A COMUNICAÇÃO – AMOR POR EXERCÍCIO EM EXTENSÃO NO DIA-A-DIA EM JESUS “PORQUE SOU CRISTÃO CATÓLICA”

No exercício divino Trinamente em sua vida pública, Jesus – O nazareno comunicou amor, viveu amor, transbordou o amor numa forma simples entronizou amor em tudo. Sto. Inácio direciona o discernimento e ensinamento sobre a ótica e entendimento em exercício para contemplação para alcançar amor, simplesmente, na imitação de Santos que passou a conhecer em sua cátedra de leituras e intimidades em suas questões de desafios como militante e jovem desafiando o mundo e seus combates consigo e com o próximo no amor e atenção que tinha presente em sua idolem. A concepção compreende que podemos viver no exercício diário, tendo por base, por duas simples conotações a serem verificadas e adornadas, de forma que seja aprimorada e zelo:

a) A primeira(obras presentes e não distantes), sua palavra, sua atenção, o exercício de amor – Escuta;

b) A segunda iluminada da primeira – Comunicar amor em ambas as partes do cotidiano.

De forma que no exercício do amor, não existe receitas e porções, somos na gratuidade divina, na disponibilidade no ser em exercício cotidiano, sem mesmices, mais renovação de vida todo dia. A essas obras que não são impossíveis são perceptíveis aos nossos olhos… Vivenciar – Las cada dia e cada momento, inigualável e diferente todo dia. Cada dia, é diferente. Nossa vida é uma nova vida, não pode ser igual. Esse convite Jesus se faz, novo todos os dias. A proposta de sermos cristãos ressuscitados, consiste justamente neste ponto – Vivo Jesus! Estais. Alegrai-vos! As obras teoricamente objetivas, mais na vida ativa com discernimentos entre o Bem e o Mal dos espíritos. O homem e a mulher nossos extensivos exercícios do amor, não busca somente puro interesse de si, mais de todos. A consolação, alegria, é saber que o próximo ou irmão, alimentou -se de nosso amor e também reciprocamente e mutualmente; atitudes do meu amor, extensivo da presença divina em nós. És a diferença, a presença do Jesus vivo em nosso ser, quando deixamos!. São essas vivências simples no cotidiano: Uma informação disponibilizada a outrem no dever de nosso em serviço e atendimentos público, de forma [eficaz, verdadeiro(a) e espontânea, e etc. È ai um exercício tão urgente em nossas vida – Dar atenção a questões solicitantes cotidianas, um fruto de exercício se multiplicado de exigência de plena santificação, pois exige- se ás vezes repetir, se necessário vezes, mais com pontuação de descanso para plenamente servi e ser, sem exaustação, precisamos de sabedoria.

Um homem na mutualidade e parcerias no matrimônio e família, tende-se por abre-se o seu coração em dividir atividades e serviços no lar e vida doméstica também. Quanto o crescimento do amor matrimonial crescerá e o ser masculino, num exercício diferente de seu norma diário e cotidiano de esmero chefe familiar e varão da Prolèm e esposa.Com certeza para a outra[esposa e filhos] e seus próximos. Para o outro(a) e plenamente a nossa formação pessoal, da vida em casamento[ Muitos casamentos, não no morreriam em conflitos e partilhas ausentes de nubles, e divisões de bens e em esfacelamentos da família, e sangue], caso exercício de amor e atenção nos mínimos detalhes possíveis existisse mais. É tão simples, aproximamos de Jesus, ativos orantes e contemplamos na vida de amor. È gratuito, não é exigente e de posse ou á força, mais expontânea e livre. Ai com certeza alcançamos o “Céu plenamente”, que significa – A graça. O contrário, somente não, vivemos, se nossas vivencias sejam por: Astúcias pra por á prova se sermos amados ou retribuídos! Artemanhas, Mentiras, Falso enganos, Ludrilhos, Ciúmes, Invejas, Contendas, Intrigas, e etc.; frutos de extrema insegurança de quem não ama simplesmente, mais que planta toda discórdia de desamor gritantemente em ser diferente do amar. Significantemente desamor, e não a plenitude de Jesus Vivo – Que renova- se todos os dias. Amor é motivação de Vida. Para isso amar, é a extensão para amar também. Se não tenho amor por mi mesmo[Primeiro], não poderei amar o outrem, mais exigir ou cobrar para ser amado.

Neste considerável ponto acima referido, não crescemos, nos enganamo-nos, nestas crenças e filosofias gnósticas, esotéricas e extremamente pagãs [Fora do plano divino e Cristão católico], não ajudam, mais impedem crescimentos espirituais e individuais .Cada vez mais, distorcidos a origem e raízes em essência do amor em nós para o nosso próximo [Irmãos, pai, mãe amigo, marido, esposa], um escuro que projetamos e construímos diante de cotidianos da mesmices.

A natureza do amor, é ser para o outro(a). Seja simples…Viva a simplicidade no exercício que tudo se refaz todos os dias, pois sermos natureza divina, portanto semelhantes na imagem e graça por exercício da criatividade diária. Nada de extraordinário, mais simplesmente em Ser. Ser Santo, é ser diferente, sim. Somos diferentes, mais iguais enquanto seres humanos. Mais nossa DNA, o Senhor perdeu a fórmula popularmente…Ai estais a onisciência e onipresença de Deus – Somos únicos.

[Reflexão explicitada para exercício pessoal de questionamentos de colóquio – Dom Sérgio da Rocha – Arcebispo de Brasília e Presidente CNBB – Semana de Sto. Inácio Loyola 2018 – CCBB . A COMUNICAÇÃO – AMOR POR EXERCÍCIO EM EXTENSÃO NO DIA-A-DIA EM JESUS – “PORQUE SOU CRISTÃ CATÓLICA”. Política e teologia – FCP – Jusenildes dos Santos, 27.07. 2018 – Brasília .]

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jusenildes

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