.

7. Promoção de pesquisa de alta qualidade e sua integridade

A certificação é um elemento crítico na comunicação acadêmica: assegura que a pesquisa atenda aos padrões de qualidade e integridade acordados pela comunidade. Está relacionado à norma de Merton de “ceticismo organizado”.

28 Veja também https://ocsdnet.org/manifesto/open-science-manifesto/ 29 Veja também Jussieu Call for Open science e bibliodiversity: https://jussieucall.org/jussieu-call/

 28

A revisão por pares tornou-se fundamental para a certificação; é um processo ao qual a comunidade de pesquisa está profundamente ligada como um filtro de qualidade. Visa garantir que a pesquisa seja tecnicamente sólida e que os erros possam ser identificados e corrigidos; que o processo de pesquisa é totalmente evidenciado, e os resultados propriamente apresentados; que a pesquisa atende a padrões éticos e de relatórios relevantes; e que a evidência de negligência é colocada em prática. As formas e práticas de revisão por pares têm mudado significativamente ao longo do último meio século, em uma busca não apenas pelo rigor acadêmico, mas também pela transparência, justiça e por evitar preconceitos ou conflitos de interesse. No entanto, a revisão por pares também se expandiu para a área de avaliação de contribuições de pesquisa, examinando aspectos como novidade e impacto dos trabalhos.

Em um estado ideal, a certificação e a garantia de qualidade se baseariam em procedimentos de revisão por pares inteiramente transparentes, que, além do mais, seriam regularmente revisados ​​e modificados em resposta a mudanças nas necessidades. Diferentemente da revisão por pares pré-publicação, que bloqueia a liberação imediata e o rápido compartilhamento de descobertas, a certificação acompanharia naturalmente o registro de versões sucessivas de todos os tipos de resultados e descobertas de pesquisa. Os revisores seriam devidamente reconhecidos como importantes colaboradores de uma linha de pesquisa. O registro acadêmico incluiria não apenas uma versão de registro, mas um registro de versões de todos os tipos diferentes de contribuições produzidas.

8. Facilitando a avaliação

Julgamentos sempre foram baseados em vários critérios, incluindo significância intelectual dentro de um campo; relevância para uma questão, questão ou problema fundamental de pesquisa; ou impacto e alcance além da comunidade de pesquisa30. Usar uma gama de critérios é necessário porque o valor intelectual de qualquer pesquisa não pode ser reduzido a uma única métrica. Em um estado ideal, a avaliação abrangeria toda a gama de contribuições de pesquisa, incluindo as contribuições individuais que os pesquisadores fazem para os trabalhos coletivos31. Seria sensível às exigências de diferentes disciplinas e tipos de pesquisa e empregaria uma ampla gama apropriada de ferramentas e técnicas. Os critérios, as metodologias, os benchmarks, os dados e as métricas que fundamentam os julgamentos seriam transparentes e justos; eles seriam diversos, qualitativos e quantitativos; eles seriam mantidos sob revisão regular e revisados ​​quando necessário; e levariam em conta as diferentes necessidades dos pesquisadores, seus empregadores, financiadores e outros usuários. Em outras palavras, eles seriam adequados para o propósito.

9. Promoção da flexibilidade e inovação

A capacidade de resposta às necessidades dos pesquisadores que trabalham em diferentes disciplinas e assuntos, em diferentes instituições e contextos e em diferentes tipos de pesquisa exige flexibilidade e diversidade: o que funciona para um campo ou domínio, ou parte dele, pode não funcionar para outro. Há, portanto, a necessidade de um equilíbrio apropriado entre a padronização e o atendimento das necessidades de comunidades específicas. Além disso, há uma necessidade de experimentação e inovação no sistema de comunicação acadêmica – tanto em aspectos sociais quanto técnicos – para explorar novas oportunidades e responder às necessidades em mudança. In an ideal state, there would be regular dialogue between different research communities and specialists in design processes and socio-technical aspects of scholarly infrastructures, and with the full range of service providers and agents in scholarly communication. Services would be revised and reconfigured as a result. There would be a regular flow of new experiments and new entrants; and members of different research communities would   30 The ways in which scholarly contributions are evaluated long remained a blind spot among historians and sociologists of science. An important, early paper is Harriet Zuckerman and Robert K. Merton, “Patterns of Evaluation in Science: Institutionalisation, Structure and Function of the Referee System”, Minerva 9, no. 1 (January 1971), 66-100. 31 This is sometimes named “contributor roles”. Compare the CRediT, the Contributor Roles Taxonomy, which has been widely adopted by a range of publishers, https://casrai.org/credit/. 

Em um estado ideal, haveria um diálogo regular entre diferentes comunidades de pesquisa e especialistas em processos de design e aspectos sócio-técnicos de infra-estruturas acadêmicas, e com toda a gama de prestadores de serviços e agentes na comunicação acadêmica. Os serviços seriam revisados ​​e reconfigurados como resultado. Haveria um fluxo regular de novos experimentos e novos entrantes; e membros de diferentes comunidades de pesquisa

estar engajado em garantir que valor e eficácia, escalabilidade e sustentabilidade sejam testados de forma justa e transparente.

10. Custo-efetividade

A comunicação acadêmica deve ser tão econômica quanto possível, e isso inclui aproveitar e alavancar o potencial das tecnologias digitais. Custo-efetividade é uma questão-chave para todos os atores da comunicação acadêmica e para a saúde de todo o ecossistema: renda para provedores de serviços – sejam organizações públicas, sem fins lucrativos ou comerciais – são custos para outros atores, que precisam ser capazes de sustentá-los. A competitividade envolve avaliações de custos em referência a uma série de atividades e serviços. Relaciona-se com, mas diferente de, precificação – uma distinção muitas vezes negligenciada nas discussões em torno da economia da publicação acadêmica.

Em um estado ideal, custos, configurações de preços e receitas seriam todos transparentes, juntamente com os fluxos financeiros entre todas as partes. Haveria relações claramente definidas entre esses custos e os tipos e níveis de serviço prestados, e os serviços deveriam ser acessíveis aos compradores. Novos sistemas e processos significativamente diferentes daqueles herdados do passado poderiam ter o potencial de reduzir os custos das principais atividades e serviços. O rendimento para apoiar os serviços viria de uma variedade de fontes; e esquemas de financiamento de pesquisa seriam projetados para apoiar a experimentação e uma gama de serviços para atender às necessidades de mudança.

CAPÍTULO 3. ALGUMAS FALHAS DE CHAVES

 Usando os princípios definidos anteriormente como uma estrutura, este capítulo se propõe a discutir algumas deficiências importantes do atual sistema de comunicação acadêmica.

Em relação ao princípio geral da erudição como bem público, o Relatório Finch afirma: “O princípio de que os resultados da pesquisa que foi financiada publicamente devem ser de livre acesso ao público é atraente e fundamentalmente irrespondível” 32. Por sua parte, as agências financiadoras estão cada vez mais preocupadas com o fato de que as restrições de acesso e reutilização de descobertas de pesquisas sejam incompatíveis com os benefícios que elas buscam alcançar: avançar o conhecimento e melhorar o bem-estar público.

Na prática, no entanto, os resultados e resultados da pesquisa nem sempre são tratados espontaneamente como bens públicos. Grande parte do material produzido pelos pesquisadores – dados, software, protocolos e assim por diante, que muitas vezes são críticos para a compreensão e interpretação das descobertas – nunca é acessível além do âmbito das equipes que os criaram. E a maioria das descobertas que são publicadas são tratadas, em termos de economistas, não como bens públicos, mas como bens de clube: embora não-rivais, o acesso a produtos de clube é concedido exclusivamente àqueles que pagaram por isso, ou desfrutam de alguma forma. de acesso restrito a eles.33

1. Maximizando a acessibilidade

Acessibilidade inclui acesso e descoberta. Maximizar o acesso significa remover todas as barreiras, técnicas, restritivas (como embargos) e financeiras, que podem impedir o uso e a reutilização do conhecimento registrado. Os embargos obviamente limitam o acesso para aqueles que não têm acesso a assinaturas. Maximizar a descoberta exige que a pesquisa chegue à atenção dos pesquisadores (e outros) para quem é relevante e de valor. Os atrasos entre a submissão e a publicação de artigos tendem a dificultar a comunicação rápida e eficaz. A complexidade e variabilidade do panorama da comunicação acadêmica é desafiadora e pode, às vezes, atrapalhar, em vez de ajudar na comunicação entre os pesquisadores.

Os esforços feitos em todo o mundo nos últimos anos para aumentar as quantidades de conteúdo acadêmico em acesso aberto tiveram um certo grau de sucesso: alguns relatórios sugerem que um quarto de todos os artigos acadêmicos são abertamente acessíveis34. Outros relatórios sugerem que, para os países intensivos em pesquisa, até 50% dos artigos estão publicamente disponíveis.35 Não obstante, assinaturas e outras barreiras significam que uma grande proporção de conteúdo acadêmico ainda pode ser difícil e dispendiosa de acessar para muitos leitores em potencial. e usuários, especialmente aqueles sem acesso a assinaturas institucionais.

  32 “Acessibilidade, sustentabilidade, excelência: como ampliar o acesso a publicações de pesquisa. Relatório do Grupo de Trabalho sobre a Expansão do Acesso aos Resultados da Pesquisa Publicada”, junho de 2012. Aceito 16 de julho de 2012. Os defensores do acesso aberto, no entanto, não pedem que os resultados da pesquisa sejam colocados no “domínio público ”conforme definido na lei de direitos autorais. 33 Jason Potts, John Hartley, Lucy Montgomery, Cameron Neylon e Ellie Rennie, Prometheus, vol. 35 No 1 (2017), “Uma revista é um clube: um novo modelo econômico para publicações acadêmicas”, 75-92. DOI: 10.1080 / 08109028.2017.1386949 34 Piwowar H, Priem J, Larivière V, Alperin JP, Matthias L, Norlander B, Farley A, J Oeste, Haustein S. 2018. O estado de OA: uma análise em larga escala da prevalência e impacto dos artigos do Acesso Aberto. PeerJ 6: e4375 https://doi.org/10.7717/peerj.4375. 35 Essas proporções não levam em conta publicações ilegais em sites de compartilhamento ou de artigos coletados pelo site ilegal da Sci-Hub. Veja Universidades do Reino Unido (2017) Monitorando a Transição para o Acesso Aberto. A Science Metrix (2018), por sua vez, estima que a maioria dos principais países em pesquisa tenha mais de 50% de seus documentos legalmente disponíveis gratuitamente na Internet. Veja Suporte analítico para indicadores bibliométricos. Disponibilidade de acesso aberto de publicações científicas.

A capacidade de descoberta e navegação dos resultados da pesquisa melhorou com o desenvolvimento de portais, plataformas e ferramentas analíticas relacionadas; com bancos de dados e mecanismos de busca mais abrangentes; e com melhores metadados (legíveis por máquina). Mas os problemas de interoperabilidade permanecem. Serviços proprietários e comerciais, muitas vezes por razões competitivas, tendem a permanecer fragmentados, enquanto os pesquisadores buscam uma cobertura abrangente. A jornada desde a descoberta até o acesso a artigos de periódicos e outros recursos acadêmicos permanece cercada de bloqueios e falsas trilhas para muitos usuários36. Finalmente, os resultados da pesquisa são muito menos detectáveis ​​e acessíveis para atividades de pesquisa avançada, como a mineração de texto e dados, devido às restrições de uso impostas por alguns editores. Em suma, as atuais leis de propriedade intelectual não estão bem adaptadas às necessidades dos pesquisadores e de outros usuários e, como resultado, funcionam de maneira menos eficiente e eficaz do que poderiam fazer. Isso tem um custo para toda a sociedade37.

2. Maximizando a usabilidade

Fazer as duas publicações, e os dados e materiais que as cercam, prontamente utilizáveis ​​e compreensíveis (tanto por máquinas quanto por pessoas) implica em metadados padronizados, informações contextuais essenciais e normas comunitárias para tais dados. Também implica o desenvolvimento e adoção de padrões abertos e medidas para melhorar a interoperabilidade. Tendo em mente as lições aprendidas na Internet, as soluções distribuídas e em rede que envolvem padrões abertos serão mais ágeis e robustas do que as soluções proprietárias centralizadas.

Como mostra o exemplo de artigos de periódicos, apenas uma minoria de artigos de periódicos – principalmente os publicados em periódicos de acesso aberto – é disponibilizada aos leitores com declarações de licenciamento que lhes concedem direitos totais e inequívocos de reutilizá-los ou redistribuí-los.38 Com os repositórios, os direitos de uso para as diferentes versões postadas em sites diferentes geralmente não são claros, porque eles não têm uma licença especificada. Além disso, inconsistências na formatação restringem o potencial de reutilização computacional de artigos39, e a falta de contexto semântico dificulta a recuperação da informação. No futuro, essas deficiências podem ser agravadas pela questão da preservação: proteger o conteúdo digital a longo prazo continua sendo um problema não resolvido, e a estrutura de governança necessária para esse projeto continua indefinida.

3. Apoiar uma gama crescente de contribuições

Fluxos de trabalho de pesquisa são agora predominantemente condicionados por ferramentas digitais, mas os formatos e escopo das publicações acadêmicas permanecem praticamente inalterados desde os dias da impressão, e o progresso em direção a novos modelos que exploram todo o potencial das tecnologias digitais tem sido lento. Os obstáculos para apoiar o crescente leque de contribuições são tanto tecnológicos quanto culturais. Como G. Crane observou há alguns anos, vivemos em uma era de incunábulos digitais com o formato PDF como sua forma emblemática40. 36 Schonfeld, RC (2015) Reunião de pesquisadores onde eles começam: Racionalizando o acesso a recursos acadêmicos Ithaka S + R https://doi.org/10.18665/sr.241038 37 Depois que o Parlamento Europeu votou a favor da alteração da lei de direitos autorais, LIBER, o Associação de Bibliotecas Europeias em recente

36 Schonfeld, RC (2015) Reunião de pesquisadores onde eles começam: Racionalizando o acesso a recursos acadêmicos Ithaka S + R https://doi.org/10.18665/sr.241038 37 Depois que o Parlamento Europeu votou a favor da alteração da lei de direitos autorais, LIBER, o Associação de Bibliotecas Europeias de Investigação, expressou as suas preocupações. Veja https://libereurope.eu/blog/2018/09/12/european-research-innovation-at-risk-after-copyrightvote/. 38 membros da OASPA mostram uso predominante da licença Creative Commons CC BY: Redhead, C (2018) ‘Membros da OASPA demonstram mais um ano de crescimento constante nos números de artigo da CC BY para o post OASPA, 18 de junho de 2018, https : //oaspa.org/oaspa-members-ccby-growth2017-data/ Veja também a análise de licenciamento em revistas híbridas em https://subugoe.github.io/hybrid_oa_dashboard/about.html 39 Vários grupos e iniciativas são buscando resolver esses problemas: veja, por exemplo, JATS4R (JATS para Reutilização) https://jats4r.org/ 40 Gregory Crane et al., “Além da Incunábulos Digitais: Modelando a Próxima Geração de Bibliotecas Digitais”, em Pesquisa e Avançado Tecnologia para Bibliotecas Digitais. 10ª Conferência Europeia, ECDL 2006, Alicante, Espanha, 17-22 de setembro de 2006. Proceedings, vol. 4172, Notas de Aula em Ciência da Computação (Springer, 2006), 353-66.

 32 Os meios de distribuição e acesso foram alterados. Algumas revistas têm em recente

Os meios de distribuição e acesso foram alterados. Alguns periódicos introduziram nos últimos anos políticas – e, em alguns casos, fluxos de trabalho associados – para exigir ou encorajar os autores a fornecer acesso aos dados e outras evidências subjacentes às suas publicações. Mas, na maior parte, os artigos permanecem desconectados dos resultados de pesquisa relacionados; e arranjos para ajudar os autores a tornar os dados e materiais relacionados acessíveis de acordo com os princípios do FAIR são tipicamente desajeitados e onerosos. Também é raro que os leitores possam manipular dados e codificar diretamente de onde são publicados. Juntas, essas limitações significam que os sistemas atuais não permitem a replicação e reprodução de resultados baseada na comunidade. Como o sistema de recompensa para pesquisadores é tão fortemente focado na autoria das publicações, eles sentem pouca necessidade de abordar esses problemas, e os incentivos são raros e irregulares. No entanto, alguns financiadores agora permitem e incentivam os candidatos a incluir em suas solicitações referências a uma gama mais ampla de contribuições acadêmicas e sociais. Os financiadores também exigem cada vez mais planos de gerenciamento de dados e compartilhamento de dados, bem como de outros produtos e contribuições de pesquisa.

4. Uma infraestrutura distribuída e aberta

Algum progresso foi feito no desenvolvimento de padrões abertos para a troca eficiente, agregação e processamento de dados relacionados a processos de comunicação acadêmica (metadados, links entre resultados de pesquisa, dados de eventos, mineração de texto e dados etc.) através de organizações como NISO. e grupos de instituições de pesquisa. Os editores também colaboraram no aprimoramento de metadados e serviços associados, por exemplo, através do Crossref e do Datacite. Também houve investimentos consideráveis ​​e muitas vezes públicos (recursos humanos, financeiros e outros) em plataformas digitais e fluxos de trabalho. Os exemplos incluem o Open Journal Systems, do Public Knowledge Project, e a colaboração da Coko envolvendo o EuropePMC, eLife, Hindawi, Biblioteca Digital da Califórnia e a University of California Press com infraestruturas baseadas em software de código aberto. No entanto, a interoperabilidade de plataformas abertas e fluxos de trabalho continua limitada e sujeita, com muita frequência, à fragmentação inerente de sistemas concorrentes.

5. Equidade, diversidade e inclusividade

Os modos atuais de acesso e participação na produção de conhecimento científico são fortemente moldados por desigualdades estruturais nos níveis individual, institucional e regional. Estes variam de tetos de vidro invisíveis para progressão na carreira impostos a acadêmicas, membros de minorias e outros grupos sub-representados, a vantagens de localização auto-perpetuadas concedidas a trabalhos de instituições de alto prestígio ou países bem-dotados, a certos tópicos de pesquisa sendo negligenciados. nos principais espaços de publicação e sistemas de recompensa41. Tais barreiras à participação mais diversificada e inclusiva derivam da estrutura hierárquica e competitiva da pesquisa, que não corresponde necessariamente a um sistema de comunicação equitativo e distribuído. Quem recebe uma voz e cujo conhecimento é considerado legítimo é amplamente decidido por classificações que determinam a poderosa reputação das principais instituições de pesquisa globais e dos principais periódicos. Essa situação pode inibir fluxos ativos de informação entre os privilegiados e outros que são vistos como menos influentes, ou mesmo periféricos, e, portanto, está em tensão com o imperativo de avançar nosso conhecimento e compreensão do mundo. Finalmente, as APCs, como as assinaturas, criam uma barreira financeira que dificulta a comunicação entre os pesquisadores. Eles são particularmente prejudiciais para os países de baixa renda – um ponto que deve ser lembrado em vista das disparidades econômicas que afetam os estados-membros da Comunidade Européia.

  41 Ver p. Chan L, Kirsop B, Arunachalam S (2011) para o acesso aberto e equitativo à pesquisa e ao conhecimento para o desenvolvimento. PLoS Med 8 (3): e1001016. doi: 10.1371 / journal. pmed.1001016.

33

6. Construção da comunidade

A (r) evolução digital continua a afetar todos os processos, fluxos de trabalho e comportamentos associados à pesquisa, incluindo a construção de comunidades e os vínculos entre pesquisadores.

42 Richard Van Noorden, “Colaboração on-line: cientistas e a rede social”, Nature 512, no. 7513 (13 de agosto de 2014): 126–29, https://doi.org/10.1038/512126a. 43 Björn Brembs, “Revistas científicas de prestígio lutam para alcançar uma confiabilidade mediana”, Frontiers in Human Neuroscience 12 (20 de fevereiro de 2018), https://doi.org/10.3389/fnhum.2018.00037. 44 Sarah de Rijcke et al., “Práticas de avaliação e efeitos do uso de indicadores – uma revisão da literatura”, Research Evaluation 25, no. 2 (abril de 2016): 161–69, https://doi.org/10.1093/reseval/rvv038.

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influencia seus comportamentos como usuários, quando selecionam o que ler. Também pode distorcer os processos de seleção de editores e revisores45, quando a busca por citações concorre com a preocupação com a qualidade, particularmente quando um artigo é considerado muito inovador ou incomum, lida com uma área negligenciada de pesquisa ou é considerado muito romance e / ou impactante. Revistas locais ou regionais importantes são frequentemente excluídas das bases de citações Web of Science ou Scopus, como o exemplo da Scientific Electronic Library Online (SciELO) lançada inicialmente para periódicos em países da América Latina e Caribe experimentou no passado46. Mas a contínua influência da JIF nas decisões de recrutamento e promoção, e também no sucesso em ganhar bolsas de pesquisa e prêmios, significa que pesquisadores, instituições e financiadores muitas vezes sentem que não podem se dar ao luxo de ignorá-la47. A relevância do JIF confere a essa métrica única (e à empresa que a supervisiona – Clarivate Analytics – um poder insalubre sobre o ecossistema de pesquisa. Embora outras métricas tenham sido desenvolvidas, algumas baseadas em citações de periódicos, como o JIF, outras sobre métricas alternativas de uso, impacto em redes e mídia, nenhuma minou ainda seriamente o domínio do JIF.

Com relação ao uso de métricas em geral, deve-se enfatizar que as métricas baseadas em pontos de venda nunca devem ser usadas como proxy para avaliar o desempenho de indivíduos ou trabalhos individuais; As métricas quantitativas baseadas no nível do artigo nunca devem ser usadas como uma única proxy, mas apenas para apoiar julgamentos qualitativos48. Preocupações estão sendo cada vez mais expressas sobre a necessidade de métricas sensíveis às diferenças entre disciplinas e disciplinas. Maior transparência é necessária na coleta e análise dos dados nos quais as métricas são baseadas, para permitir a verificação; e para escrutínio regular e revisão de métricas, seu uso e efeitos. Assim, nenhuma métrica única deve ser tratada como conclusiva, mas sim como um conjunto de evidências para fornecer uma imagem mais arredondada. As avaliações de pesquisa nunca devem se basear apenas em métricas, mas em avaliações de especialistas apoiadas por um portfólio de evidências apropriadas ao objetivo, uma visão também apoiada pelo Grupo de Trabalho do OSPP sobre Recompensas em Ciência Aberta49. A mensagem é clara: certas características do sistema de comunicação acadêmica podem ser úteis para a avaliação, mas o uso atual de métricas, largamente baseado em citações obtidas por periódicos, leva a classificações, e elas apontam para prestígio percebido e não para qualidade.

9. Promoção da flexibilidade e inovação

A oportunidade para a transformação em múltiplas camadas na comunicação acadêmica oferecida pelo45 Veja, por exemplo, Cowley, Stephen J. “Como a revisão por pares restringe a cognição: na linha de frente no setor do conhecimento”. Frontiers in Psychology 6 (2015).

https://doi.org/10.3389/fpsyg.2015.01706. 46 W. Wayt Gibbs, “Ciência Perdida no Terceiro Mundo”, Scientific American 273, no. 2 (1995): 92-99, https://www.jstor.org/stable/24981594. Rogério Meneghini e Abel Packer, “Existe ciência além do inglês?”, Relata EMBO (2007) 8, 112-116. DOI 10.1038 / sj. embor.7400906. 47 Existe uma literatura considerável sobre esse tópico. Veja, por exemplo, o editorial de Bruce Alberts na Science, “Impact Factor Distortions”, Science, vol. 340 (17 de maio de 2013), 787.10.1126 / science.1240319. 48 Hicks, D. et al (2015) O Manifesto de Leiden para métricas de pesquisa Nature 520, 7548 https://www.nature.com/news/bibliometrics-the-leiden-manifesto-for-research-metrics-1.17351; Declaração de São Francisco sobre Avaliação de Pesquisas https://sfdora.org/read/; Wilsdon, J. et al (2015) A Maré Métrica, HEFCE, http://www.hefce.ac.uk/media/HEFCE2014/Content/Pubs/Independentresearch/2015/The ,Metric,Tid / 2015_metric_tide. pdf. Atualmente, Dora está coletando boas práticas de avaliação: https://sfdora.org/good-practices/research-institutes/. 49 Grupo de Trabalho do OSPP sobre Recompensas em Ciência Aberta, Avaliação de Carreiras de Pesquisa reconhecendo plenamente as Práticas Abertas da Ciência. Recompensas, incentivos e / ou reconhecimento para pesquisadores que praticam o Open Science. (CE, Direção Geral de Pesquisa e Inovação, julho de 2017), p. 13. https://doi.org/10.2777/75255

35 participantes que buscam efetuar mudanças significativas na paisagem geral. Além disso,

participantes que buscam efetuar mudanças significativas na paisagem geral. Além disso, os novos entrantes, quando aparentemente bem-sucedidos, têm sido regularmente adquiridos por grandes editores e outros provedores de serviços.50 Embora tais aquisições possam ter facilitado a inovação em alguns casos, elas também podem ter sido realizadas para controlar o ritmo e a orientação das inovações. Alguns editores, sociedades científicas, universidades, financiadores e outros buscaram ativamente novas maneiras de explorar as tecnologias e as possibilidades da revolução digital. Mas a aceitação da inovação por essas instituições tendeu a se concentrar em adaptar as formas tradicionais de comunicação acadêmica, especialmente artigos de periódicos e monografias, às novas tecnologias. Em contraste, os mesmos tipos de práticas de compartilhamento informal que as tecnologias digitais facilitaram foram explorados principalmente por grupos de indivíduos inovadores, mas com relativamente pouco efeito no sistema geral de comunicação acadêmica. Novas tecnologias ou indivíduos inovadores não são suficientes para injetar flexibilidade no sistema acadêmico de comunicação, e atores como financiadores devem examinar se alavancam seus consideráveis ​​recursos financeiros da maneira mais completa possível.

10. Custo-efetividade

Ao procurar realizar plenamente o potencial das tecnologias digitais, a comunicação acadêmica deve envolver esforços de todos os atores – instituições de pesquisa e suas bibliotecas, financiadores, editores, bem como os próprios pesquisadores. Com o advento dos computadores e da internet, as expectativas eram de que os custos de produção, armazenamento e disseminação diminuíssem de formas muito significativas. No entanto, os preços continuaram a subir, em parte porque o número de contribuições continuou a crescer, mas principalmente porque o preço das publicações acadêmicas não está relacionado aos custos de produção de maneira clara. Mercados bem administrados e regulados, transparentes e competitivos devem fornecer alívio de preços, mas a publicação acadêmica é um tanto oblíqua em relação às forças de mercado51.

A concorrência dentro de um mercado só tem sentido se a natureza dessa competição for claramente entendida e corretamente aplicada à situação sob análise. Na publicação acadêmica, na perspectiva de autores e leitores, os artigos não são substituíveis. Mesmo quando os artigos competem para fornecer a solução finalmente aceita para um problema, esse tipo de competição aponta para a seleção da tese mais forte a ser preservada no arquivo acadêmico e na memória coletiva, em vez de em alguma progressão em “quotas de mercado”. A identificação da melhor qualidade em artigos de pesquisa não coincide com a descoberta de qual periódico possui o maior número de citações.

A situação que acabamos de descrever é exacerbada pela falta de transparência em torno dos verdadeiros custos de publicação, possibilitada pelo exercício de controle na publicação acadêmica por algumas empresas: acordos de não divulgação entre editoras, de um lado, e instituições de pesquisa e suas bibliotecas, por outro, manter a opacidade do preço.

Parte da solução para a questão da melhoria da comunicação acadêmica está indubitavelmente ligada ao desenvolvimento de novos sistemas, bem diferentes daqueles herdados ou adaptados do passado recente, mas a tecnologia sozinha não será suficiente. As formas pelas quais o dinheiro flui, de acordo com o que governa e para o qual os atores também são fatores importantes nessa discussão. Concorrência, sempre que se aplica, deve ser para serviços de apoio à comunicação acadêmica, não para citabilidade de conteúdo, e deve ser acompanhada de transparência em torno dos custos associados a esses serviços. Há também a necessidade fundamental de reformar o papel que os periódicos desempenham na avaliação da pesquisa.

  Larivière, V., Haustein, S. e Mongeon, P. (2015). O Oligopólio dos Editores Acadêmicos na Era Digital. PLOS ONE, 10 (6), e0127502. Doi: 10.1371 / journal. pone.0127502 51 Albert N. Greco, “Bibliotecas Acadêmicas e a Economia da Publicação Científica no Século XXI: Teoria do Portfólio, Diferenciação do Produto, Aluguel Econômico, Discriminação Perfeita de Preço e o Custo do Prestígio”, Journal de publicação acadêmica 47, não. 1 (outubro de 2015): 1–43, https://doi.org/10.3138/jsp.47.1.01.

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Considerações finais

Pouco foi dito nas páginas anteriores sobre as dificuldades peculiarespelas ciências sociais, as humanidades (SSH) e os ciclos de vida de sua principal moeda intelectual – monografias. O aumento do custo dos periódicos científicos, tecnológicos e de medicina (STM) tem sido freqüentemente alcançado com a redução das aquisições de monografias de SSH, diminuindo assim sua acessibilidade, mas também dificultando sua publicação. Oferecer novas maneiras de publicar resultados significativos de SSH e conectá-los ao sistema de recompensas dessas disciplinas é de grande importância.

As disciplinas de SSH também mantiveram formas não quantitativas de avaliação de pesquisa, demonstrando assim que tais práticas não são apenas possíveis, mas também eficazes. Outras disciplinas podem encontrar idéias e processos interessantes para ir além do foco atual em um sistema onemétrico.

Se o ecossistema da comunicação acadêmica está em conformidade com os princípios delineados no capítulo 1, a cultura atual – fortemente arraigada – de recompensas e incentivos para os pesquisadores precisa ser modificada, mas isso dificilmente é uma tese nova: as instituições também precisam mudar. Em particular, as agências de financiamento deveriam estudar de perto as distorções de um sistema de avaliação baseado em citações sobre os esforços de pesquisa e seus resultados: os trabalhos publicados realmente correspondem ao programa de projeto subsidiado e suas orientações e objetivos originais?

Atualmente, os incentivos para a maioria dos cientistas ainda se concentram na publicação em periódicos de alto prestígio, com status medido por classificações baseadas no JIF. Os financiadores, as instituições e os próprios pesquisadores, bem como os editores, são todos cúmplices do peso importante que atribuem a essa medida, mas os pesquisadores têm menos espaço de manobra do que os financiadores ou até gerentes de pesquisa em papéis decisivos. Em um conjunto complexo de relacionamentos auto-reforçadores, a métrica do fator de impacto e o pensamento em torno dela têm efeitos profundos na seleção de pedidos de bolsas de pesquisa, recrutamento e promoção de pesquisadores e no desenvolvimento de parcerias e carreiras de pesquisa. Também afeta as estratégias, modelos de negócios e operações de todos os editores acadêmicos.

Movimentos recentes, seguindo a Declaração de São Francisco sobre Avaliação de Pesquisas (doravante DORA) e o Manifesto de Leiden, para promover um conjunto mais inclusivo de critérios e mecanismos para avaliar o desempenho e o potencial da pesquisa, podem pressagiar algumas mudanças na cultura atual. Se isso acontecesse, teria impactos profundos sobre todos os atores da comunicação acadêmica – na verdade, no ecossistema da pesquisa. Mais do que tecnologia, as práticas sócio-culturais em torno da avaliação da pesquisa são o que está no cerne dos problemas publicação. Assim, a inovação social está no centro das reformas necessárias.

CAPÍTULO 4: ATORES-CHAVE: PERSPECTIVAS, PAPÉIS E RESPONSABILIDADES

 É a tese central deste relatório que os pesquisadores estão no centro dos sistemas acadêmicos de comunicação e publicação. No entanto, muito mais é necessário para completar o quadro das atividades de pesquisa acadêmica: requer considerar todos os principais atores envolvidos, incluindo centros de pesquisa, em particular universidades (e suas bibliotecas), agências de financiamento e formuladores de políticas públicas e privadas, editores de todos os bandas e cidadãos convocados por atividades acadêmicas por motivos pessoais, coletivos, profissionais ou políticos. Cada um desses atores apresenta especificidades que explicam seu posicionamento em relação ao outro.52

Os avanços das tecnologias digitais oferecem novas possibilidades para os atores realizarem uma ou todas as funções nas comunicações acadêmicas. Isso significa que as fronteiras, atividades e papéis tradicionais dos atores tornam-se menos distintos e / ou questionados pelos atores existentes, quer buscando proteger seus papéis ou forjar novos papéis, transformando-se ao mesmo tempo (por exemplo, as bibliotecas como editores). Enquanto isso, com os avanços das tecnologias digitais, novos atores também emergem, muitas vezes na forma de empresas que buscam objetivos inovadores, como a exploração assistida por computador de vários tipos de bancos de dados ou coleções de documentos.

Este capítulo descreve as principais linhas de força que estruturam essa paisagem complexa. Além da fluidez e da natureza mutável de alguns dos principais atores, uma característica importante da paisagem é o papel proeminente do acesso aberto como um padrão de acessibilidade. É também um componente que molda significativamente os modelos de negócios e as práticas dos principais atores.

 1 Pesquisadores e comunidades de pesquisa

Os pesquisadores desempenham vários papéis: por um lado, são usuários e usuários de informação e, nessa posição, tendem a privilegiar a comunicação com outros pesquisadores; por outro lado, buscam crédito e são avaliados por sua carreira. Nessa perspectiva, o processo mais formal de publicação se torna muito importante. É claro que publicar e comunicar se sobrepõem, mas essa distinção geralmente se mantém nas comunidades de pesquisadores. Além disso, deve ser lembrado que os meios de comunicação são muito mais variados e informais do que os meios para publicar. Eles também tendem a ser muito mais inclusivos.

Os papéis dos pesquisadores também variam de acordo com seu status e posição. Para um pesquisador industrial, o patenteamento pode ser preferível à publicação, enquanto o inverso pode ser verdadeiro para um pesquisador em um laboratório universitário. Os pesquisadores seniores têm mais oportunidades de serem guardiões ou juízes do que seus colegas menos experientes. Em particular, uma minoria importante entre eles desempenha um papel formal no processo de publicação, seja como membros de conselhos editoriais de periódicos, seja como revisores.

Os pesquisadores colaboram em equipes dentro e entre instituições, comunidades e países, bem como entre sujeitos e disciplinas. Ao mesmo tempo, os pesquisadores também demonstram um forte comportamento competitivo: inicialmente limitada a ser a primeira a resolver um problema, a competição agora se estende a muitos aspectos da vida de um pesquisador, por exemplo, fundos para seu trabalho que obviamente se traduzem em avanços em suas carreiras53.

  52 Este relatório não enfatiza a indústria e as empresas como atores-chave do sistema de comunicação acadêmica, a menos que seus negócios contribuam diretamente para isso. Por outro lado, reconhece as forças empoderadoras da circulação aberta do conhecimento para a inovação, o setor econômico e a organização global da pesquisa. 53 Ver, por exemplo, Mary Jo Nye, “A República versus O Coletivo: Duas Histórias de Colaboração e Concorrência na Ciência Moderna”, NTM Zeitschrift für Geschichte der Wissenschaften, Technik und Medizin 24, no. 2 (junho de 2016): 169–94, https://doi.org/10.1007/s00048-016-0140-9.

Como usuários de pesquisas produzidas por outros, os pesquisadores têm um grande interesse em uma disseminação e preservação eficazes: eles precisam de acesso rápido e fácil a todas as descobertas relevantes e de valor para elas. Como produtores de pesquisas cuja avaliação afeta suas carreiras, eles são influenciados em seus comportamentos editoriais e de divulgação de pesquisa, bem como padrões de colaboração e design de pesquisa, pelas exigências do procedimento de avaliação que lhes são estabelecidos por suas instituições, agências de financiamento. e os locais de publicação segmentados. Atualmente, isso significa um investimento pesado em periódicos com alto JIF – um elemento importante na avaliação de desempenho. Por outro lado, liberar os resultados de suas pesquisas em acesso aberto é menos diretamente valioso para sua carreira. Experimentar novos modos de disseminação de pesquisa está mais para trás em suas considerações. Se os pesquisadores precisam estar no centro dos sistemas acadêmicos de comunicação e publicação, fica claro que o interesse de muitos pesquisadores no sistema de publicações acadêmicas é limitado em grande parte a duas funções: comunicar-se com seus colegas e avançar em sua carreira. Os pesquisadores geralmente são isolados dos aspectos financeiros dos editores porque seu acesso a periódicos ou publicações em periódicos é pago por suas instituições, suas bibliotecas ou seus financiadores.

Trabalhando parcialmente contra essa tendência, novas tecnologias e serviços agora permitem que os pesquisadores retomem algum controle sobre alguns elementos da publicação, em particular o registro e a disseminação. Eles podem, por exemplo, garantir a atribuição de seu próprio trabalho publicando versões de seus resultados em serviços de acesso aberto e baseados na Web, como um repositório institucional ou um repositório temático, como arXiv e bioRxiv. Ao fazê-lo, eles maximizam a disseminação e acessibilidade ao seu próprio trabalho por si mesmos.

Os pesquisadores dependem de outros pesquisadores para certificar e avaliar seu trabalho, mas a revisão por pares traz atrasos e levanta outras questões, conforme discutido no capítulo anterior. Tais problemas, obviamente, restringem a capacidade dos pesquisadores de publicar e, portanto, obter crédito adequado pelo seu trabalho. Eles podem até afetar os tipos de descobertas publicadas: resultados negativos raramente entram no registro acadêmico, por exemplo.

As sociedades eruditas e eruditas, bem como as comunidades de pesquisadores que cuidam dos interesses de suas disciplinas, estão bem posicionadas para afetar a mudança em todas as funções da comunicação acadêmica. Os seus papéis em aconselhamento e advocacia em assuntos relacionados com políticas de investigação e boas práticas (por exemplo, práticas científicas abertas) e em reconhecer e recompensar o trabalho de alta qualidade significam que eles também estão em boa posição para promover mudanças nos mecanismos de pares. revisão e garantia de qualidade que sustentam a certificação e a avaliação no processo de comunicação acadêmica. No entanto, sua influência será muito maior se eles se ligarem a sociedades equivalentes além das fronteiras nacionais, de acordo com as tendências transnacionais da pesquisa acadêmica, e enfrentarem desafios continentais ou mesmo globais, como uma pandemia.

2 Universidades e instituições de pesquisa

Ao apoiar suas pesquisas e suas missões educacionais, as universidades buscam fomentar o desenvolvimento de comunidades acadêmicas e ambientes nos quais a pesquisa e o conhecimento podem florescer. As universidades também buscam disseminar esse conhecimento para as comunidades de pesquisa e a sociedade em geral.

Como os pesquisadores, as universidades são cooperativas e competitivas. A competição foi exacerbada pela recente introdução de mecanismos de financiamento que dependem de critérios de avaliação quantificados. Tais procedimentos geralmente privilegiam a classificação de perfis institucionais multidimensionais e outras formas mais gerais de reputação. Essa tendência também afetou as maneiras pelas quais professores e alunos foram recrutados, uma vez que o objetivo se tornou responder aos requisitos de avaliação com as soluções que maximizam os fluxos de financiamento.

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Universidades procuram maximizar a disseminação

3 Financiadores de pesquisa e formuladores de políticas

Os financiadores de pesquisa nos setores público e de caridade apoiam a pesquisa para fins públicos. O financiamento da pesquisa como bem público implica uma preocupação especial com a qualidade, o acesso e a divulgação efetiva. Seu papel é vital para a saúde de todo o ecossistema de pesquisa, e suas políticas e mecanismos de seleção são cruciais para determinar o que a pesquisa realmente faz e como é feita. Os financiadores de pesquisa, portanto, podem afetar direta ou indiretamente todas as funções da comunicação acadêmica e têm um poder considerável para promover a mudança. De fato, na presente fase da história, eles podem se destacar como os mais poderosos agentes de mudança.

Os financiadores / agências nacionais de pesquisa estão freqüentemente envolvidos diretamente na avaliação das instituições. Em um contexto amplamente dominado pela nova administração pública, eles tendem a basear a avaliação em uma base de desempenho mensurável destinada a intensificar a concorrência, inclusive na publicação, e estabelecem os parâmetros quantificados de tais avaliações. Eles também organizam avaliações das submissões de subsídios sobre o modelo de revisão por pares, buscando especialistas para selecionar as melhores propostas, conforme julgado na perspectiva de seu programa de financiamento. Os financiadores não foram investidos nas funções de registro e certificação da comunicação acadêmica, mas poderiam fazê-lo, e alguns estão explorando suas possibilidades nesse sentido. Seu principal interesse, em virtude de maximizar os benefícios e eficiências da pesquisa, tem sido a função de disseminação, enquanto, mais recentemente, eles também voltaram sua atenção para a função de preservação da comunicação acadêmica. Em suma, desenvolvendo políticas e financiando publicações, infra-estruturas e definindo requisitos de financiamento, financiadores e formuladores de políticas influenciam as práticas e instituições de pesquisa de maneira mais poderosa.

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Nas últimas duas décadas, centenas de financiadores e formuladores de políticas em todo o mundo estabeleceram políticas para promover e apoiar o acesso aberto para maximizar os benefícios de seus investimentos para o bem público. Cada vez mais, os financiadores apoiam financeiramente o acesso aberto a publicações, bem como a publicação de acesso aberto: alguns fazem isso total ou parcialmente financiando APCs para locais de acesso aberto que cobram por artigo, seja através de fundos APC dedicados ou pagando custos da APC elegíveis em doações. Alguns financiadores forneceram recursos financeiros para suportar infraestruturas de publicação de acesso aberto e locais que não cobram APCs. É o caso, por exemplo, da França, com a Open Edition, no Canadá, da Érudit, na América Latina, com a Redalyc e SciELO. A Comissão Europeia apoia igualmente a criação de capacidade organizacional e tecnológica de infra-estruturas de edição institucionais em toda a Europa, em especial para as ciências humanas e sociais, financiando redes robustas existentes, como a rede OPERAS.

Financiadores, incluindo a Comissão Europeia, também apoiam a gestão institucional de produtos de pesquisa e publicações através de repositórios, apoiando a interoperabilidade através de protocolos e padrões, bem como a cooperação entre redes de repositórios internacionais para publicações e dados, por exemplo através do projeto OpenAIRE. É importante ressaltar que a Comissão Europeia apoiou e está financiando o European Open Science Cloud, uma federação de infraestruturas de dados na Europa e além, para fornecer acesso contínuo a dados e serviços de pesquisa a todos os pesquisadores europeus. Mais recentemente, alguns financiadores – incluindo o Wellcome Trust e a Fundação Bill e Melinda Gates – criaram suas próprias plataformas de publicação, um movimento agora imitado pela Comissão Européia. 54

Essas políticas e iniciativas tiveram uma influência poderosa sobre a orientação da comunicação acadêmica e da publicação em geral e, em particular, a adoção do acesso aberto como um princípio na publicação acadêmica. O recente anúncio do Plan S pela OCourition S é mais um exemplo de como os financiadores colaboram para acelerar o progresso em direção ao acesso abrangente à pesquisa com financiamento público, e o fazem de uma forma que também pode ter um impacto profundo na publicação como um negócio. O afastamento dos periódicos híbridos, conforme descrito no primeiro anúncio do Plan S, pode ter um profundo impacto no mercado de periódicos, uma vez que certos modelos de publicação estão sendo explicitamente caracterizados como não compatíveis com os princípios do Plano S. Pode também ter efeitos importantes na publicação de comportamentos entre pesquisadores.

Finalmente, os financiadores também têm estado ativos na promoção da reforma da avaliação da pesquisa delineada no Manifesto de Leiden e na DORA. Todos os sete conselhos de pesquisa do Reino Unido, por exemplo, assinaram a declaração da DORA, e a coAllition S comprometeu-se a revisar fundamentalmente o sistema de incentivo e recompensa da ciência usando a DORA como ponto de partida.

 4 editores e outros provedores de serviços de comunicação acadêmica

Os editores, tanto comerciais como sem fins lucrativos, são atualmente

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Histórico

Guardado

Comunidade4

 Um concurso para uma plataforma de publicação lançada pela Comissão Europeia em março de 2018 levou à não adjudicação do contrato, mas foi anunciado um novo concurso em novembro de 2018.

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Como observado anteriormente, as tecnologias digitais ofereceram a possibilidade de desagregar as principais funções na comunicação e publicação acadêmica. Isso significa, em particular, que a “publicação” está gradualmente se tornando um processo que envolve um número cada vez maior de atores, e depende da concatenação de muitas operações que podem ser distribuídas por muitas instituições e comunidades, com fins lucrativos e sem fins lucrativos. atores participantes. Assim, colaborações na publicação de iniciativas e serviços nas arenas com fins lucrativos e sem fins lucrativos são bem conhecidas e comuns. Geralmente, uma editora tradicional pode organizar ou apoiar a revisão por pares e é responsável pela parte editorial da publicação, enquanto outras empresas podem fornecer serviços de tecnologia. Mais recentemente, novas empresas inovadoras podem se concentrar apenas em apoiar uma função da comunicação acadêmica, por exemplo, apenas peerreview, enquanto outras ainda fornecem serviços que medem o impacto da pesquisa. Os editores estão adaptando seus papéis em resposta tanto às mudanças de necessidades quanto a esses novos serviços concorrentes, que podem envolver pesquisadores, universidades e instituições de pesquisa, bem como financiadores. Além de suas funções tradicionais no apoio à garantia de qualidade e revisão por pares, os editores participam de inúmeras iniciativas e desenvolvem serviços, muitas vezes em parceria com universidades e outras organizações de apoio à comunicação acadêmica, como padrões abertos ou padrões de metadados (por exemplo, CrossRef e ORCID). indicadores ou serviços que buscam avaliar pesquisas (por exemplo, ImpactStory, Altmetric, Scimago e Plum Analytics).

Em outra linha, algumas organizações buscam fornecer conjuntos de serviços mais integrados para apoiar fluxos de trabalho de pesquisa, desde o desenvolvimento e início de projetos de pesquisa, até a disseminação, preservação e avaliação de resultados, incluindo os vários processos envolvidos no gerenciamento de desempenho. Algumas editoras maiores são ativas nesses desenvolvimentos, assim como algumas empresas relacionadas, como a Clarivate Analytics, a atual proprietária da Web of Science, mas há oportunidades para outras organizações – incluindo universidades e financiadores de pesquisa – no desenvolvimento de iniciativas baseadas em plataforma. tipo. Eles provavelmente terão profundas implicações para o futuro das comunicações acadêmicas, especialmente quando se considera o gerenciamento consolidado de dados e os problemas levantados por sistemas fechados e centralizados.

Os modelos de negócios, particularmente aqueles construídos em torno de lucros ou excedentes (para algumas entidades sem fins lucrativos), são cada vez mais acompanhados por novos esquemas de financiamento, muitas vezes apoiados por dinheiro público e de caridade, ou alguma combinação deles. Os fluxos de financiamento para apoiá-los tornaram-se muito mais diversificados e complexos, com diferenças significativas não apenas entre editores, mas também entre países e financiadores individuais de pesquisa, como já foi visto no primeiro capítulo deste relatório.

os interesses são centrais para o bom propósito público da pesquisa, apesar de nem sempre serem visivelmente ou diretamente incluídos no ecossistema da pesquisa. Para fins analíticos, indivíduos e organizações podem ser divididos em cinco grupos sobrepostos. Primeiro, há profissionais, como engenheiros, médicos, formuladores de políticas etc. Segundo, há aqueles, como pacientes, que precisam de informações de pesquisa confiáveis ​​para lidar com circunstâncias ou problemas específicos. Em terceiro lugar, há alunos e professores que precisam acessar os resultados da pesquisa. Em quarto lugar, há “cientistas cidadãos”. Quinto, há os jornalistas que desempenham um papel crítico em reportar e interpretar pesquisas e seus resultados para o público em geral. Finalmente, há os membros do público em geral (todos nós) que desejam ter algum grau de garantia de que a pesquisa apoiada por fundos públicos e do setor de caridade seja adequadamente conduzida, que os resultados sejam adequadamente apresentados e que o uso adequado e efetivo é feito deles.

Um sistema mais efetivo de comunicação e publicação acadêmica será muito mais aberto a esse conjunto de atores. o que eles podem ganhar, mas também contribuir para toda a empresa do conhecimento. Em suma, os usuários em um sentido mais geral poderiam ter papéis mais ativos.

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Na comunicação acadêmica, embora seu papel na publicação acadêmica seja menos claro. Muitas organizações e indivíduos nos setores público, comercial e sem fins lucrativos têm interesse em acessar os resultados da pesquisa; e, de fato, o público em geral tem interesse na produção, disseminação e uso efetivo do conhecimento, compreensão e expertise de que depende o bem-estar da sociedade. Por isso, é vital que os não-especialistas (que incluem pesquisadores profissionais fora de suas áreas de especialização) tenham oportunidades de se envolver com pesquisas, aprender com isso e até influenciar suas orientações. Essas perspectivas são importantes porque uma ecologia verdadeiramente aberta da comunicação acadêmica ajuda a gerar confiança na pesquisa e em seus resultados. Se essa confiança for perdida, uma época de ceticismo pode surgir, com o risco de que o apoio público aos recursos necessários para promover o conhecimento e a compreensão também seja perdido.

Uma primeira e mais importante barreira à participação ativa dos atores da sociedade no sistema de comunicação acadêmica é o fato de que o acesso ao conhecimento ainda está em grande parte por trás dos paywalls e, portanto, não é prontamente acessível à sociedade em geral.

Vários obstáculos atualmente dificultam o engajamento de não-especialistas com pesquisas e contribuições de pesquisa, como por exemplo, o uso intensivo de linguagem técnica, o uso predominante do inglês como meio de comunicação de pesquisa ou problemas de acessibilidade para deficientes visuais ou disléxicos. outras. Soluções técnicas, como “resumos leigos”, tradução de descobertas em vários idiomas ou ferramentas para deficientes visuais e outras categorias de indivíduos desafiados, podem ajudar a preencher essa lacuna. Também ajudará a compreensão e o envolvimento com a pesquisa. O acesso aberto em seu sentido mais amplo (em particular, removendo quaisquer restrições à reutilização) ajudará a remover os obstáculos legais e técnicos às traduções, formas de exibição e interpretações.

 Conclusão

Dentro de uma paisagem complexa caracterizada por sua fluidez e a natureza mutável de alguns dos principais atores, agências de fomento e centros de pesquisa, incluindo universidades, estão explorando maneiras de assumir algumas das funções de publicação. Os editores, por sua vez, continuam atendendo às necessidades das comunidades de pesquisa por meio da inovação em cada uma das funções de publicação, permanecendo os principais provedores dessas funções. Mas eles também tentam manter o controle sobre a maioria das funções de publicação, a fim de proteger ou aprimorar a sustentabilidade e a lucratividade de seu modelo de negócios. Finalmente, alguns editores também estão explorando maneiras de reprojetar seu modelo de negócios em torno de novas tarefas e serviços, por exemplo, em torno dos vários elementos do fluxo de trabalho de pesquisa completo ou em torno das oportunidades oferecidas por tipos específicos de acesso aberto.

Uma previsão principal pode ser feita sobre a evolução do panorama da publicação acadêmica: não é mais se o acesso aberto será bem-sucedido ou não, já que a maioria dos atores adotou alguma versão dele; é a forma pela qual se estabilizará (pelo menos por um tempo) que importa agora.

APÍTULO 5. AVANÇAR, PASSO A PASSO: RECOMENDAÇÕES AOS PRINCIPAIS INTERVENIENTES DO SISTEMA DE COMUNICAÇÃO ESCOLAR

 Nosso objetivo neste capítulo é identificar os passos que podem ser tomados para fazer o “cérebro do mundo” operar de forma mais eficaz, de acordo com a visão apresentada anteriormente neste relatório. Várias questões foram identificadas como trabalhando contra essa visão. Portanto, estamos oferecendo recomendações para cada um dos principais grupos de partes interessadas, mantendo o foco na eficácia futura da comunicação acadêmica. Enquanto pesquisadores, comunidades e organizações podem agir individualmente, essas ações serão muito mais eficazes com abordagens colaborativas e colaborativas entre os atores. Individualmente, podemos influenciar o sistema; juntos podemos transformá-lo.

1 Pesquisadores e comunidades de pesquisa

A intensidade do ambiente competitivo em que os pesquisadores competem entre si por financiamento e crédito acadêmico, discutidos anteriormente neste relatório, constitui a primeira barreira à mudança: os pesquisadores precisam e querem colaborar, mas as métricas atuais usadas para avaliar a pesquisa, mais proeminentemente a JIF, fornecem poucos incentivos para a cooperação.

Um comportamento cúmplice com esse ambiente competitivo leva a um investimento na comunicação acadêmica como ela é e há muito tempo constitui uma segunda barreira forte contra mudanças que poderiam levar a uma comunicação acadêmica mais eficaz. Dentro de um ambiente tão competitivo, a natureza de bem público das contribuições de pesquisa pode ser facilmente esquecida; a descoberta, o acesso e a usabilidade não são maximizados, e a publicação acadêmica fica aquém dos princípios e do estado ideal que foram delineados anteriormente. Isso explica, em parte, por que, após vinte e cinco a trinta anos de intensa implantação, as tecnologias digitais pouco fizeram para cumprir suas promessas: o status de periódicos e artigos permaneceu praticamente inalterado.

Embora as ferramentas e capacidades tecnológicas atualmente disponíveis possibilitem iniciativas lideradas por pesquisadores para um sistema de comunicação acadêmica que apóie um cérebro global eficaz, os acadêmicos geralmente sentem e percebem que têm pouco poder para realizar essa mudança. Mas eles certamente podem fazer mais do que eles, e podem agir individual e coletivamente, se assim o desejarem. Na verdade, pesquisadores mais jovens começaram a fazê-lo na Europa, por exemplo, com a Academia Jovem Global (GYA) e o Conselho Europeu ou Candidatos a Doutorado e Pesquisadores Júnior (Eurodoc). Pesquisadores em todas as etapas da carreira podem apoiar suas bibliotecas quando estes últimos negociam melhores condições financeiras e de acesso à literatura acadêmica. Eles podem priorizar seu trabalho como editores ou revisores para periódicos que operam mais de acordo com os princípios de nossa visão delineados anteriormente55. Eles podem resistir à tendência de conceder a maioria dos cargos em importantes comitês e conselhos editoriais, principalmente para pesquisadores seniores – um passo que certamente ajudará a diversidade também. Eles podem trabalhar através de sociedades eruditas, sindicatos de professores e outras organizações para se envolverem com financiadores e formuladores de políticas, universidades e instituições de pesquisa, editores e outros provedores de serviços. No entanto, se o contexto competitivo é tão intenso a ponto de trabalhar contra essas questões, relegando-as à insignificância, muitos pesquisadores continuarão a se concentrar exclusivamente em seus problemas.

As mudanças conduzidas pelos pesquisadores dependem fortemente de mudanças no sistema de recompensas: em particular, os julgamentos sobre o valor da pesquisa devem ser baseados diretamente no conteúdo

55 A carta aberta da Public Library of Science de setembro de 2001 oferece um exemplo inicial dessa atitude. Afirma o seguinte: «Para incentivar os editores de nossos periódicos a apoiar este esforço [registro arquivístico da ciência deve ser colocado em uma biblioteca pública internacional on-line], prometemos que, a partir de setembro de 2001, publicaremos, editaremos ou revisaremos e assinar pessoalmente apenas as revistas acadêmicas e científicas que concordaram em conceder direitos irrestritos de distribuição gratuita a todo e qualquer relatório de pesquisa original publicado em até seis meses após a data de sua publicação inicial. https://www.plos.org/open-letter.

44 locais, e deve abranger toda a gama de resultados de pesquisa, incluindo dados e código. istolocal, e deve abranger toda a gama de resultados de pesquisa, incluindo dados e código. Deve ser uma prioridade substituir incentivos que recompensem atividades e comportamentos hostis aos princípios de um ecossistema de comunicação acadêmica eficaz e hostil às práticas da ciência aberta56. Para alcançar um equilíbrio novo e mais saudável entre colaboração e competição, a busca da excelência, porque pode ser identificada apenas por meio da concorrência, não deve sistematicamente (e sistemicamente) tomar o lugar da preocupação com a qualidade. Isso não significa rejeitar a concorrência em todas as circunstâncias; significa apenas prestar atenção aos perigos da gestão da pesquisa exclusivamente através de procedimentos competitivos.

Pesquisadores e comunidades de pesquisa devem:

1. Ao participar de uma avaliação de pesquisa, por exemplo, nas decisões de contratação, promoção, posse e financiamento, concentre-se nos méritos e no impacto do trabalho de um pesquisador e evite o uso de métricas – especialmente métricas baseadas em periódicos – como proxy. Em particular, devem incorporar as recomendações da DORA e do Manifesto de Leiden no processo de avaliação.

2. Assumir a responsabilidade de assegurar que todas as contribuições de pesquisa sejam disponibilizadas abertamente, encontráveis ​​e reutilizáveis ​​de acordo com os padrões da comunidade acordados (incluindo os princípios do FAIR).

3. Aumentar a conscientização e o senso de responsabilidade sobre as implicações de escolhas e ações em funções como autores, revisores e membros de grupos de tomada de decisão.

4. Buscar uma representação equilibrada e diversificada (em termos de gênero, geografia e estágio de carreira) ao buscar colaborações, organizar conferências, convocar comitês e designar editores e revisores, e construir comunidades como as sociedades eruditas.

5. Trabalhar para um maior reconhecimento e apreciação do trabalho de revisão por pares como tarefas centrais de pesquisa. Para este fim, apoiar uma maior transparência, incluindo a publicação de relatórios assinados. Apoiar melhor treinamento e inclusão, e focar na qualidade da pesquisa em revisão por pares57.

6. No caso de comunidades de pesquisadores, como sociedades eruditas, desenvolva políticas e práticas que apóiem ​​os modos de comunicação acadêmica de acordo com a visão descrita acima. Juntamente com as universidades, as sociedades eruditas e outras comunidades de pesquisa precisam alertar e treinar seus pesquisadores para a importância e as responsabilidades de comunicar conhecimento, seja formalmente, por meio de publicações ou por outros meios.

2 Universidades e instituições de pesquisa

As universidades sempre foram atores-chave na comunicação acadêmica no contexto de suas pesquisas e missões educacionais. Em resposta às mudanças promovidas pela revolução digital, aos crescentes volumes e variedades de produtos de pesquisa e ao crescimento do movimento de acesso aberto e, posteriormente, da ciência aberta, muitas universidades e outras instituições de pesquisa estabeleceram novas políticas de comunicação acadêmica. e protocolos e novos serviços. É importante que universidades e instituições de pesquisa continuem desenvolvendo suas funções acadêmicas de comunicação e publicação 56 Ver “Avaliação de Carreiras de Pesquisa reconhecendo plenamente as Práticas Abertas da Ciência.

Recompensas, incentivos e / ou reconhecimento para pesquisadores que praticam o Open Science”, ed. Conor O’Carroll et alii, Direcção-Geral de Investigação e Inovação, Ciência Aberta e Política do EEI, julho de 2017. https://ec.europa.eu/research/openscience/pdf/os_rewards_wgreport_final.pdf. 57 Publons e F1000Research são apenas dois exemplos de sites em que revisões por pares podem ser incluídas no currículo de um pesquisador.

45 mudando a paisagem. Universidades e instituições de pesquisa devem desenvolver estratégias mudando a paisagem. Universidades e instituições de pesquisa devem desenvolver estratégias para publicações acadêmicas que se alinhem às suas missões como instituições e sirvam ao bem público. Eles devem apoiar o papel de suas bibliotecas não apenas como pontos de acesso ao conhecimento, mas como agentes importantes em todas as funções-chave da comunicação acadêmica e da publicação, sempre tendo sempre em mente a missão mais ampla da instituição, que é servir ao bem público.

O poder das universidades individuais para promover mudanças generalizadas no ecossistema de comunicação acadêmica é obviamente limitado. Por isso, é importante que, sempre que possível, eles ajam de forma cooperativa, no espírito de contribuir para a abertura de infraestruturas. Exemplos de ação coletiva já são evidentes em áreas como a preservação digital, com o consórcio de bibliotecas em rede que é responsável pela iniciativa do LOCKSS; e em outras funções de publicação, como registro, disseminação, etc., com o desenvolvimento de uma ampla gama de iniciativas de acesso aberto e ciência aberta (por exemplo, OpenEdition ou a Open Library of the Humanities). Na Europa, organizações como a European University Association (EUA), a Liga Europeia de Universidades de Pesquisa (LERU), a Young European Research Universities (YERUN) e a Associação de Bibliotecas Europeias de Pesquisa (LIBER) podem desempenhar papéis importantes no desenvolvimento de serviços. e iniciativas em toda a gama de comunicação acadêmica e publicação. Diferentes universidades irão, com razão, buscar estratégias diferentes, mas, crucialmente, devem também garantir que os serviços novos e existentes operem explicitamente como parte de uma rede aberta e distribuída. Essa preocupação é ainda mais fundamental quando se assume uma função editorial, como a certificação, que exigiria o trabalho em rede de várias instituições semelhantes para construir um sistema de avaliação que resista ao teste da objetividade, neutralidade e rigor.

Como os principais atores envolvidos na negociação do acesso ao conhecimento por meio do atual sistema de publicação, as universidades e instituições de pesquisa precisam trabalhar para obter mais transparência no sistema de comunicação acadêmica ao negociar acordos para assinaturas e acesso aberto. Eles devem estar cientes dos custos envolvidos na publicação e acesso à pesquisa para tomar decisões informadas e devem se recusar a participar de acordos que não levem a interações comerciais transparentes. Este é, por exemplo, o caso dos acordos de confidencialidade, que dividem as instituições acadêmicas entre si e enfraquecem sua capacidade de negociar com pleno conhecimento das condições vigentes no mercado de revistas.

Dito isto, nada fará mais para promover a mudança de acordo com os princípios estabelecidos neste relatório do que o trabalho concertado e a mudança institucional na área de recompensas e incentivos. Nesta área, as universidades e instituições de pesquisa estão em uma posição poderosa para garantir seu alinhamento com os princípios delineados anteriormente, que levarão a um sistema de avaliação mais transparente e justo para os pesquisadores. Algumas universidades já indicaram que desejam mudar as culturas de incentivo e recompensa adotando os princípios estabelecidos no DORA e / ou no Manifesto de Leiden. Mas deve fazê-lo e, ao avaliar os pesquisadores e o valor de seu trabalho, garantir que eles cumpram na prática os princípios estabelecidos em tais declarações.

Finalmente, a atual estrutura de comunicação e publicação acadêmica, mais uma vez por causa de sua extrema competitividade, leva a uma variedade de escolhas que erram pelo lado da cautela e da conformidade com modelos de pesquisa restritos. Esses modelos tradicionais tendem a ser centrados no branco e nomale e tendem a privilegiar problemas bem estabelecidos, excluindo a originalidade e a inovatividade. Restaurar um senso mais amplo de exploração e um hábito de pensar fora da caixa só pode ser alcançado se recompensas e incentivos incorporarem tais objetivos.

Universidades e instituições de pesquisa devem:

1. Desenvolver políticas e práticas para garantir que todas as contribuições de pesquisa sejam disponibilizadas abertamente, encontráveis ​​e reutilizáveis ​​de acordo com os padrões da comunidade acordados (incluindo os princípios do FAIR).

2. Promover e implementar as recomendações do DORA e do manifesto de Leiden para garantir que a avaliação da pesquisa leve em conta uma ampla gama de contribuições acadêmicas, incluindo artigos de pesquisa, preprints, conjuntos de dados, software, patentes e materiais (por exemplo, na contratação, posse e decisões de promoção).

3. Ao decidir quais infra-estruturas utilizar, apoiar e contribuir, escolha plataformas utilizando software livre ou de código aberto, oferecendo dados abertos através de uma licença aberta e aproveitando padrões abertos sempre que possível. Agir dessa maneira também reforçará as iniciativas lideradas por pesquisadores que visam facilitar a comunicação e a publicação acadêmica.

4. Lutar por uma representação equilibrada e diversificada incluindo, mas não limitado a gênero, geografia e estágio de carreira) ao contratar, buscar colaborações, organizar conferências, convocar comitês e designar editores e revisores de projetos, além de construir comunidades como aprendizes. sociedades.

5. Nas negociações com os provedores de serviços, recusar cláusulas de não divulgação e incluir cláusulas que permitam o controle de custos e preços e o monitoramento da conformidade. Esforce-se para facilitar a ação coletiva com outras instituições, por exemplo, compartilhar dados de custo e preço por meio de iniciativas conjuntas (por exemplo, OpenAPC).

 3 Financiadores de pesquisa e formuladores de políticas

Levando em consideração sua missão e responsabilidade de cuidar do bem público, financiadores e formuladores de políticas têm sido ativos em questões que envolvem comunicação e publicação acadêmica, com ênfase na função de disseminação, como visto no capítulo anterior. Considerando sua poderosa posição para efetuar mudanças que podem (re) moldar a comunicação acadêmica, e visando promover a pesquisa e apoiar o bem público, os financiadores e formuladores de políticas de pesquisa devem seguir de perto as possibilidades abertas pelos desenvolvimentos atuais em comunicação acadêmica e publicação. Eles também devem avaliar suas possíveis funções futuras em todas as funções da comunicação acadêmica e da publicação para o benefício da pesquisa e do bem público através do desenvolvimento de políticas e requisitos relevantes e apoiando diretamente a capacitação em áreas de comunicação acadêmica. Eles também devem avaliar os papéis potenciais de outros atores no sistema que eles financiam, também com os mesmos princípios em mente.

Os financiadores estão numa posição única para desenvolver políticas e requisitos fortes e alinhados que garantam que todos os produtos de pesquisa que eles apoiam estejam abertamente disponíveis para todos e em qualquer lugar, sem barreiras em todo o mundo. Além disso, eles estão em posição de afetar a formação de um sistema justo para serviços de comunicação acadêmica, por meio do qual a pesquisa é disponibilizada abertamente a custos que sejam econômicos para as partes pagadoras dentro de um sistema transparente. Tal sistema pode incluir prestadores de serviços públicos e privados; os financiadores, juntamente com as universidades, devem decidir o que deve ser tratado por empresas privadas, e o que deve ser administrado por entidades dedicadas ao interesse público, e a que custo.

Mantendo o bem público em mente, os financiadores podem gradualmente estabelecer um equilíbrio saudável entre a atividade privada e pública, onde os serviços devem apoiar um sistema projetado para o longo prazo. Por conseguinte, os financiadores e decisores políticos devem financiar serviços e infra – estruturas relevantes (por exemplo, para publicar funções ou repositórios, incluindo plataformas) com uma visão de longo prazo. Eles podem optar por assumir uma função de publicação, por exemplo no desenvolvimento de suas próprias plataformas de publicação. Os financiadores também poderiam ter um papel a desempenhar na função de certificação da publicação acadêmica: eles têm experiência em organizar a revisão de acadêmicos e seus projetos por seus pares – em outras palavras, revisão por pares -. Essa experiência pode ser aplicada diretamente à função de certificação da publicação acadêmica.

47 Juntamente com universidades e outras instituições de pesquisa, os financiadores estão em uma posição poderosa para promover mudanças na avaliação, deixando claro que seus revisores olharão diretamente para o conteúdo e não se limitarão aos títulos das revistas, e levarão em conta toda a gama de contribuições de pesquisa. quando avaliam os registros de indivíduos e equipes e seus pedidos de subsídio. Eles também podem deixar claro que os resultados negativos e a verificação de descobertas anteriores são valorizados.

Finalmente, os financiadores devem reavaliar os efeitos das estratégias competitivas nos tipos de pesquisa que apoiam. A concorrência é sempre necessária? Não foi possível projetar outros processos com base no limite de qualidade? A consequência seria um maior leque de possibilidades de inovação. Além disso, o afastamento da obsessão da competição

Em todas essas áreas, é extremamente importante que os financiadores e formuladores de políticas desenvolvam suas políticas e serviços em consulta com as comunidades de pesquisa, mantendo uma visão clara de seus próprios objetivos. Os editores e outros provedores de serviços têm seus próprios objetivos de avaliação, que podem ou não convergir com os próprios objetivos dos financiadores, mas isso só pode ser avaliado se a abordagem de avaliação dos editores for transparente. Para os financiadores, confiar nos critérios das editoras pode levá-los a substituir a visibilidade ou o prestígio por questões mais fundamentais de qualidade.

Os financiadores e formuladores de políticas de pesquisa devem:

1. Desenvolver políticas – juntamente com mecanismos de financiamento apropriados – para garantir que todas as contribuições de pesquisa decorrentes de seu financiamento estejam disponíveis para todos, em qualquer lugar, sem quaisquer barreiras ao acesso ou restrições à reutilização.

2. Ao avaliar os pesquisadores, garantir que uma ampla gama de contribuições (publicações acadêmicas, mas também dados, software, materiais etc.) e atividades (orientação, ensino, revisão etc.) sejam consideradas e que os processos e critérios de avaliação sejam adequados programa de pesquisa do financiador e transparente.

3. Desenvolver mecanismos de financiamento para apoiar o desenvolvimento de infra-estruturas abertas, interconectadas e distribuídas de publicações acadêmicas e para sua manutenção a longo prazo.

4. Considerar como as políticas de financiamento afetam a diversidade e a inclusividade da pesquisa em escala global. Em particular, os financiadores devem trabalhar para garantir que os comitês de revisão, comitês, painéis etc., sejam diversos – em termos de gênero, geografia e estágio da carreira.

5. Trabalhar com os outros atores do ecossistema de comunicações acadêmicas para assegurar que os custos totais de possibilitar que a pesquisa esteja abertamente disponível para todos, em qualquer lugar, sem barreiras ou restrições, também sejam abertos e transparentes.

 4 editores e outros provedores de serviços de comunicação acadêmica

Como visto anteriormente, os editores (com fins lucrativos e sem fins lucrativos, incluindo editores institucionais e sociedades eruditas), são atualmente os principais provedores de serviços para todas as funções-chave da publicação acadêmica. Atualmente, eles atendem principalmente pesquisadores, universidades e outras instituições de pesquisa, mas podem atender a todos os possíveis usuários de as publicações são prontamente acessíveis e reutilizáveis. A contínua revolução digital apresenta uma série de desafios (e oportunidades) para os editores, até porque coloca cada vez mais em dúvida o que significa “publicação” acadêmica.

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Vários atores, nem todos os editores tradicionais, já estão procurando desenvolver conjuntos de serviços e ferramentas em todo o fluxo de trabalho da pesquisa. Serviços para alertar usuários em potencial para o registro de muitos tipos diferentes de conteúdo estão se tornando cada vez mais importantes. Os processos associados à certificação estão se tornando mais abertos e transparentes. Eles estão se tornando parte das conversas, discussões e debates que caracterizam a produção distribuída de conhecimento e, como conseqüência, estão sendo integrados na apresentação pública dos resultados da pesquisa.58 No que diz respeito à disseminação, a maior capacidade de descoberta se tornará mais importante. Apresentar descobertas de pesquisas com sinais confiáveis ​​de altos padrões ajudará a navegar em um cenário documentário cada vez mais complexo. Ao mesmo tempo, exigir acesso aberto a resultados de pesquisa leva os editores tradicionais a modelos de negócios de acesso aberto. Por fim, manter o registro das versões mutáveis ​​do conteúdo, em vez de uma única versão do registro, também se tornará cada vez mais importante, assim como sua preservação.

A avaliação de pesquisadores tem sido associada ao ranking de periódicos, e às vezes é apresentada como uma quinta função editorial.59, no entanto, a ligação entre os rankings de periódicos e a avaliação da pesquisa gerou muitas desvantagens, discutidas anteriormente no relatório. A avaliação da pesquisa deve se concentrar no conteúdo, não em proxies, como títulos de periódicos. Existe um amplo consenso sobre a necessidade de reforma nesta área, e o progresso está realmente sendo alcançado. Quando a função de avaliação de periódicos se torna menos importante, s implicações para a comunicação de pesquisa e, portanto, os editores serão profundos.

Editores e outros provedores de serviços devem:

1. Desenvolver e anunciar publicamente planos de transição para avançar o mais rapidamente possível para acesso aberto abrangente.

2. Desenvolver, usar e suportar ferramentas interoperáveis ​​ (incluindo software de código aberto sempre que possível) e serviços não apenas para facilitar o acesso e a reutilização de resultados acadêmicos, mas também para facilitar intervenções inovadoras de novos participantes.

3. Lutar por diversidade equilibrada (incluindo, mas não se limitando a gênero, geografia e estágio de carreira) entre autores, revisores e editores que trabalham com publicações.

4. Promover a transparência e a prestação de contas na revisão por pares, por exemplo, publicando relatórios de revisão por pares e respostas dos autores juntamente com os artigos publicados.

5. Tornar públicos todos os encargos de publicação (incluindo preços especiais e renúncias), e fornecer descrições completas dos serviços prestados, a fim de permitir o desenvolvimento de um mercado transparente e econômico concebido para apoiar a comunicação aberta e a reutilização de todas as contribuições acadêmicas.

6. Experimentar novas abordagens para a avaliação e comunicação de resultados de pesquisa e compartilhar os resultados para que um conjunto de evidências possa ajudar a otimizar sistemas futuros.

58 Nesse sentido, veja a carta aberta da ASAPbio no início de 2018, que foi assinada por muitos editores sobre o significado da publicação de avaliações entre pares. Https://asapbio.org/letter

59 Como observado em um capítulo anterior, o recente “Relatório STM – Uma visão geral da publicação científica e acadêmica” em sua quinta edição de outubro de 2018, introduziu a“navegação ”como uma quinta função dos periódicos, p. 14.

 60 A Springer Nature e a Elsevier têm visões diferentes em relação a essa recomendação, resultado de extensas discussões no grupo de especialistas.

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5 praticantes, educadores e outros grupos sociais

A profissionalização da investigação científica e os crescentes custos de acesso ao5 praticantes, educadores e outros grupos sociais

A profissionalização da pesquisa científica e os crescentes custos de acesso à literatura de pesquisa contribuíram gradualmente para separar as comunidades de pesquisa da sociedade em geral. De fato, o surgimento de uma profissão de “popularização” também pode ser lido como um sintoma da crescente lacuna entre os pesquisadores, por um lado, e a população em geral, por outro. Separar as comunidades de pesquisa e pesquisa do resto da sociedade pode abrir as portas para várias formas de alienação e até hostilidade à empresa do conhecimento em geral. Na realidade, qualquer pessoa, independentemente da pesquisa, mantém algum grau mínimo de competência em relação ao estado atual do conhecimento. Isso também é o que o cérebro do mundo significa: ele não funciona em uma base de dois níveis, separando os “conhecedores” dos “ignorantes”.

Em nossas sociedades, a produção e o acesso ao conhecimento não dizem respeito apenas aos pesquisadores. Como explicado no capítulo anterior, a sociedade em geral, incluindo atores com motivações e necessidades diferentes (por exemplo, profissionais, educadores, pequenas e médias empresas etc.), exigem e devem ter o direito de acessar o conhecimento. Praticantes, educadores e outros grupos da sociedade dispostos a aplicar o conhecimento científico às suas necessidades devem ser capazes de acessar esse conhecimento de maneiras simples e convenientes. Para este propósito, uma adoção abrangente de modelos de Acesso Aberto (não apenas grátis, mas livre em termos de direitos de reutilização suficientes) é necessária para permitir criticar os resultados relevantes da pesquisa e construir sobre eles. Esses atores também podem contribuir para a produção de conhecimento, e tem sido demonstrado em casos específicos que suas contribuições podem fazer uma diferença significativa61.

O que falta em geral são as formas de ajudar a demanda a se organizar de modo a ser expressa de maneira clara e audível. Ainda assim, isso ajudaria muito a reduzir a distância entre a pesquisa e o resto da sociedade, e certamente aumentaria a diversidade e a riqueza da empresa do conhecimento. Por exemplo, ter problemas, problemas e perguntas se infiltra em direção às agências de financiamento, de modo a torná-las mais conscientes de algumas das preocupações e questões que surgem da população em geral e de ter parte dos orçamentos de pesquisa dedicados a programas de pesquisa correspondentes a essas preocupações. , significaria envolver diretamente a cidadania no planejamento da pesquisa. Mas mecanismos devem ser projetados para fornecer novos canais de comunicação entre vários segmentos de nossas sociedades que, atualmente, não sabem como conversar entre si.

Aqui, novamente, a metáfora do cérebro do mundo pode sustentar essa linha de pensamento: o cérebro, embora um pouco especializado em suas funções, também está profundamente incorporado ao corpo. A pesquisa acadêmica, da mesma forma, embora tenha funções e objetivos especializados, não pode funcionar bem se for mantida como uma entidade separada, e a situação piora se os princípios da separação também incorporarem princípios de elitismo. Aproximar-se da ciência como um sistema social, formado por cientistas que são simultaneamente membros de sociedades e influenciados por valores, necessidades e expectativas como qualquer outro ser humano, requer, às vezes, reavaliações críticas “externas” para corrigir possíveis vieses ou aspectos até então negligenciados. debates.

Praticantes, educadores e outros grupos da sociedade devem:

1. Organizar e defender o livre acesso e o direito de reutilização de resultados de pesquisa com financiamento público.

2. Estender a mão aos financiadores, instituições de pesquisa e formuladores de políticas, a fim de desenvolver novos canais de comunicação, novas formas de co – criação e co – planejamento de pesquisa, e novas formas de financiamento em resposta a necessidades, preocupações e questões que novas formas de financiamento em resposta às necessidades, preocupações e questões que emanam da população em geral.

 61 Por exemplo, no projeto de astronomia dirigido pela ciência cidadã https://www.zooniverse.org/. Veja também Comitê sobre o Design da Ciência dos Cidadãos para Apoiar a Aprendizagem em Ciência e outros, aprendendo com a Ciência Cidadã: Melhorando as Oportunidades por Design, ed. Rajul Pandya e Kenne Ann Dibner (Washington, DC: National Academies Press, 2018), https://doi.org/10.17226/25183.

3. Procure oportunidades de se engajar com tópicos / resultados de pesquisa que sejam de interesse para os grupos sociais e suas comunidades.

4. Apresentar tópicos / questões de pesquisa que estejam errados ou sub representados (por exemplo, contatando pesquisadores relevantes, atraindo a atenção de outros atores do sistema científico ou mobilizando ações em grupos de interesse organizado.

 CAPÍTULO 6: CONSIDERAÇÕES FINAIS

 Com a tarefa de perscrutar o futuro, o Grupo de Peritos sobre o Futuro da Comunicação e Publicação Científica precisava evitar o uso de uma tecnologia – a bola de cristal – porque, como muitas outras tecnologias, encará-la às cegas ao invés de esclarecer. Naturalmente, a tecnologia será uma parte importante do futuro da comunicação acadêmica, mas o evento tecnológico decisivo tem sido o desencadeador da transição para o contexto digital, e isso começou há décadas. O período atual corresponde a um estágio particular no desdobramento da esfera digital com suas culturas, economia e dimensões sociais. Algumas das etapas talvez possam ser comparadas no escopo à invenção da prensa rotativa dentro da cultura de impressão, mas elas permanecem uma parte da cultura digital em desenvolvimento. Assim, a tecno-ficção foi posta de lado e o Grupo de Peritos procedeu a procurar continuidades e formas de estabilidade, em meio a um cenário editorial em rápida mudança, e a prestar atenção ao que deveria ser evitado.

Continuidades e formas de estabilidade foram expressas em um conjunto de quatro funções e dez princípios que existem independentemente do progresso técnico. Quanto ao que evitar, o Grupo de Peritos identificou várias falhas e problemas no sistema atual. Isso reflete uma integração deficiente das possibilidades oferecidas pela esfera digital (affordances) ou, mais fundamentalmente, obstáculos sistêmicos ao progresso ótimo da publicação acadêmica. Ao mesmo tempo, o sistema de publicações acadêmicas exibe duas linhas fundamentais de força que podem ser usadas para construir novas perspectivas sobre a paisagem acadêmica de comunicação e publicação: o fluxo de dinheiro e a natureza composta da publicação.

As maneiras pelas quais o dinheiro flui no sistema de comunicação acadêmica podem parecer irremediavelmente complexas, mas, em última análise, ele repousa em dois pólos principais, ambos feitos de entidades públicas e privadas. O primeiro polo corresponde essencialmente aos fundos provenientes das universidades através das suas bibliotecas. O papel do dinheiro público nesse grupo é geralmente dominante, particularmente na Europa. Desde o advento das APCs, as agências de financiamento também foram atraídas para o negócio de fornecimento de fundos para ajudar seus donatários a publicar em periódicos de acesso aberto – uma tendência muitas vezes justificada por um requisito ou um mandato de acesso aberto proveniente das mesmas agências de financiamento. Isso, por sua vez, levou as agências de financiamento a investigar mais profundamente o sistema de comunicação e publicação, a ponto de até mesmo se envolver diretamente com ele. Algumas das instituições de caridade privadas, como a Wellcome Trust, no Reino Unido, e a Fundação Bill e Melinda Gates, nos EUA, abriram alguns caminhos importantes nesse sentido e continuam a fazê-lo.

O segundo pólo é formado pelos provedores de serviços, um grupo atualmente dominado pelos editores, mas onde novos atores estão surgindo, mesmo quando serviços novos ou aprimorados são inventados ou redesenhados em torno das tecnologias digitais. Um exemplo disso é a crescente importância do Google Scholar, um mecanismo de busca que surgiu fora do mundo dos editores. Tornou-se indispensável para os pesquisadores. Os prestadores de serviços costumam vender seus serviços para bibliotecas e agências de financiamento, e essa é a realidade mais profunda dos fluxos de dinheiro por trás das complexidades assustadoras dos canais de transferência de fundos.

Juntos, os dois pólos identificados revelam um mecanismo global pelo qual uma mistura de organizações, muitas vezes dominadas por instituições públicas no caso da Europa e de muitas outras partes do mundo, fornecem as bases financeiras para uma série de operações de publicação e comunicação. A maioria dessas operações é dominada por corporações com fins lucrativos e algumas sociedades sem fins lucrativos (por exemplo, a American Chemical Society).

O segundo pólo mostra também que, no contexto digital, as funções editoriais já não pertencem exclusivamente a uma categoria única de organizações – ou seja, os editores. Por meio de seu comportamento econômico – por exemplo, os tipos de empresas que adquirem – os próprios editores realmente mostram que se comportam como um agregado de funções. A publicação, portanto, é cada vez mais vista como uma atividade composta que pode ser reorganizada em muitos tipos diferentes de atores. Previsivelmente, vários novos atores estão começando a testar sua capacidade de assumir algumas ou todas essas funções, abrindo assim a possibilidade de mundo editorial imensamente reestruturado. Como essas funções serão finalmente distribuídas em quais tipos de organizações é uma questão central que precisa ser monitorada com cuidado. O mundo manuscrito estava organizado em torno de uma série de funções cuidadosamente projetadas, muitas delas ligadas ao scriptoria; a era da impressão reorganizou algumas das funções e adicionou novas para formar a editora moderna, e a scriptoria desapareceu; atualmente, a esfera digital está começando a mostrar seus próprios efeitos nesse sentido. Estamos observando esses novos tipos de atores se esforçarem para tomar forma, mas os editores tradicionais estão claramente na mira da digitalização.

Na segunda metade do século XX, as funções editoriais já identificadas (registro, certificação, disseminação e preservação) viram o surgimento de uma quinta função importante: a avaliação. Como apontado no relatório, esta última função tem sido cada vez mais contestada: a avaliação da pesquisa através de seus locais de publicação faz sentido? Ou, se faz sentido, qual é o significado de tal operação?

A pedra angular dessa função de avaliação, o JIF, foi originalmente projetada para fornecer uma métrica para periódicos competindo entre si. A partir daí, foi um passo pequeno (mas não garantido) para a avaliação de pesquisas individuais, para a avaliação de pesquisadores individuais, instituições e até países inteiros. Como resultado, os processos de avaliação, todos baseados total ou parcialmente no JIF, foram finalmente erguidos em uma estrutura não muito diferente da dos bonecos russos. A conseqüência foi a criação de um sistema tal que a decisão de reformar uma de suas partes poderia afetar os rankings em outro nível. Formas gerenciais e outras formas de cautela ditaram a permanência na linha, e o sistema assim desenvolvido mostrou considerável resiliência.

Com o JIF firmemente estabelecido, os editores adaptaram suas táticas e estratégias à sua presença. Aumentar o fator de impacto de seus periódicos tem sido uma preocupação constante entre os editores há muito tempo. Promover o JIF de periódicos é um argumento comum de marketing. Alguns jornais e alguns editores foram pegos jogando ativamente as regras do JIF.

Dada a grande variedade de atores que trabalham na comunicação acadêmica e na paisagem editorial, seria um exercício muito útil avaliar com precisão quais seriam, em cada caso, as consequências de viver sem o JIF. Quais outros modos de avaliação seriam mais apropriados para cada perspectiva? Fora do público em geral, apenas as agências financiadoras podem se dar ao luxo de ficar um pouco fora do alcance do JIF: a razão é que eles classificam outros atores com ele, mas eles não são classificados62. E eles têm um bom grau de controle sobre uma grande fração dos fundos em que a pesquisa se baseia. Isso deve permitir que as agências de financiamento imaginem assumir um papel de liderança em qualquer esforço para melhorar o sistema de comunicação e publicação acadêmica. E alguns já começaram a fazer exatamente isso, particularmente instituições de caridade privadas, como o Wellcome Trust e as Fundações Bill e Melinda Gates. Outros atores, como pesquisadores individuais, instituições de pesquisa e até mesmo países, têm alguns meios para serem úteis, mas os riscos para sua própria posição em um campo competitivo construído como atualmente são simplesmente altos demais para serem levados a sério.

A melhor maneira de fazer com que o sistema acadêmico de comunicação e publicação evolua de maneira a satisfazer a perspectiva centrada na pesquisa, favorecida no relatório, é maximizar a cooperação e a colaboração entre os atores dispostos a agir nessa direção. As agências de financiamento, portanto, verão sua influência crescer proporcionalmente à sua capacidade de mobilizar a maioria ou até mesmo todos os atores envolvidos no ecossistema de comunicação e publicação acadêmica. Seu papel básico pode estar na simples ideia de que a avaliação da pesquisa deve ocorrer não apenas de acordo com os princípios básicos do método científico – isso é óbvio -, mas também de acordo com o ajuste entre os trabalhos publicados e os parâmetros da pesquisa. programa conforme enunciado pela agência de financiamento. Atualmente, a publicação exige atender a muitos determinantes de uma só vez: uma equipe ou uma trajetória de pesquisa do laboratório, um financiamento.

62 No entanto, como parte de ministérios que pertencem a governos preocupados com o ranking de todo o país, ou como o país aparece no mundo, as agências de financiamento público não podem gozar de total liberdade do JIF. Isso pode explicar o papel de liderança das instituições de caridade privadas. A CE, como uma agência de financiamento, está em algum lugar entre instituições de caridade privadas e órgãos públicos nacionais: a classificação da Europa exige a identificação de candidatos confiáveis. Quais?

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Programa de pesquisa da agência e, para um editor de periódico programa de pesquisa da agência e, para um editor de periódicos, uma estratégia consciente de classificação na seleção de artigos enviados. Reduzir esse enigma por pelo menos um elemento – a preocupação crescente dos periódicos em selecionar artigos – aumenta a probabilidade de que o trabalho publicado se encaixe mais de perto no programa de pesquisa do financiador.

O papel das agências de financiamento pode ir mais além: elas podem realmente trabalhar com sociedades acadêmicas, com bibliotecas e instituições de pesquisa que elas atendem e com editores dispostos a fornecer formas de publicação acadêmica que separam claramente o valor econômico da publicação do valor intelectual da publicação. pesquisa. Ao fazer isso, eles podem restaurar a ideia de que a pesquisa só pode ser seriamente avaliada se o conteúdo da pesquisa for estudado pelos especialistas na área. Na mesma linha de argumentação, os financiadores devem achar facilmente colaborar com instituições de pesquisa, já que os critérios para avaliar os pesquisadores para fins de progressão na carreira se sobrepõem aos critérios necessários para avaliar os pesquisadores quanto ao valor da pesquisa em um projeto específico.

Embora as agências de financiamento se beneficiem de uma capacidade de agir que outros atores, com a possível exceção de alguns editores poderosos, não desfrutam, suas iniciativas não serão eficazes se os pesquisadores, as sociedades eruditas e as instituições de pesquisa não enfrentarem suas próprias responsabilidades. Em vez de terceirizar tarefas quase que por padrão, e ser surpreendido pela visão míope da competição sistemática, as instituições de pesquisa, os pesquisadores e suas sociedades instruídas devem ter como objetivo trabalhar em rede em torno de objetivos coerentes de comunicação e publicação. Em suma, eles devem assumir a responsabilidade coletiva de retomar o controle sobre suas necessidades de comunicação e de meios, em vez de adotar a atitude de consumidor passivo de serviços para venda. No caso das sociedades acadêmicas, particularmente as grandes, o objetivo de “retomar o controle” significaria examinar se o atual sistema de competição por quotas de mercado de periódicos, apesar de sua capacidade de gerar “excedentes” elevados, é inteiramente congruente com seus fundamentos mais fundamentais. missão, que é servir as comunidades acadêmicas.

Os financiadores também terão que pensar nas maneiras pelas quais podem oferecer exemplos de sites de publicação que operam de acordo com os princípios estabelecidos aqui. Fazer isso significará estabelecer modelos projetados para influenciar as maneiras pelas quais a publicação acadêmica pode evoluir.

As agências financiadoras têm outro papel a desempenhar: seja através de requisitos para seus beneficiários, ou fornecendo seus próprios modelos de publicação, eles podem afetar uma série de questões técnicas, como abertura, interoperabilidade e metadados. Eles podem fixar e esclarecer as maneiras pelas quais termos como acesso aberto devem ser entendidos e praticados. Eles podem dar substância a expressões como “ciência aberta”, por exemplo, para tornar mais claro como o conhecimento deve ser acessível, circulado e influenciado e usado pela população em geral em seus vários papéis não acadêmicos. Em suma, as agências financiadoras podem elaborar uma série de critérios que definem quão alta a barra de bolsas de estudos deve ser levantada e com que efeito.

Como já foi dito, a liderança assumida pelas agências de financiamento só funcionará se reunir, se não todos, os atores do ecossistema de comunicação acadêmica. Dada a possibilidade de mudar os critérios usados ​​para avaliar a pesquisa, colaborar com os pesquisadores, as universidades e os centros de pesquisa devem ser bastante simples. Trabalhar com várias vertentes do público em geral deve incluir a imaginação e a criação de canais de comunicação que permitam que uma voz real influencie as prioridades e orientações da pesquisa. Com os editores, fica claro que a cooperação também é necessária, embora seja provável que haja novos desafios para os modelos de negócios existentes. Subjacente a essas colaborações, é de se esperar que todos os atores vejam a perspectiva de se mudar para áreas verdadeiramente inovadoras, de acordo com o propósito mais fundamental da comunicação acadêmica.

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“Analogia amar e odiar: Dar, ou é receber Flores”!

Podemos fazer a reflexão segundo Mt – 5, 43-48, o quanto, imaginável o quanto somos força enquanto sal e luz em nosso dia a dia e vida cotidiana. Neste percurso de vida comunitária Jesus, ensina nos por menores de extrema sabedoria e cuidados, na excelência do sermão da montanha, sobre a prática de preceitos, sem formalidade, mais exercício de sermos abertos, daquilo que temos de mais preciosos em nossos corações. Dar flores e ou receber, é mais singelo e edificante para mulheres e homens também, mais nem sempre será assim.

A sabedoria de Jesus, nos dar referenciais de sentimentos e comportamentos, em cristãos sem contornos ainda de conversão em alguns aspectos, é não cristão que rejeitam as práticas de atitudes simples e verdadeiras de nosso ser. Portanto a retribuição de maldade, ódio, armadilhas, correntezas, negação, refeição, tentações, seduções e inclinações em sujeitos de incompreensões no cotidiano, encontraremos. Saber discernir e administrar no exercício de práticas divinas, nos faz crescer e reproduzir laços de amor: Oração, correções, ajuda, auxílios e outros com caridade. Muitas vezes, darmos e reproduzimos, daquilo que a boca e o coração estão cheios. É darmos aquilo que temos. Se amor, paciência, acolhida, compreensão, ou as contradições de desarmonia em contendas em nós: Maltratados, ofensas, rejeição, desamor e outros. Assim quanto, sois correntes de sofrimento, estes irmãos, pois as vezes são apelos implícitos de desejos de serem amados, queridos e lembrados. Acorrentados, nem podem falar, pois os ensinos de maldades se reprodução automática de desamor. Vigilantes…Podemos sermos confundidos de bonzinhos, e somente Deus é bom. Tem os o dever perante consciência de apresentar eixos de condutas compreensão e paz, Cristos nos ensina. Considerações próximas a recusas de lealdade e justiça. Perdi sábios ouvidos e atentos. Orar, pelos momentos difíceis por todos A cólera de resistência ao poder mais fácil ao insujeitos de desamor, pela não afeição de laços em afetividade e sim contornos ao verbo da carne pela prática impostas de sexualização, peculiar. Uma prática que as filosofias agnósticas e pelágicas de desarmonia de família é comunidade, trabalho em equipe, amizade, laços familiares, contornam que se desfaça, e ou acabem. As projeções contrárias ao amor, que constrói e edifica mulheres e homens.

 O reino de Deus, a vida cotidiana secular, é para todos. É assim dentro de percurso analógico: “O sol, a chuva, faz se para todos. A prática de perdão, é luz, é ensino a exemplo de Cristos, no exercício de perdoar e amar, somando aos cuidados de correção.  Aos irmãos de mesma prática, és similar retornos de harmonia, mais ais que não os são, se submeter se a superioridade divina de exercícios de fé em atitudes, de nossas ações, é difícil convívio de vós faz e busca. Ser luz, é sal no copioso de nosso ser, mesmo aprendendo, mais acima de tudo cientes, de somos todos construtores de civilização de amor. A prática EE, essencial de estilo de vida para todos simplesmente. Sato padre Papa, diz nos contornos de santidade, para os que crê e para os que não crê – Vida de Salvação daquele que somos filhos.

Exercício de caridade, traduzido de plenitude de paz e harmonia da compreensão, as flores, sujeitos objetos e afetuosos de amor. Em caminhos de perspectivas de reconstrução de vida no amor, a Igreja, em discernimentos nos apresentou, a campanha da fraternidade 2019, para a reflexão no litúrgico calendário quaresma. Neste preceito e fundamento cristal, simples de contornos de possíveis mudanças de estilo ou correções de vida práticas, desse ser sal, é luz, sermos escuridão não nos ajudamos, é nem ajudamos ao outro. Converter caminhos, desarmoniosos em nossa vida, ao propósito: Tema – “Políticas públicas: Libertados pelo direito. “Uma prática de excelência ao tempo para serviço ao público de exercícios de disponibilidade por direito a todos, os acessos e práticas direitos em suas excelências. Todo tem direitos e acessos, as leis assinalam, prever e introduzem seus dispositivos reais, cabem nos buscá-los, quando negados secularmente e súbitos leigos. Representa-nos de profissionais, sujeitos superiores judiciais, e cabem despachos, aplicação de leis de partes, e práticas de acessos. Um exercício de construção social de comunidades, ser público todos somos e podemos acender luzes conciliatórias de entornos de amor, é não de contendas. Somos seres social político organizado, ao longo da evolução enquanto civilizados socialmente.

De graça vós dar, de em graças recebeis.

O sol brilhou…

– Pingos da chuva refrescou   ao clima – Ar.

És o quão somos todos, servidos da criação natural divina.”

[Reflexão:” Analogia amar e ou odiar: dar e ou receber flores”. Jusenildes Dos Santos. University Europeia Atlantic – Ibero . Teologia e política – FCP Docência – CGTC – ufsc. 16.03.2019].

A porta de entrada – Não é saída: Novos recursos renováveis desalinhados regulares. “Eixos conhecimento e aprendizagem”.

A expressão tácita e explícita evoluída dos ser organizado – Homem em sentido da comunicação – Artefatos linguísticos de publicação, a serem acessadas e inclusivas. A então era da informação coesa, por então abrangente da maneira complementariedade humana – Suportes informacionais linguístico literários, si impresso, será banido, e sua preservação da história de construtores e signos e códigos de releituras acadêmicos teóricos e empíricos de conhecimento e eixos de aprendizagem e outros contextos desenhados em y ou x tempo cronológico de eras futuras? Não poderão redesenhar a história de acessos com suportes documentais e como teor prático enquanto, mecanismos reconstrutores informacionais e comunicação e publicação antecessores da linha e situação digital, em desalinhos á porvir, seja interrogação.
Os sistemas e recursos renováveis de matéria – prima, simplesmente esquecidas, pelos meios de exploração de produção. Negamos sua existência urgentes regulatórios normais e naturais de renovação para multiplicação do pensar e responder os apelos sociais políticos organizacionais de todos indivíduos . Enquanto problema, não encontra- se, na escala multiplicadora de exploração, mais deficiente de tópicos anelados práticos de processamentos científicos para prato do dia cotidiano – Pesquisadores e investigadores em formação e regulados, em exercício profissional, a serviço da sociedade e cadeia científica, outros atentos alertas para, abri e introjetar, discussão as óticas cientificas de peritos entorno de: “O Grupo de Peritos foi criado em setembro de 2017 para apoiar oo desenvolvimento de políticas em ciência aberta, com referência especial a publicações acadêmicas revisadas por pares. Os termos de referência exigiam que o Grupo identificasse princípios gerais para o futuro das comunicações acadêmicas e publicação de acesso aberto; rever os modelos de acesso aberto Gold e Green e seu potencial maior desenvolvimento; analisar novos tipos, locais e modelos para comunicações acadêmicas e sua potencial escalabilidade; e fazer recomendações específicas. E também nos pediram que levássemos em consideração os efeitos dos avanços tecnológicos na comunicação acadêmica, para avaliar novos atores e papéis emergentes, funções e mecanismos existentes na comunicação acadêmica.
Diante destes introdutórios preliminares consistentes, pseuda, em eixos e tópicos, conceituados, objetivos, de linhas de pesquisa e área disciplinar do conhecimento e aprendizagem : Ciência da Informação e interdisciplinares comunicação e publicação acadêmica; desenhamos pormenores e interlocutores que ligam e convergem uma problematização, e responderão itens básicos de questionamentos e inquéritos futuros.
1. A ciência e tecnologia – Novos recursos e resíduos renováveis
A longo da evolução do homens das cavernas, a comunicação linguística de expressão humana, em seus signos de linguagem em expressões de emissão e receptiva de comunicação, em códigos avançados para conjunto comunitário social, usava magníficos estilos e maneiras de se infindáveis para ser correspondidos de entornos de desenvolvimento da comunicação de contornos de conhecimentos tácitos, em exercício para explicito , e então explorava: Grifos, riscos, desenhos e outros. Estilos de descobertas , expressão natural do homem. Estes artefatos mais longiculos de circulação e disseminação rápidas e ágeis, foram para o tempo. E ganham entornos de investigação de acessos
informacionais – Consumo para Mercado,
• para conhecimento e aprendizagem, este em mudanças sociais desalinhadas, um fim obrigatório, o não desenvolvimento do homem, e mudança social em construção de envolvimento da cadeia da vida. Pensar cadeia evolutiva sem envolvimentos de um • todo, não é evolução em cadeia, mais fragmentação da mesma.
A ciência caminha, alarga passos, mais ainda pontos negros, na esfera da humanidade, • está lá presente, comprovando, de que não evoluímos, mais apenas respondemos aos apelos sociais, de soluções emergentes, aos pressupostos políticos de sobrevivência. Pensar e desenhar códigos de restrições chaves diferentes e deficientes, da não manutenção de presentes suportes de informações sem óticas e visão de preservação da cadeia de uma gênese – Natureza e regenerações em linha. Importante aprendizagem e conhecimento – expressão de linguagens de comunicação, que redesenhem caminhos paralelos de futuro, sem danificar em minúsculas partículas óticas do cérebro e seus neurônios do pensar lógico e agir em seus interlocutores lógicos e humano da comunicação ativa. Contribuições econômicas cumpriram suas metas, a disseminação da informação também, avanços imersos, mais muito atraso, pois o esquecimento do ser, em planificar e cobrir espaços retirados dos resíduos naturais em cadeia. Nem lembrados, e muito menos por regulados de seus ensejos mecanismos políticos ativos de controle, de consciência auto aplicáveis de dispositivos de conhecimento e aprendizagem do ser político e social, seus cidadãos. A emergência de consumo bate e salta os recordes de linha e cadeia e harmonia, para atender os apelos científicos tecnológicos de: Sujeitos dos artifícios de consumo humano e regeneração para preservação. Ampliar cientificamente urgente :
Instituições de exploração de recursos e resíduos naturais de matéria prima – Meios de produção para a cadeia industrial para consumo . Quem são seus atores e sujeitos de mecanismos , entornos comerciais?
Organismos instituídos governamentais ensejos e seus tópicos de ação? Quem os regulam? Seus prazos e mecanismos auto regulares conscientes de conhecimento e incisos de aprendizagem legis executivos? Instituições organizações desenhadas politicamente ativas, de ação para conduzir mecanismos rápidos e ágeis em escalas percentuais maiores e superiores que metas de consumo comerciais, em objetivos e propósitos: Políticas ativas de regeneração da preservação de recursos renováveis da cadeia de vida naturais.

2. Fundações de apoio e eixos de políticas – Brasil

Um eixo de políticas acadêmicas, para comunicação de publicação, funcionam dispositivamente, hoje, em recursos oriundos da Fundações de apoio captadores financeiros, que segundo a comissão europeia investigadoras, apontam linhas de fomento de publicações academicas e comunicação, em tentáculos – Rankings universitários para atingir objetos de reconhecimentos de da pesquisa disseminada e graus de apogeus científicos em cadeia: Conhecimento, ensino, aprendizagem e sujeitos da criação hábeis – Suportes e ou ferramentais comerciais, de interesse privado . Que dependem segundo a comissão de fortemente de laços de suporte de métricas associadas ao financiamento de pesquisa, destes atores – Fundações de apoio – Brasil, desde 1970. Um ponto chave de cadeia crítica para o papel das mesmas e seus fins objetivos, junto aos IEFS, em subsidiar os campus de gerenciamento a pesquisa, contornos direcionais e pivô de destino institucional – e providencial em políticas de orifícios de catalisação de recursos outros para fins acadêmicos a pesquisa – Visão e eixo privado, em abrir os caminhos e raízes do conhecimento, através de pesquisa. Hoje , segundo relatório da comissão, e equipe de pesquisa sobre o desenho e leitura da Educação superior no Brasil, em 2017 ( Arrosa, S., pp. 193 – 4 , 2017) . Um pequeno parecer e ótica sobre as fundações de apoio a IEFS, no Brasil, não segue a trilha objetiva de apoio, pois os desvios custas a seus interlocutores de ligação, pois distanciam se dos ditames para o qual, o mesmo veículo fundamental, não faz a leitura de motivação ao apoio e gerenciamentos de pesquisa, providencial de seus sujeitos urgentes, ou seja os recursos materiais de apoio – As compras…serviços… equipamentos, pessoal qualificados, adequações, enfim recursos de infra – estrutura utilitários humanos, materiais, financeiros, como mecanismos essencial. Destinos outros para seus fins: Extensão para destinos de pagamentos funcional de servidores; captação de recursos outros e destinos, para atividades desproporcionais e capaz para tal; Atividades de seus diretores de fundações de apoio, desviados das funções de provedores a raízes primordiais se sobrepondo a seus fins; Ocupação outras acadêmicas: Cursos; ensino da graduação, orientações, e outros ensejos. Em síntese do espaço relatório documental, a equipe afirma que serviços de extensão a comunidade, em cursos, em serviços prestados, é um potencial de arrecadação, que a contabilização de fundações desenha seus destinos e controles contábeis e seus IEFS, desconhecem mais profundamente as linhas políticas. Hoje apenas o TCU, tem poderes, enquanto poder acessar e exigir suas conexões ausentes, e órgãos de 1. fiscalização desconhecidos de mecanismos dispositivas ativas, em quais? Não se sabe até hoje.
Consideramos estes estereótipos institucionais de políticas inativas de ação ativa públicas, abrem o Caos da camada de Ozônio, em CO2, abaixo de linha funcional meteorológico de clima e ar, e outros contextos paralelos de completo social do indivíduo. Onde estão? Cadê as marcas e patentes regulares? Estatísticas em linhagem otimizantes de evolução, de conectores em linha de anelos construtores naturais e adensadas, sem ausências ou deficientes. Seus dados, urgem de mudanças e regressos de políticas em instancia ativas mais neutralizadas e aparentes em circulação de ação. Os sujeitos de transformações de perdas, suscitam Help! Extrapolam de reconsiderações eco sustentáveis. Os dispositivos das naturais visões em cadeia dos seres vivos e mutação, em desalinhos . Esses paulatinos ingressos de evolução, emergem conceitos de paralelidades que não acompanham: Consumo + regeneração de preservação e a proporia reconstrução de natureza multiplicação ativas, de seus recursos renováveis. É possível seus poderes científicos de respostas, não circulantes, mais acessíveis – Próxima de exploração para consumo?
A ciência e comunidades de áreas do conhecimento e aprendizagem disciplinares e interdisciplinares, em cadeia, responderem seus conexos e integrados mecanismos de ação, perante instituições públicas organizacionais, em aparatos e sustentáculos funcionais ativos, além de eixos em percursos presentes de víeis financeiros, a linguagem de comunicação e circulação da cadeia de gestão administração desse trajeto, mais superiores, nossos ilimitados sentidos de compromissos renovo vais cotidianos, em garantia de otimismos caminhos por virem, que ainda conciliares, em meio .
3. Comunicações acadêmicas e Publicações de acesso aberto .

3.1 – Segundo a comissão, a tendência de modelos de acesso aberto GOLD e GREEN ( na linguagem “Ouro” e verde), somam urgências a possíveis carnais de inovações – UFSC, que aos poucos contornem uma cultura similar adequadas para todos. Na proporção lógica busca uma escalabilidade, com cuidados para sua codificação de segurança, aberta a possíveis retorno falsos de comunicações “FLEYC NEWS”. Abrimos este enfoque, pois comportamentos de desconforto, e descredito, sujeitos e objetos On Line, de medidas urgentes, acontecem e mecanismos, de contrapor respostas lógicas e acadêmicas, que expiram cuidados e atenção, a serviços de outros, público clientela que aguardam, pareceres, demandas, recomendações, confirmações e esclarecimentos;
3.2.1. Mecanismos de desenvolvimentos de sistema de informação, aos sujeitos e atores de controles de gerenciamento geral, pois necessitará de inovações, aos acessos de encaminhamentos urgentes – Arquivos de linguagem e sistema – PDF, JIF, Format têxt., Word, e etc. Geração acúmulos, se a organização da informação – comunicação acadêmicas perceberem sistema por prioridades de respostas :
a) Fazer correr as comunicações acadêmicas;
b) Fluir seus transmites seguintes;
c) Comunicações conseguir atingir seu objetivo disseminativa acadêmico, seus destinos de coesão e destinos básicos de seus contextos, perante eixos rementido, de seus autores.
3.2.2 Critérios de prioridades no gerenciamento pessoais em comunicações
acadêmicas, administrando, bem e vemos que: •
a) Ao sistema caixa de entrada email – sistema UFSC – comunicações acadêmicas, para o fluxo não abarrotarem – Explosão de pseuda insignificância , mais por tempo de despacho a serem à colocados particularmente, atenção: Data de entrada; Contatos; Comunicações internas ou
externas; temáticos, e etc.;
b) As secretárias acadêmicas, dão apoio e sustentáculos diante de “estágios curriculares” ou profissionais, na questão de gerenciamento ordinários de comunicações acadêmicas, tendo grande importância e essencialidade e especiais aos encaminhamentos;
c) O clima de comportamento funcional de cansaço não é aparente, é real, com grande margem de descrédito, as políticas públicas de apoio.

3.3 – Sujeitos consequentes de escala e evidências públicas
3.3.1 – Pesquisadores, comunicações e publicações acadêmicas
Incidem grandes comportamentos preocupantes em suas individualidades acadêmicas, com aspectos de cunho de gestão administrativas : Sociais comunitários e institucionais (lutas de classe, lucros de impedimentos, subsistências grupal e comunitário; políticas públicas com orifícios de redução ou extinção, assuntos pessoais de impedimentos, e que somam em cadeia de barreiras para produção e criatividade conciliáveis, abrindo espaços de vazio acadêmico no campo da comunicação e publicação, enquanto produtos de conhecimento e aprendizagem – Foco de pesquisa. E podemos suscita Las por lembrança:

Potenciais de consumo para repor los, diante de necessidades básicas (Alimentação, saúde, lazer, seguranças, mobilidades renováveis
aos extremos de manutenção e deslocamentos, sustentáculos de objeto providências de comunicações (Internet,
celular e outros);
• O poder aquisitivo de sustentação consequentemente desencadeia por redutos diminutivas exclusão, inflacionárias;
• Os rankings acadêmicos em publicações e comunicações por escala de padrão perde se suas forças, e a subsistência não temos para suplantar resultados positivos;
• Perde a qualidade, e consequentemente a quantidade a originarem sucessivamente por cadeia de surgimento produções;
• O mercado e seus consumidores, mudam suas políticas( preços e consumo)

3.4 – Perspectivas de atualização de Dados
– Referenciais investigados 2017 – 18
O gerenciamento de memória de produção –
Comunicação e publicação acadêmica – UFSC, na instancia de gestão, no trilho estatístico de dados e Date Warehouse, repertório local, em processamento de desenvolvimento ao Framework, prevê , circunstâncias de:
3.4.1 – Documento, estudo, investigação acadêmica – “Perfil de publicação acadêmica e comunicação na USFC em produção nos últimos 2017-18? No modelo JIF na direção de apoio das fundações de financiamento de pesquisa no Brasil;
3.4.2. Que seção BU- UFSC exerce margem e modelo – projeto de pesquisa em desenvolvimento e controle e perfil de periódicos ? Quem?
3.4. 3. Perfil de modelo por classificação temático em comunicação e publicação acadêmica;
3.4. 4 – Que seção BU e ou editora UFSC ou e quem? Acompanha ou tem perfil em avanços tecnológicos acadêmicos de publicações e comunicação?
3.4. 5. Modelos de impacto – monografias publicadas/ editoras de respaldo acadêmico editor/JIF?
3.4. 6 – Novas metodologias e inovações?
4 . RANKING DE UNIVERSIDADES – LIST WORLD : Políticas internacionais e nacionais motivadoras de respaldo .
A política de respaldo de uma visão de cunho e reconhecimento produtivo acadêmico na escala de conhecimento, aprendizagem e mercado. Dispositivos em mecanismos, de visão mundial, presente no Brasil e academias de editores e financiadores em campo e trilhas de ao apoio, em instituições e organismos em fundações objetivas e missão: Apoiar a pesquisa, extensões , e outros; subsidiando em seus cunhos findos financeiros, direcionando, meios estratégicos ativos e atrativos resultados de pesquisa, em reconhecimento de institutos de pesquisa e guias acadêmicos de produção e registro publicações e comunicações academicas, como referencial de frescor no mundo – América Latina, Japão e Europa, e outros.
4.1. Rankings University Brasil 2017 – 18
Uma das dinâmicas estratégicas de Instituições universitárias federais e privadas, utilizam mecanismos de rankings com dados atualizados, para instruir [ ENEM e VESTIBULARES] discentes e estudantes, em suas escolhas profissionais a serem motivações de perfil inteligentes de apoio, e os instrumentos didáticos e informacionais, desenham perspectivas otimistas em orientações psicológicas ao definirem perfil pseuda diretivas em leituras de tendências vocacionais em dados, por exemplo de excelência e qualidade superior este perfil – Institutos de pesquisa e ou organismos de conhecimento e aprendizagem.
4.2. Focus informacionais e dados.
A qualidade superior em perfil, tópicos – Top em institutos e organismos, centram a exemplo de excelência – QS, nestes Rankings, focam dados práticos principalmente no respaldo de reconhecimento mundial em : Pesquisa – Produção acadêmica e conhecimento basicamente, diante de suas comunicações e publicações academicas , de edições de apoio das academias de editores. Muitos modelos metodológicos de mostras, repercutem impacto em comunicação e publicação academicas de resultantes de investigação de estudos, de universidades subscritas e submetidas, entre outros da Europa, somando instrumentos em didáticos, e recursos para reproduzirem em ensino, aprendizagem e conhecimento, subsidiando prospectos e entornos informacionais em clientelas. Este referencial essencial, convergem desempenho acadêmico e consideram nestes tops, ou tópicos :
a) Desempenho em produção, e comunicação de publicações acadêmicas;
b) Mecanismos de metodológicos para mercado de trabalho;
c) Nível acadêmicos, com nivelamento de pósgraduação ( Ph.D., doutores, MSC e outros);
d) Entornos em citações e publicações academicas , em suas séries , ano;
e) Perspectivas de titulação acima superiores em reconhecimento de produção academicas e outros, Ph.D.;
f) Quadros paralelos acadêmicos (Docentes Me
H);
g) Situados em perspectivas de publicações On
Line digital web;
h) Avanços tecnológicos e impactos;
i) Novas e metodologias
j) E etc.
4.3 – Ranking internacional – 2017/8

A listagem enfoca se perfil universidades, em rankings mundial, de 22 instituições brasileiras aparecem, em padrões com nivelamento de qualidade superior:

________________________________________________
Ranking mundial Ranking Brasil – A. Latina / no Mundo

1 o MIT – EUA – Mass 1º USP – SP
2º U. Stanford – EUA 2º UNICAMP – SP 3º U. Harvard – EUA 3º UFRJ – RJ
4º Univ. Cat. Chile
14º UFSC – SC – 3º Pontifícia
______________________________________________________________________________ FONTE: QS World University Ranking 2018.
THE – Times Hihger Education América Latina

OS melhores rankings mundiais, de quase 80 melhores faculdades do Brasil, estão entre as Top de 300º da América Latina. Em “QS” – Qualidade em tempo e escala educação superior, entre outros coeficientes de mostra nestes perfis de institutos que escalonam ranking, na área .
Em perspectiva de futuro, as universidades na América Latina e Região Caribenhas, apresenta histórico básico em 13, perfis de rigor atenção, em indicadores especiais diante de modificações e reflexos característicos políticos sociais na América Latina e mundo acadêmico universitário.
Ainda, em análise, de rankings, de resultados.
A Jamaica, em linha de escala próxima primeiras em listagem no Oeste de índices, em top de 40 e 37th. E em 40 no guia internacional de visão no mundo .
A Venezuela no Lado central, com perspectivas favoráveis de representações, em relação ano a ano, em duas instituições de ranking, elevando a classificação de três .
Estes institutos regram e submetidas y ou x por peculiares fins de investimentos, com peculiares ensejos e políticas meios de aproximação, e com notificações de data para submeter dados institucionais no mundo.
4.6 – Discussão e reinvindicações: Rankings e b) lugares na escala c)
Tópicos de dados, de 129 universidades em expansão de reconhecimentos e exigências de disputas de fins financiáveis de projetos, galgam reivindicações e lugares, no mercado de rankings de universidades, em óticas de dados, diante de suas pesquisas e publicações acadêmicas e comunicações.
No Brasil, a corrida trona- se grande principalmente, ao domínio na lista, e seus tópicos – Top, seus confrontos e missão, como a exemplo: a) Escala de nivelamento de reputação de Teachers ; b) Ciências e áreas disciplinares do conhecimento e epistemologias; c) Conhecimento e transferência da Informação e d) Em escala internacional visão de presença externa visível . A nível de Conferências, Simpósios, Congressos mundiais, de disseminações de Tese, projetos, pesquisas e comunicações de lançamentos de publicações em periódicos .
Estado argentino, Peru, na América Latina, estão ranqueando instancias : Estratégias de performares de inovações e intrometendo mais em classificação e representações com outros dados e leituras. Institutos da Argentina, emplacam e fazem dados e aparecem de produção de pesquisa com 07 instituições, numa escala de 60 tópicos. Para a região de Estado do Peru, de 03, ano a ano classificam – se, em 8 itens, e lideram com Pontifícia Católica
4.5. Peculiares critérios e recursos de referência: Publicações acadêmicas
Guias, compiladores, periódicos sobressaem as subscrição e representações numa periodicidade e calendário de compilação, aos dados verificados. Elementos em pontos Keys, em pesquisa e publicações são pontuados e focus, desenvolvidos para o mundo. E seguem características peculiares, a pois com:
a) Comunicações e publicações academicas (series e números e estilo corrente em espaçamentos precisos);
Níveis de pós-graduações de Teachers ; Confrontos de tópicos – Trabalhos e critérios / rankings e sua subjetividades.
CONCLUSÃO
Presentes classificação, ranking acadêmicos de universidades, no mundo desenham, quadro, ainda de resultantes mais peculiares de resultantes, para perfil econômicos políticos, e classificação de suas universidades. Mais verificadores, mais empíricos de áreas e campos de negócios e suas gestões emergem estatísticas prosperas eco sustentáveis em contextos políticos internacionais, em linha de introjeções e atualizações e adequações a exisgência de óticas de resultados de pesquisa, para recursos e produtos e serviços disponíveis em consumo, em visão planetárias principalmente a nível climático e ar da temperatura em elevação de CO 2 em Ozônio em baixa e alta de intemperes elevadíssima e contradições no circuito esférico das ciências da terra, em relação as situações e problemáticas sem soluções, uma controvérsia e empate da humanidade e comunidade acadêmica e comunicações e publicações, e academias de editores. A competição , grande e embatem estratégicos de rigores, utilizados. Uma controvérsia, para a Comunicação e publicação aberta. Em síntese, consideramos que evidências e eixos construtores de uma futurologia da sociedade organizada, ciência e tecnologia, conexões em desalinhos de cadeia da vida e o homem, cientes que nos afastamos, de nossas gênese enquanto seres vivos em cadeia, de reconstrução e regenerações e recursos renováveis que são bases e tempo de recomposição, de circulo e anelos da vida. O apogeu da aprendizagem e conhecimento, redirecionará a porta de entrada, que hoje não é a saída.
[A porta de entrada – Não é saída: Novos recursos renováveis desalinhados regulares. Eixos conhecimento e aprendizagem . Jusenildes dos Santos. UEA – Ibero- UFSC. Tecnologia da Informação – Docência B. 14.03.2019]

Referência bibliográfica
1. Arrosa Soares, M. S. S. , et al , Coord., (2017). Relatório: A educação superior no Brasil – [Extração de dados informacionais] .Unesco, CAPES, GEU,
Brasília, pp. 193 -4 ]
2. QS – World University Ranking 2018. Site: timeshighereducation.com
3. THE – Times Higher Education Latina America. Ranking 2017- 2018 . Artigo . Ranking de universidades – Adriana Nakamura. 12.06.2017.

SI LEGAIS E A CONCORRÊNCIA IRREGULARES: “Novas percepções Haskell’s Marca”

Abordagem, adentra refletir a conjuntura comportamental de duas ênfases imprescindíveis. A experiência acadêmica, detectam e investigam inúmeros formatos digitais sinistros de haskell’s, de formas que situam estratégias sustentadas em combatem incessante, tornando portanto objetivos e metas centradas dispositiva de controles de bancos de dados: Grandes e pequenos, embora as dimensões reais, reduz e traduzem grandes armazenamentos e memórias na linguagem Big Date, milímetros e nos minúsculos da ótica e leituras, de residenciais de pequenas partículas digital. Em seus periféricos automáticos, mais habituais de rotinas codificadas, especialmente in loco.

Extremamente combatíveis que requer desenvolvedores de estudos investigativos e exploradores de descodificantes digitais de suas leituras sistemáticas- Programas e sistemas de informação funcional processadas em suas bases – Comunidades por então. Eliminar e exaurir ativamente com planejamentos e planos em circunstâncias regulares de comportamento e movimentação, residem mapeamento com informações instantâneas objetivas sua circulação e garimpos de leituras e capturas de dados informacionais.

A pedagogia técnica – Estratégias digitais

Estudo e mapeamento de comportamento do vírus circulante, ministram dados milimetram ente codificadas em variantes linguagens, que seus desenvolvedores, não qualificam pela divulgação de toda pedagógica utilizadas de projetos de quarentena ao combate. Toda sistemática gira em formatos discursivos de sigilos. A disseminação de informações restringe a políticas de combates e negociação pretensas hasteadas.
Programas e sistemas tradicionais nas dimensões ante vírus de grandes marcas no mercado, são frágeis diante da extensão avançadas de haskell’s s invasores e mercado irregulares e ilegal. A programação de um sistema desenvolvido em comunidades, traz uma grande discussão: A exposição programada On Line de seus profissionais desenvolvedores, suas óticas ética e compromissos diante de projetos. Uma origem tradicional de sigilo, antes de serem lançados no mercado: Produtos e serviços informáticos. Grandes marcas e gigantes projetos, popularizar se em concorrências de pequenos projetos ilegais desenvolvidos na ótica e temáticas singulares de grandes Software e Hardware.
Esses voos digitais amassadores de explosão da informação, nos proporcionam comportamentos estrategicamente manipuladores de outros comportamentos, sob embalos de monitoramento e rastreamento digital.

O mercado livre de circulação e marca

O comercio e mercado livre com formato para cadeias sistemáticas de redes de redes centralizados de circuito distribuídos de informação e comunicação instantâneas TICs, dimensionou direcionou características: Agilidades, rapidez e capacidades em potenciais objetivos e metas de negócios gigantescos. Portanto, que instrumental se de informações e dados, são em vantagens na concorrência e volumes de lucros comercializados, computando letras e linguagens, em moedas digitais.
Os contextos sólidos, de experiências codificadas integradas para sistemáticas de combatem e neutralização institucionais de redes de redes e ou organismos setoriais em áreas do conhecimentos disciplinares e temáticos em suas missões objetivas bases de pesquisas e centros de investigações e estudos, que trabalham no mundo, basicamente unidades de pesquisas acadêmicas privadas e públicas, uma residência informacional, carente de grandes publicações de instruções e orientações prévias e discernimento de combatem diante dessas políticas casada, ante ética entre: Integração e avanços inovadores de sistemas de informação subliminares estratégicos legais regulares de grandes marcas e Mercado ilegal de haskell’s. Circulando e transitando nos mesmos periféricos e estações de negócios. Diante destes, visivelmente, desprotegidos: Regras digitais, leis e normalização de marcas e fiscalização legais regulares. Sobretudo de profissionais formais com reconhecimentos profissionais regulados, até mesmos, sem monitoramento de suas reais ações éticas capaz e competências em demanda ativas legislação institucionais. Esses profissionais desenham planos e projetos em arquiteturas digitais, é não tem: a) Apresentação legal e codificação de profissional ligando área e mercado de atuação; b) Reconhecimento profissional de atuação, mais de grandes marcas corporativas AS na área; d) Recolhimento de grandes potenciais salariais; e) Níveis superiores e técnicos em mesmos nível de reconhecimentos de políticas ilegais de atuação profissional. E etc. O desenho panorâmico e pano de fundo, somente temos, uma polarização de desorganização de um mercado legal ético, com todos os potenciais legais para atuação e comercialização.

A tecnologia ante haskell’s

A cada lançamento de inovações tecnológicas no mundo de negócios no mundo TICs e SI lançados também no mundo digitais: Cópias piratas, é haskell’s para combate, ou reiterar a força legal de sua produção e disseminação no mesmo mercado legalizado, portanto negro. Abrimos uma interrogação de forma que a indagação permite nós a: “A redes de redes e mundo profissional e suas atividades e desenvolvidas digitalmente, tudo é permitido, em sistemas e programas informacionais? A era Contemporânea, séc. XXI circunstancialmente o mundo digital, a nível de detecção as flechas e aberturas, apresenta se um percurso de trânsito altamente combatíveis de regras possíveis de desenvolvimento de utilização de ferramentas e sistemas abertos, principalmente redes sociais. A comercialização de informação e trânsito em avanços integrados, não ocorrem a redistribuição de quitação de serviços, onde o mundo www é livre e aberto basicamente gratuito. Mesmo com dispositivos e formatos de sistema de manutenção investida financeiramente. Outro fator, de baixa o comportamento de vírus invasores programável instantaneamente via monitoramento remoto no circuito paralelos de vizinha bluetoohk, se escapes de permanecer ou não ativado. As leis jurídicas e legis interna e externa evidenciam futuro seguro, mais o comportamento das influências externas financeiras, demandado comportamento digital do homem em suas relações simples, não caracteriza se evidências tais dependência exclusiva e holofote situado. Dentre pontos positivos de assinatura em um layout de site, avisava e sitiada que originalmente Copyright, indicava direitos reservados de autorias, que notificações não qualificam apresentação e identificação para modificações e atualizações, automáticas de um sistema e ou programa via Software. Sobretudo eixos aos contextos digitais, dão acessos à espaços em nuvem, que estarão à deriva e permitidos, e perdidos. A exemplo: Um sistema de busca reprogramado, dar uma solicitação de entradas aos bancos Big date ou x, por autor, tema ou palavra, é até assunto, e o Banco acessado, percorrem redes e acessos de nenhuns eixos de positividade de utilidades as respostas, totalmente descartáveis imediatamente. A presença de mundo instantâneo de programação, sua função não apresenta comportamento legal, para todas ações cibernéticos. Afirmamos que:
a) O que ético digital? É permitido? b) O que é ilegal? Precisa de regras renováveis inovadoras sempre? c) O mundo Business e seu comportamento, precisa de leis? d) Blog s pessoais domésticos e de grupo organizacional, precisam de legis diferenciadas? e) As comunidades tecnológicas de desenvolvimento em pesquisa e estudos digitais, necessita de código ético funcional único; f) O mundo acadêmico de educação, ensino, pesquisa e extensão em seus objetivos e missão, na proposta de formação profissional e seus reflexos para comunidades e sociedade, tem cumprido a essa conjuntura e overdose de perigo, para ação profissional de futuros profissionais e sua politização de cidadão?
Pontuais indagações emergem, mediante discursos e debates calouradas de facetas de fóruns comunitários, conversas On Line, videoconferência temáticos instantâneos virtuais de ambiente – AVA. Comportamento com caracteres pontuados de rapidez e agilidade na pressão de e compressão de dados digitais e minuciosamente no toque de dedos. Esse comportamento tenebroso e estranho, corrompe e atrapalha vidão de indivíduo e índole de um ser. Atrofiado todo caráter humano e virtuais que o mundo digital, nasceu para ajudar na comunicação do homem moderno, é a frequência de distância diminuta e reduzida, entre emissor e receptor.

A robótica será a mente humana?

O comportamento, vem dando nas essas performers de comportamento em situações, grupos e sociedades. Esse futuro, será a mente humana a robótica do futuro? O homem será máquina? Terminantemente improvável pois este ambiente sobressai se: Vida natural, alimentação regulada e necessária mantida, sistemas de necessidades básicas executada biologicamente, a respiração e aspiração do ar mantidos, é outros eixos BIO naturais seguros. O homem não será máquina e nem mente robótica.
Programação e manipulação instantânea remota: Redes sociais e sistemas e programas com sistemática virtual digitais
E pensante prof. Fez uma antítese: “Quem quer chegar primeiro, espere menos, espere mais; pense diferente; é – exponencialmente maior? E O FUTURO presente onde as características diretivas, pela corrida hiperconcoorrida reza e nos dirigimos os rumos, fazendo e usando e utilizando recursos infinitos e instrumentais de escolhas com detalhes e perfis livremente possíveis as nossas coordenadas a serem trabalhadas, num ótica referenciadas em nossas características e condutas firmes de decisão e análise para apoio circunstanciados para evidência ao desenvolvimento proposto em questão inserida. Neste reside o diferencial comportamento profissional individual ou privado…” Ideias…visão e oportunidades singulares com ética e competências sempre”.
Mas os formatos, abalados que determinadas comunidades e Inter relação instantânea remota, desenvolvem comportamento cibernético peculiares de pseuda suportes em manipulações com enfatizantes características legais e ilegais também – A portanto circunstantes sistemas de atualizações de dados em sistema legais carregados de X ou Y pacote num detalhe ou perfilados, manipulados positivamente para avanços e aprendizagem em ensino e outra referência em responder entraves e impedimentos de barreiras construídas, ou em solucionados integrante adensada aos sistemas de informação regulares. Que não o serão para sinto digital. irregular, os famosos Haskeel manipulacion, com gabarito torrencial de códigos em linguagens para agirem em comunidades para atrapalhar e ocupar o espaço, com certeza de sucesso. Esse mundo manipulação, pontua a leitura, que satélites de satélites em redes permitem, pra TICs e conhecimento.
Essa informática, e os considerados Softwares e Hardwares no séc. XXI, entornam eixos e congruências criativas competentes, trunfos paralelos: Legais e ilegais de marcas tecnológicas digitais. Uma contradição de outrora, objetivos centrados para encurtar e diminuir distâncias de comunicação e informação do homem moderno e pós que veriam. A tecnologia de recursos móveis contemporizadores de controle remotos, que são formatos e performances de construção auxiliante artificial de infindáveis produtos e serviços catalisadores de soluções ao ser político organizado e social – O cibernauta.
As regras de condutas, suas legis para movimentação e trânsito cibernético digital, asseguram concorrência diante das políticas pluri e Multi diferenças de comportamento e ações diversificadas, oriundas de uma liberdade, que não traduz para banalização de trabalhos e competências e suas criatividades, o respeito condiz, a super. responsabilidade para valorização de cada um e área disciplinar.

Mutação instantânea remota

Podemos afirmar que a inclusão digital, traz e mudar comportamentos, diante de entornos exigentes de expertise para transitar livremente, apodera se de capacidades e habilidades imprescindíveis para movimenta se é dominar circuito digital informatizado. Que significa dizer: Todos podemos aprender e ser um programador e analista de dados, artificialmente no embalos de sistemas de informação em participações de grupos: Fóruns, nas trocas de ideias, pesquisas, sistemas de buscas, plataformas de desenvolvedores, comunidades de redes e outros perfis de internautas, porém as leis e legislação não desenham as regiões possíveis para atuação entre: Profissionais e expertises espontâneos e suas dimensões e monitoramentos.
Os desafios informacionais e comunicação em um universo digital, é na proporção de difusão para os instantâneos trânsito e comportamento atrelados aos objetivos: Mercado cambial de valores e suas políticas comerciais de transações vai continuar imperando ao comportamento humano, puramente oportunista e lucrativo especulativo? E pré-requisitos éticos e morais de condutas?
Projetos desafiantes de oportunidades e ocupação laboral, também dar consideráveis tradutores de idealistas e visionários instantâneos momentâneos, sanar necessidades de consumo a priori. De forma que negócios pequenos em controles técnicos de comércios abrem estes espaços situacionacionais propícios e seus dispositivos funcionais de momentos: “Pegar e alargar”. Desencadearam imperativas propostas de perspectivas: a) Comunicações autonomias em redes controladas por grandes Software de MARCA, como Google, Facebook, atrelados avanços integrados de programas e carnais em redes sociais, abrem espaços e ambientes virtuais: Sites Business, domésticos pessoais, comunicações retratadas, é etc.
Um avanço espasante que seus sujeitos e atores são mutáveis diante de um universo infinito de transações obscuras e bote final de condutas para haskeel, que terá que desenvolver soluções de uma suposta expertise canalizada de garantia oportunizantes, uma pseuda solução e magias digital de códigos de descodificantes linguagens e sistemas remotos…Desafios na dinâmica, para fazer mover codificação para funcionamento ativados X ou Y problema de linguagens ou algarismo desafiante, em grandes dados, a perspectiva da conexão interlocutora de aprendizagem também imersiva oportuna.
Tempo, alargado, invadido a horas, a fios e demanda para programar o mundo digital, é manipular de informações desejadas programável e desenvolvida aplicada, é objetivando resultados numa resultante, é comunidades inserido O dualista introduz a resistência acessibilidade de dados, é em minúsculos instalados segundos, combatendo e destruindo suas metas, dados e códigos. Os passos agressivos, pois assim comporta se os haskell’s toda linha de conhecimento digital, para facilitar sua permanência e vida inserida na base e rede. Um cérebro pensante para agir instantaneamente, com captante e poder ilusório, destruidor. Esse futuro de programadores oportunos desafiadores e imutável poder, em TICs traz inovações para o mundo On Line e um futurismo, perda e visão objetiva de cibernauta e conexão para aproximar mais vias de comunicações e informações e excluir e diminuindo consideralmente suas distâncias aneladas em relação pessoais. Os eixos e afluentes nestes contextos, onde espaços AVA e físico Quântico, dimensiona metafísica, é o mundo oculto do espiritualismo.
Em linhas conclusivas, acreditarmos que existem duas linhas visíveis destacadas nesta reflexão do mercado e empreendimentos empresarial das TICs : Produtos e recursos em ferramentas e serviços ilegais digitais perspectivo e tendencioso; a) Legal e sua legislação interna e externas entrelaçadas e interligadas em sua normatização, principalmente de Marca, entornos de público ou privado monitoramento em funcionamento ativo político ministrando nas relações bilaterais de suas ações de comércio em pautas de tratados e acordos as negociações. É devassadamente livre e aberta expostas a uma especulação e de seus mercados, na ótica de níveis de qualidades mínimas; b) Desleais comportamentos para com seus investidores profissionais de grupos e ou domésticos individuais em percentuais e características econômicas e sociais diferentes, é um comércio popular desvantajoso, corruptível e desqualificantes da qualidade normatizada de uma pseuda marca de seus negócios comercializados e mercado ainda que livre, mais legal.
[SI LEGAIS E A CONCORRÊNCIA IRREGLARES: “Novas percepções haskell’s Marca”. Jusenildes dos Santos. University Europeia Atlantic – Ibero – UFSC. Tecnologia da Ciencia e Informação . Teologia e política – FCP 12.03.2019.]

Subsídios e comunidades – Compostos relacionais e integradas – TICs: Tecnologia Date

Ferramentas em sistemas e ou programas desenvolvidas e quando manipuladas para acessos em grandes comunidades amplas de potenciais de marca reconhecidas ou pequenos recursos disponíveis repositórios desenvolvidos e de origens, potenciais oncológicos integrais e complementares em avanços desencadeados  em seus trilhos investigativos práticos e inteligentes utilitários subsidiados com soluções de problemas: Entraves, barreiras, restrições e impedimentos tecnológicos limitados ocorrem janelas propensas e ativas para grandes atropelos , consideráveis e existenciais probabilidades ante avanços sistêmicos em Tecnologias da informação e comunicações. 

Desafios: Comunidades e projetos ontológicos integrados

Percebe se que projetos institucionais e organizacionais, se equipam em infraestrutura de grandes potenciais de recursos dimensionais amplos: Materiais disciplinares físicos, conhecimentos multe e pluridiversos com referenciais de áreas e subsídios imprescindíveis em bases tecnológicas TICs. Investigações práticas de comunidades com suas características em suas metas e objetivos centradas em suas minúcias particularidades temáticas especificamente. 

De forma peculiar cada comunidade desenvolvedora de suas dinâmicas estratégicas manipulacionais, instrumentalizar se de informações cinscunstanciais e geradas instantaneamente, de forma determinadas a serem reconhecidas e adensada as suas linguagens de codificações singulares reguladoras. Grandes projetos sistemáticos digitais, designam avanços originais e atualizações de suas Bases dates em cadeia de redes.  

Atualizações: Estratégias comunitárias  

Transformações de grandes comunidades substancialmente, são grandes potenciais instantâneos consorciados e circunstanciados a cada demanda solicita ou imersivas inteligentes de seus usuários, na exploração de trabalho diversificadamente especificas ou em serviços pessoais domésticos. Respostas selecionáveis e obrigatórias a serem aceitáveis ou impositivamente irrecusáveis perante presenças de toda sistemática e circuitos integrais inserida. Mediante contextos e eixos afluentemente: Acessos e buscadores de dados, repositórios de armazenagens, DateWhouse, Programas periféricos específicos Urgates, Bases alimentadores de conteúdos informacionais inovadoras e pesquisas resultantes etc. Basicamente toda manipulação derivam se em atualizações de grandes comunidades com suas ferramentas em Softwares, programas e sistemas, e etc.

Esses produtos e serviços simulam se é apresentam de supostos, e intrínsecos infinitos sistemas informacionais comunitários certificadoras e verificadoras de aprendizagem em Ciências e tecnologias, subsidiando possíveis interrogações e ontológicas linguagens e suas possíveis e impulsionantes potencias de criatividades, mais crescentes redes de desejos solucionáveis de problemas tecnológicos e pequenos ou grandes usuários. 

Propostas temáticas de investigações periféricas ou regulares comunitária em ferramentas

  1. FE – Gestão RH de inventário:  Sistemas de editores, processamentos e outros. 

Produtos e serviços práticos tecnológicos em suas Bases, encaminham suas equipes de trabalho para desenvolvimento de projetos centrais de relações integradas de avanços, em cima de consideráveis temáticas em ênfase técnica, característica peculiar de objetos e metas de cada organização e ou instituição diante de proposta técnica.  A tematização de um centro de pesquisa, após pesquisas de sondagens instrumentais e importantes de retorno de informação e conhecimento; 

FGHR – Ferramentais prioritárias dentro de uma gestão funcional e organizacional em seus recursos de formato: Função e gestão: A própria gestão, operacionalização organizacional, e os outros;

FI – Ferramenta organizacional de subsídios técnicos documentais de vida cotidiana de gestão; inventariam e organizam como ponto essencial de metas e objetivos geridos de forma irregular, diante de projetos reais ou presença imediata. Assim percebe se que detector de erros são imprescindíveis, e outros; 

FE- Formato funcional organizacional de processamento de dados para edição informacional com contexto peculiares de dados aos serem inseridos e regulados/ normatizados em textos e suas ramificações típica documental; 

Aos procedimentos usuais de processamento G – Nível de gestão em processamentos de dados, em desígnios de serviços técnicos de gerenciamento e ou processados: Contextos de padrão em empresárias organizacionais de indústria, comércio, uso doméstico e ativos pessoais e organizacionais. Aos desenvolvidos por óticas sistêmicos especificamente e manipulados para gerenciar serviços de automatização de máquinas e serviços desenvolvidos, peculiares e em desenho técnico virtualizado de processamentos e gestões de recursos informacionais autônomos.  

Carnais inteligentes construídos 

Proporcionar e dinamizar, elevando graus otimizantes  dos carnais de comunicação,  em : a) A o composto de culturas; b) Valores e virtudes adquiridas; E c) Conclusão infinitos, numa ação perceptiva, de aceitação conciliável próxima  e anelada responder   em retornos comunicativos, a auto imagem receptiva e imersiada, foco feedback em tudo e para tudo, a auto – análise,  sempre avaliar a em espaço físico social , hoje pensada autopoietica, sistemática presente , para RS de comportamentos novo oculto de programas ilegais castradores de livre acesso, carácter perceptivo de dupla identidade profissional, a frente de carnais ou estações de comunicações,  que não se define : Ante ou ético de valores ; regras oportunistas anelos em espaços; Comportamentos implícitos; Técnicas “ Arte dos desejos”; Modelo[ Pense, diga sua ideia e : Produzimos; fabricamos; disponibilizamos para seguintes então – Negativo; Produzido e  Servido. Tecnologia e ciência em RS e arte, faltam alma criativa, mensagens iluminativas. O mundo haskeanos “Neuro”, desenvolvidos aos números de clicks que inserimos, insistentes como processo de comunicação de linguagens significados para o alerta da comunicação humana: Permanecer, mudar e sustentar   Submergido poder analítico auto perceptivo: E outros devem existir, e não apenas o primeiro, sobretudo a outros de carnais de massa? A privacidade no contexto de autoanálise, por insights, numa linguagem óbvia e lógica de comunicação: “Quero conhecer livremente? Preciso informar me…

Reeleitura: Redes sociais controvérsias – Temáticos simbólicos

a) Valores comunicativos autoconsumo, não é oferta, nem sugestão e muito menos indicação, ou orientação, passa pela persuasão

b) Omissão e embutidos valores e crenças alinhadas a costumes;

c) Sem livre acesso: Imposição de consumo, circunstanciadamente inexistência ética e nichos coesos de regras simples cabíveis. 

A concepção presencial, e assistidas de forma observada traduz, códigos e linguagens a com tempo em: Cadê um tem algo a dar? O que dar? Esses espaços instantâneos publicitários de comunicação,  invadem sistemas coesos, de circuitos programáveis móveis,  com cobranças lucrativas, nos clicks de permanência e que não colaboram em dividendos da assinatura, mais direcionada para nega – las, com sistemáticas  a janelas, persistentes de anúncio publicitários em arquivo dorin ; um comando dar codificação de resposta ; as ilimitadas ações para codificar e descodificar dados – informação ; Um processo de programação desenvolvida para combater e neutralizar um haskell’s  é pura neura, pois tem que estudar todo composto do haskeanos  – invasor, pois ele é a identidade? O próprio vírus lá [estar aqui].

Conclusão 

Mediante contextos enfatizados em abordagens consistentes de análise  em sistemas de informação  e comunicação vivenciadas, observadas e acompanhadas  de diversos comportamentos humanos cibernéticos, hoje entornos com robótica em processamentos e desenvolvedores digitais e toda movimentação de insights instantâneos  circunstanciais,  diante de combatem , e insistências na trilogia de mecanismos  para digitais de visões e ações  espiritualistas, em consonância com: Intelecto; físico Quântico  e corpóreo  material, em proporções  de impulsos da perspectiva digital programável  codificada e reprogramáveis , assim recodificada em seus Big dates imediatos  e ágeis  diante de combatem,  ritmos roboticamente independentes também pela sua autonomia controlada, por memória programada.  Que não se trata de um humano, mais pensado por humano, para funcionar sincronicamente remota controladas. Seus bluetoolh remotos, acionados via TICs, mediados redes de redes em satélites. A futurologia, reaprender a aprender – Aprendizagem de ensino por si, meio para si, e depois para os outros, sobre o poder do conhecimento como e por formação do homem/ mulher para ser. Uma visão sistemática Contemporânea em referenciados, contextos teóricos quanticamente conhecimentos, em nossa percepção que ilustram. Intelecto consciente  e os sentidos calculados matematicamente, numa ênfase e ou   considerações em ritmos, do pensar, a exemplo: “ Uma ferramenta TIC – AVA e um usuário,  numa visão instantânea  de exploração preventivamente de uma leitura ótica,  de acordes do sentido óptico e da cadeia com impulsionamentos de r3sposta do cérebro humano, pseuda robótica,  direcione se a Menu ponto inicial, Sim ou Não,  para estratégia diretiva numa plataforma visual, o próprio manuseio digital – Menu escalonada. Simplesmente, uma inversão consciente do óbvio educativo de aprendizagem em programação para sistemas de informação,  manipulados para o interesse X ou Y da captura do lucro, sempre é progressivamente  de manuseio  alternativos sugestivos programados e instantâneos do lucro perceptualizado, divididos,  é compartilhados, a concepção então duelo: Domínios = Físico +Social paralelas, com posteriores conhecimentos avançados: Detalhes consideráveis.  Adentrando TICs, numa cadeia: Sistemas, redes e satélites,  de domínio instantâneos de dados, em virtuais espaços,  neutralizantes que nem mesmo restritos em peculiares  e sinuosos suas ilustrações de símbolos de instrução de ensino e aprendizagem , para dispositivos em redes e cadeias comunicativas e informação  em eixos: Códigos,  descodificantes e congruências algoritmos  de signos e entronização central de consumo humano, enfatizados imagens central – Foco, num processo de comunicação humana e virtual.

Essa desconstrução prática Contemporizado de filosófica, conceitos, conhecimentos epistemológicos do processo de comunicação,  alargando se , para circuitos com tempo localizado na era adentro secular  : Físico espaço e sistema + cadeia digital em carnais abertos com comunidades de comportamentos humanos e sociais – Redes de comunicação  = Redes sociais, emergindo urgência  para: O apogeu da aprendizagem, aprender e ensinar , numa triologia de construção  de valores comunicativos formativos éticos culturais sociais, com a natureza dual entre : Comunicativo emitido perceptivo e consciência humana perceptiva e compatível situações e  seus contextos próximos com o lógico. [Subsídios e comunidades – Compostos relacionais e integradas: TICs – Tecnologia Date.   Jusenildes dos Santos. University Europeia Atlantic – Ibero. Tecnologia e Ciência da Informação. Teologia e política – FCP. Docência – práticas]

Mercado e produtos digitais – Marcas e Haskell’s

Abordagem, adentra refletir a conjuntura comportamental de duas ênfases imprescindíveis.  A experiência acadêmica,  detectam e investigam inúmeros formatos digitais sinistros de haskell’s, de formas que situam estratégias sustentadas em combatem incessante, tornando portanto objetivos e metas centradas dispositiva de controles de bancos de dados: Grandes  e pequenos, embora as dimensões reais, reduz e traduzem grandes armazenamentos e memórias na linguagem Big Date, milímetros e nos minúsculos da  ótica e leituras, de residenciais de pequenas partículas digital. Em seus periféricos automáticos, mais habituais de rotinas codificadas, especialmente in loco.

Extremamente combatíveis que requer desenvolvedores de estudos investigativos e exploradores de descodificantes digitais de suas leituras sistemáticas- Programas e sistemas de informação funcional processadas em suas bases – Comunidades por então. Eliminar e exaurir ativamente com planejamentos e planos em circunstâncias regulares de comportamento e movimentação, residem mapeamento com informações instantâneas objetivas sua circulação e garimpos de leituras e capturas de dados informacionais.

A pedagogia técnica- Estratégias digitais

Estudo e mapeamento de comportamento do vírus circulante, ministram dados milimetram ente codificadas em variantes linguagens, que seus desenvolvedores, não qualificam pela divulgação de toda pedagógica utilizadas de projetos de quarentena ao combate. Toda sistemática gira em formatos discursivos de sigilos. A disseminação de informações restringe a políticas de combates e negociação pretensas haskeanas.

Programas e sistemas tradicionais nas dimensões antivírus de grandes marcas no mercado, são frágeis diante da extensão avançadas de haskell’s s invasores e mercado irregulares e ilegal. A programação de um sistema desenvolvido em comunidades, traz uma grande discussão: A exposição programada on line de seus profissionais desenvolvedores, suas óticas ética e compromissos diante de projetos. Uma origem tradicional de sigilo, antes de serem lançados no mercado: Produtos e serviços informáticos. Grandes marcas e gigantes projetos, popularizar se em concorrências de pequenos projetos ilegais desenvolvidos na ótica e temáticas singulares de grandes Software e Hardware. 

Esses voos digitais avassaladores de explosão da informação, nos proporcionam comportamentos estrategicamente manipuladores de outros comportamentos, sob embalos de monitoramento e rastreamento digital.

O mercado livre de circulação e marca

O comercio e mercado livre com formato para cadeias sistemáticas de redes de redes centralizados de circuito distribuídos de informação e comunicação instantâneas TICs, dimensionou direcionou características: Agilidades, rapidez e capacidades em potenciais objetivos e metas de negócios gigantescos. Portanto, que instrumental se de informações e dados, são em vantagens na concorrência e volumes de lucros comercializados, computando letras e linguagens, em moedas digitais.

Os contextos sólidos,  de experiências codificadas integradas para sistemáticas de combatem e neutralização institucionais de redes de redes e ou organismos setoriais em áreas do conhecimentos disciplinares e temáticos em suas missões objetivas bases de pesquisas e centros de investigações e estudos, que trabalham no mundo, basicamente unidades de pesquisas acadêmicas privadas e públicas, uma residência informacional, carente de grandes publicações de instruções e orientações prévias e discernimento de combatem diante dessas políticas casada, ante ética entre: Integração e avanços inovadores de sistemas de informação subliminares estratégicos legais regulares de grandes marcas e Mercado ilegal de haskell’s. Circulando e transitando nos mesmos periféricos e estações de negócios. Diante destes, visivelmente, desprotegidos:  Regras digitais, leis e normalização de marcas e fiscalização legais regulares. Sobretudo de profissionais formais com reconhecimentos profissionais regulados, até mesmos, sem monitoramento de suas reais ações éticas capaz e competências em demanda ativas legislação institucionais. Esses profissionais desenham planos e projetos em arquiteturas digitais, é não tem: a) Apresentação legal e codificação de profissional ligando área e mercado de atuação; b) Reconhecimento profissional de atuação, mais de grandes marcas corporativas AS na área; d) Recolhimento de grandes potenciais salariais; e) Níveis superiores e técnicos em mesmos nível de reconhecimentos de políticas ilegais de atuação profissional. E etc. O desenho panorâmico e pano de fundo, somente temos, uma polarização de desorganização de um mercado legal ético, com todos os potenciais legais para atuação e comercialização. 

A tecnologia ante haskell’s  

A cada lançamento de inovações tecnológicas no mundo de negócios no mundo TICs e SI lançados também no mundo digitais: Cópias piratas, é haskell’s para combate, ou reiterar a força legal de sua produção e disseminação no mesmo mercado legalizado, portanto negro. Abrimos uma interrogação de forma que a indagação permite nós a: “A redes de redes e mundo profissional e suas atividades e desenvolvidas digitalmente, tudo é permitido, em sistemas e programas informacionais? A era Contemporânea, séc. XXI circunstancialmente o mundo digital, a nível de detecção as flechas e aberturas, apresenta se um percurso de trânsito altamente combatíveis de regras possíveis de desenvolvimento de utilização de ferramentas e sistemas abertos, principalmente redes sociais. A comercialização de informação e trânsito em avanços integrados, não ocorrem a redistribuição de quitação de serviços, onde o mundo www, é livre e aberto basicamente gratuito. Mesmo com dispositivos e formatos de sistema de manutenção investida financeiramente. Outro fator, de baixa o comportamento de vírus invasores programável instantaneamente via monitoramento remoto no circuito paralelos de vizinha bluetoohk, se escapes de permanecer ou não ativado. As leis jurídicas e l3gis interna e externa evidenciam futuro seguro, mais o comportamento das influências externas financeiras, demandado comportamento digital do homem em suas relações simples, não caracteriza se evidências tais dependência exclusiva e holofote situado.  Dentre pontos positivos de assinatura em um layout de site, avisava e sitiada que originalmente Copyright, indicava direitos reservados de autorias, que notificações não qualificam apresentação e identificação para modificações e atualizações, automáticas de um sistema e ou programa via Software. Sobretudo eixos aos contextos digitais, dão acessos à espaços em nuvem, que estarão à deriva e permitidos, e perdidos. A exemplo: Um sistema de busca geoprogramado, dar uma solicitação de entradas aos bancos dedadosy ou x, por autor, tema ou palavra, é até assunto, e o Banco acessado, percorrem redes e acessos de nenhuns eixos de positividade de utilidades as respostas, totalmente descartáveis imediatamente. A presença de mundo instantâneo de programação, sua função não apresenta comportamento legal, para todas ações cibernéticos. Afirmamos que:

  1. O que ético digital? É permitido?
  2. O que é ilegal? Precisa de regras renováveis inovadoras sempre?
  3. O mundo Business e seu comportamento, precisa de leis?
  4. Blog s pessoais domésticos e de grupo organizacional, precisam de legis diferenciadas?
  5. As comunidades tecnológicas de desenvolvimento em pesquisa e estudos digitais, necessita de código ético funcional único;
  6. O mundo acadêmico de educação, ensino, pesquisa e extensão em seus objetivos e missão, na proposta de formação profissional e seus reflexos para comunidades e sociedade, tem cumprido a essa conjuntura e overdose de perigo, para ação profissional de futuros profissionais e sua politização de cidadão?

Pontuais indagações emergem, mediante discursos e debates calouradas de facetas de fóruns comunitários, conversas on line, videoconferência temáticos instantâneos virtuais de ambiente – AVA. Comportamento com caracteres pontuados de rapidez e agilidade na pressão de e compressão de dados digitais e minuciosamente no toque de dedos. Esse comportamento tenebroso e estranho, corrompe e atrapalha vidão de indivíduo e índole de um ser. Atrofiado todo caráter humano e virtuais que o mundo digital, nasceu para ajudar na comunicação do homem moderno, é a frequência de distância diminuta e reduzida, entre emissor e receptor. 

A robótica será a mente humana?

O comportamento, vem dando nas essas performers de comportamento em situações, grupos e sociedades. Esse futuro, será a mente humana a robótica do futuro? O homem será máquina? Terminantemente improvável pois este ambiente sobressai se: Vida natural, alimentação regulada e necessária mantida, sistemas de necessidades básicas executada biologicamente, a respiração e aspiração do ar mantidos, é outros eixos BIO naturais seguros. O homem não será máquina e nem mente robótica. 

Programação e manipulação instantânea remota: Redes sociais e sistemas e programas com sistemática virtual digitais .

E pensante prof. Fez uma antítese: “Quem quer chegar primeiro, espere menos, espere mais; pense diferente; é – exponencialmente maior? E O FUTURO presente onde as características diretivas, pela corrida hiper concoorrida reza e nos dirigimos os rumos, fazendo e usando e utilizando recursos infinitos e instrumentais de escolhas com detalhes e perfis livremente possíveis as nossas coordenadas a serem trabalhadas, num ótica referenciadas em nossas características e condutas firmes de decisão e análise para apoio circunstanciados para evidência ao desenvolvimento proposto em questão inserida. Neste reside o diferencial comportamento profissional individual ou privado…” Ideias…visão e oportunidades singulares com ética e competências sempre”.

Mas os formatos, abalados que determinadas comunidades e Inter relação instantânea remota,  desenvolvem comportamento cibernético peculiares de pseuda suportes em manipulações com enfatizantes características legais e ilegais também – A portanto circunstantes sistemas de atualizações de dados em sistema legais carregados de X ou Y pacote num detalhe ou perfilados, manipulados positivamente para avanços e aprendizagem em ensino e outra referência em responder entraves e impedimentos de barreiras construídas, ou em solucionados integrante adensada  aos sistemas de informação regulares. Que não o serão para sinto digital. irregular, os famosos Haskell manipulacion, com gabarito torrencial de códigos em linguagens para agirem em comunidades para atrapalhar e ocupar o espaço, com certeza de sucesso. Esse mundo manipulacion, pontua a leitura, que satélites de satélites em redes permitem, pra TICs e conhecimento.

Essa informática, e os considerados Softwares e Hardwares no séc. XXI, entornam eixos e congruências criativas competentes, trunfos paralelos: Legais e ilegais de marcas tecnológicas digitais. Uma contradição de outrora, objetivos centrados para encurtar e diminuir distâncias de comunicação e informação do homem moderno e pós que veriam. A tecnologia de recursos móveis contemporizadores de controle remotos, que são formatos e performances de construção auxiliante artificial de infindáveis produtos e serviços catalisadores de soluções ao ser político organizado e social – O cibernauta. 

As regras de condutas, suas legis para movimentação e trânsito  cibernético digital, asseguram concorrência  diante das políticas pluri e multi diferenças de comportamento e ações diversificadas, oriundas de um liberdade, que não traduz para banalização de trabalhos e competências e suas criatividades, o respeito condiz, a super responsabilidade para valorização de cada um e área disciplinar. 

Mutação instantânea remota 

Podemos afirmar que a inclusão digital, traz e mudar comportamentos, diante de entornos exigentes de expertise para transitar livremente, apodera se de capacidades e habilidades imprescindíveis para movimenta se é dominar circuito digital informatizado. Que significa dizer: Todos podemos aprender e ser um programador e analista de dados, artificialmente no embalos de sistemas de informação em participações de grupos: Fóruns,  nas trocas de ideias, pesquisas, sistemas de buscas, plataformas de desenvolvedores, comunidades de redes e outros perfis de internautas, porém  as leis e legislação não desenham as regiões possíveis para atuação entre: Profissionais e expertises espontâneos e suas dimensões e monitoramentos. 

Os desafios informacionais e comunicação em um universo digital, é na proporção de difusão para os instantâneos trânsito e comportamento atrelados aos objetivos: Mercado cambial de valores e suas políticas comerciais de transações vai continuar imperando ao comportamento humano, puramente oportunista e lucrativo especulativo? E pré-requisitos éticos e morais de condutas? 

Projetos desafiantes de oportunidades e ocupação laboral, também dar consideráveis tradutores de idealistas e visionários instantâneos momentâneos, sanar necessidades de consumo a priori. De forma que negócios pequenos em controles técnicos de comércios abrem estes espaços situacionacionais propícios e seus dispositivos funcionais de momentos: “Pegar e alargar”. Desencadearam imperativas propostas de perspectivas: a) Comunicações autonomias em redes controladas por grandes Software de MARCA, como Google, Facebook, atrelados avanços integrados de programas e carnais em redes sociais, abrem espaços e ambientes virtuais: Sites Business, domésticos pessoais, comunicações retratadas, é etc. 

Um avanço espasante que seus sujeitos e atores são mutáveis diante de um universo infinito de transações obscuras e bote final de condutas para Haskell, que terá que desenvolver soluções de uma suposta expertise canalizada  de garantia oportunizantes, uma pseuda solução e magias  digital de códigos de descodificantes linguagens e sistemas remotos…Desafios na dinâmica,  para fazer mover codificação para funcionamento ativados X ou Y problema de linguagens ou algarismo desafiante, em grandes dados, a perspectiva da conexão interlocutora de aprendizagem também imersiva oportuna. 

Tempo, alargado, invadido a horas, a fios e demanda para programar o mundo digital, é manipular de informações desejadas programável e desenvolvida aplicada, é objetivando resultados numa resultante, é comunidades inserido O dualista introduz a resistência acessibilidade de dados, é em minúsculos instalados segundos, combatendo e destruindo suas metas, dados e códigos.  Os passos agressivos, pois assim comporta se os haskell’s toda linha de conhecimento digital, para facilitar sua permanência e vida inserida na base e rede. Um cérebro pensante para agir instantaneamente, com captante e poder ilusório, destruidor. Esse futuro de programadores oportunos desafiadores e imutável poder, em TICs traz inovações para o mundo On line e um futurismo, perda e visão objetiva de cibernauta e conexão para aproximar mais vias de comunicações e informações e excluir e diminuindo consideralmente suas distâncias aneladas em relação pessoais. Os eixos e afluentes nestes contextos, onde espaços AVA e físico Quântico, dimensiona metafísica, é o mundo oculto do espiritualismo. 

Em linhas conclusivas, acreditarmos que existem duas linhas visíveis  destacadas nesta reflexão do mercado e empreendimento empresarial das TICs :  Produtos e recursos em ferramentas e serviços ilegais digitais perspectivo e tendencioso; a) Legal e sua legislação interna e externas entrelaçadas e interligadas em sua normatização, principalmente de Marca, entornos de público ou privado monitoramento em funcionamento ativo político ministrando  nas  relações bilataterais  de suas ações de comércio em pautas de tratados e acordos as negociações.  É devassaladamente livre e aberta expostas a uma  especulação e de seus mercados, na ótica de níveis de qualidades mínimas; b) Desleais comportamentos  para com seus investidores profissionais de grupos e  ou domésticos individuais em percentuais e características econômicas e sociais diferentes, é um comércio popular desvantajoso, corruptível e desqualificantes da qualidade normatizada  de uma  pseuda marca de seus negócios comercializados e mercado ainda que livre, mais legal.

[Mercado e produtos digitais – Marcas e Haskell’s. University Europeia Atlantics – Ibero . Tecnologia da ciência e Informação. Teologia e política -FCP. Docência CTGC – ufsc. 02.03.2019].