A EXPERIÊNCIA NATURAL DO PARTO DE MARIA [MÃE DE JESUS] – O MISTÉRIO DA PROVIDÊNCIA E SIMILARES COM A DIMENSÃO DIVINA

“ECO SUSTENTÁVEL COM OS SERES VIVOS E AS CONTROVÉRSIAS DO ABORTO”

Em ação da graça de Deus, em conceber atitude de contemplação do nascimento de Jesus e a história da família de Nazaré até Belém [Maria, José e o animal – Tributo], em meio do imposto político a César. Montada do transporte jumento.

Que experiência natural uma mulher na sua individualidade teria para reverenciar, louvar e bendizer a Deus – Cada uma. Uma prática, onde o grito de mulheres e feitos pela legitimidade do aborto, em relação aos preceitos naturais de estímulos da vida, que assim se contrapõe – se totalmente á proposta natural da vivência da prática e parto pelo simples motivação do nascituro [Serviço poder nascer], concebido mesmo aos intemperes controvérsias de defesa do aborto, que pré – sustentam e enraizados pela vontade de carnais e das paixões do instinto, sem a devida solicitação abertura permitida de vivência prática da plenitude do amor. “Afirmamos que contemplar a experiência do Amor- Família, entre dois seres numa só carne sob ação da divinização” presente da plena graça – “O mistério de concepção” entre homem e mulher de torna- los a forma humana e enraíza-se, formação de concepção do corpo e carne, pois então tomar forma espiritual em um corpo, da mulher. Um mistério que num mesmo: Cunho biológico que a ciência que estuda os seres vivos e as relações e as leis da vida: E a presente obstetrícia, voz especifica de predisposição e orientação aos preparos do parto. Não alcançam.

Dignificar a vida e o parto natural, é a pratica e oportunidade de livre arbítrio de abertura, e não imposição de leis e barreiras controvérsias próximas – defensores destes contra ligações impugnação pela formulação de leis, que deveria propor a políticas para assegurar e mediar proteção á vida.

A prática de Maria nossa referência na figura de cada mulher, na raça, cor estilos de vida, e a presença dos firmes José ou não, o entendimento e estímulo e motivação de um projeto de Deus de participante integrado e incentivado pelo momento do nascimento, fugindo dos intemperes de impecílios, portanto bloqueio político desestrutura para provê família hoje, e permitir a vida, não conceber duas ideias controvertidas:

a) Expulsão prematura do útero da vida – conceptiva e ;

b) Parto extemporâneo.

Que motivação de vida, traz o mistério divino, é ser como individuo e membro de família em comunidade e sociedade? No futuro? A mãe, família e políticas sociais prevejam prósperos dias, pois ao se expor e permitida de escolha de Maria, primeira e abertura, e em afirmação depois de São José com: Motivações de comida, bebidas e outros cômodos afazeres, os mesmos preparos para os ritmos da permissão finais ao parto: Ambiente permitido de uma Gruta – caverna, acolhedora dos interruptos e protetores do tempo; animais que também asseguram parto por natureza sozinha (ás) fémeas; as diversidades de gêneros de animais irracionais; Que geraram pela natureza feminina divinizada – Um ser vive.

O mistério da graça, que acendem os medos de todas as formas emocionais, no choro, se gritos entonam, calma, alegria… De todo o indivíduo por tendência se faz expulsar e dar luz, a vida. Que espaço e ambiente, Maria [Gruta] participou e experimentou como animais na Trindade presente. A grande tonalidade da carne, no Parto natural. Essa analogia da gênese do nascimento de Jesus pela permissão de nossa Senhora, e as inverdades Eutanásia abortiva do feto. Um colóquio de profundidade e meditação sob os preparos em [EE], a trina atividade de Deus, aproximou – me para, reafirmarem que, o entendimento da adoção do entendimento da Igreja doutrinal social católica, que percebe por complexa a Questão do aborto, e que se a relaciona mudanças das condições de sete princípios básicas sociais:

a) Respeito pelo entendimento de pessoa e não a cada vez, mas aprofundada a estímulos, a exemplos de eutanásia; princípios éticos e da ação de Deus na história;

b) Promoção da família – individuo e membro de comunidade;

c) Proteção dos direitos de probidade [Relações de responsabilidades, zelo e promoção de bem comum];

d) [Trabalho pelo Bem comum por dimensão ampla; Dimensão de saúde e dimensão de estar psicológico – Amor ao Deus e ao próximo];

e) Observação da principio da subsidiariedade – Governo assegura o bem comum; mesmo diante de anomalias e de feitos [No estado assistencial, derivam de inadequada compreensão das suas próprias tarefas. A sociedade ordem superior não deve interferi na vida interna de ordem inferior e sim apoio];

f) [Respeito pelo trabalho e pelo trabalhador [Cuidado criativo e providencial] de Deus Trino pelo Universo];

g) Busca da paz e cuidado com os pobres, [Sem conflitos e violência mais tranquilidade], Guerra preventiva x Guerra justa., [Trad. Texto. Org. 2017 – cit.de doc. opcionais em Schmidt, 2016]; Ge 2, 24”…E já não são mais que uma só carne “.].

A plenitude da permissão da vivência da sexualidade perfaz maturidade sim e amadurecimento a caminhada do matrimônio seguro, partilhado, participado e vivenciado pelo estilo de caminhada e escolhas que contrapõe a este mundo da objetividade racional da busca de casamento de interesses da materialidade para unir-se. Não é o caminho e discernimento, mais desestímulo de acolher ao mistério divino de formar a uma só carne – Matrimônio. Nem todos são chamados ao estado, mais preparados sim, e assegurando escolhas, no tempo certo divino e social econômico e para provê a comunidade [Família], a esse Projeto Divino e humano, as criaturas, é essa abertura, e: “15”… “Nem tudo o que é permitido á nossa livre vontade e não lhe é proibido.” EEPF. [Ge 2,24]. “E já não são mais que uma só carne”.

O respeito e mutualidade de carne de minha carne nascem do respeito, do homem para com a mulher, e da mulher, para com o homem para plenitude da afetividade e da fidelidade das escolhas para a plenitude da vivência e a da sexualidade, no discernimento da caridade do amor, sem que contraponha – se:

a) Ao individualismo da bondade;

b)Ás interfaces da inveja, das dos próprios orgulhos;

c)Estímulos individuais da arrogância; atitudes de oração intercessora pelos provocantes motivos e inclinações da maldade, que provocam escândalos. Nega-se aos interesses individuais, mais conjunto [Dois];

d)Agir com prudência das emoções desestimulantes para equilíbrio não perturbar-se com acúmulos de rancores, mais se abre ao perdão mútuo;

e)Não permitir aberturas para injustos emotivos momentos, mais manter-nos alegres com ‘exaltação da plenitude das verdades entre ambos. Em tudo permitir o calor das fontes da falta de perdão. Permitir o calor das fontes da falta de perdão. Permitir-se a crê;

f) saber esperar;

g)As o oportunidades que se formam presença de Jesus. Nem a fé, a esperança e a caridade do Amor; nenhuma maior que o amor.,[II CO 13,1-13].

O convite é louvor ao Senhor pela Chama da ecologia integral [Papa Francisco, p.13, 2016], pelas relações construídas ecossistêmicas: Ecologia ambiental, econômica e social, onde exige parada para reflexão e discussão que prevejam das condições de vida e sobrevivência de uma comunidade e sociedade, que controversa os modelos e questão, dos estímulos à vida, pelo desenvolvimento. Desenvolvimento da produção e consumo. Uma força pelo equilíbrio do estimado poder cientifico da Nanotecnologia, e sim, pois afirmam ás ignorantes estultas de sábios, que resistem a integra-se em uma visão mais digna e ampla da realidade – A dignidade da vida, a ser sempre e exaltada preferencialmente em sustentação com o seu ambiente.

[Colóquio: A experiência natural do Parto e estímulo á maneira de Maria – Mãe de Jesus: O mistério do providencial similares com a dimensão Eco Sustentável entre seres vivos da Gruta. “As controvérsias do Aborto”. Política e teologia – FCP Jusenildes dos Santos, AJU 02.08.2018.].

Publicado por

jusenildes

Pesquisadora Ciência da Informação - TIC digital Aprendizagem e conhecimento

Um comentário sobre “A EXPERIÊNCIA NATURAL DO PARTO DE MARIA [MÃE DE JESUS] – O MISTÉRIO DA PROVIDÊNCIA E SIMILARES COM A DIMENSÃO DIVINA”

  1. Às mulheres[ NÓS] somos e então, sermos criaturas dignas de estima de carinho e amor, pelo dom maior e especial, hiper peculiar – Provê e conceber a vida”

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