Escolhas e acolhidas ao amor! És o Espírito do Senhor, Jesus reaviva e batiza – Os. No Pai, Filho e Espírito, a 2ª união na mutualidade permanente de matrimônio. “Batizai – Os, Santo nome do Senhor!”

“Família é o âmbito não só da geração, mais do acolhimento da vida que chega como presente de deus, (Papa Francisco, 166, A.L, 2018) “

Oh Senhor!… É bom, saliente e gracioso sermos lembrança e harmonia de muita paz. E a buscar-se, individualmente e formamos a vocação Divina, e acolhidas ao Estado do matrimônio, aos que acolhem, e se percebem, ater estimas vocacional, que somente a caminhada afetiva de relacionamentos de vida e partilhas de dois – Homem e mulher, na graça de sermos filhos (a) do Senhor- Tempos de enamorados . Que somente tempos de formação no Senhor e conhecimento em Deus, e neste formamos no sublime de chamado ao casamento – Vida a dois e família. É preciso termos formação em si e no outro(a), não importa quando estaremos cronológicos, mais aptos, pois depende de cada um(a), saberemos o momento, com mais segurança. Discernimentos, acolhida de enamorados e maduros no chamado, e formação com maturidade, que não significa qual o “tempo”, mais seguros e abertos. E acolhem -se ao coração – Aquele(a), que o Senhor olhou para nós, e o coração nos olhos da fé – Sim Senhor, chegou o tempo de graças, é o momento. É gracioso, a dádiva do amor, dar-se amar, na gratuidade, aos que creem, e testemunham sentidos de felicidade eterna, não se chega, sozinhos ao reino dos céus, que iniciamos a caminhada neste… de vidas. Não correr, onde não existem formação e consciência do Estado, mesmo com as pressões sociais impostas aparentemente, não se deixem por aderir, pelas aparentes oportunistas, sem formação na uma caminhada e , são mentirosos e oportunistas, armadilhas para um matrimônio decisões discernidas, práticas EE, de uma espiritualidade dos Cristãos, um plano Divino. Sem contornos essenciais de amor e divinamente, torna-se por infusas considerações, e mentiras, e os tempos enganosos, de os “fico instantâneos relacionamentos”, sujeitos e decisões errôneas achegam – se, por apoteose de intemperes futuros. A concepção de tempo de uso do outro (a), em Estado de vida caminhada – Casamento, não existem. Finales de vida a dois, sem construção no amor, mais de objetivos e “sucessos individuais, sim, pois pretensões não foram de vida a dois”. O batizo e sinal de Jesus, e vocação do matrimônio, torna-se identidade de Deus, não significam, contornos de desolação a tônica de reflexão, mais orientações formativas – Olhos de mundo e visão no mundo”, são distintos e diferentes. Discernir, a percepção de “erros de decisão” – Pressas e pressões sociais – econômicas e políticas introjetadas, interpretadas, também cômodas para muitos, caminhos fáceis e favoráveis, mais bem-vindas, essa e enganadoras optantes a erros discernidos, pois as características de futuro: Brilhantes, deliciosos de sucessos, encantadores e prósperos, sem harmonia, sem vindouros para compromissos Divinos – Um no outro(a), éticos e morais virtuosos, podem serem assim, e para não ter – se desenhos de tudo acabado e aderências de transtornos conflitos, estes, considerações, por trás significam, assim. Mas a vida, é linda e cheios de graças, namoro – “ Eu + Senhor+ você = Nós”, e não de objetivos de usar o outro(a), egoisticamente e individualistas, por figurações e antologias, e não formados entre si. Seguir em frente sem medos, e não com tristezas e desolações, o Senhorio, não projeta para nós. A oração e ouvidos em Deus, mais consolação. “ Matrimonio é uma questão de amor; só podem casar aqueles que se escolhem livremente e se amam, (Idem, 217)”

Retornamos a reflexão, porque tantos laços e alianças de matrimônio, quando discernimentos, muitos adultos e jovens, deixam-se iludir se aparentemente, pela beleza de um do outro(a), que na caminhada, revela-se, sem escuridão, mais claramente. Mais entornos vocacionais, outros que continuam, o profissional, encaminham formação Temáticos atualizações, aos novos Pós – graduações ou outras áreas disciplinares, para ampliam e visão, compreensão, por vezes exigidas, e cruciais também, a cada um(a), e aos dois em anelos em caminho e o “Apostolado – SER e firma-se no exercício das atividades em disponibilidades ao outro – Servindo -se no exercício profissional civis ou outros eixos, contínuas …contornos a formação continuam, cada dia, a dia a dia. E não se pode -se acomodar, para não abri se, dando brechas, as considerações de ultrapassados, pelas inovações de entornos e infecundos para adaptação delicados aos discernidos projetos científicos e tecnológicos aos profissionais com equidades, temos compromissos com o Evangelho que nos renova sempre, e servir e amar sempre, acolhidos e discernidos possíveis e não optantes. É importante, para si, e para o outra(o) planejamentos futuros de abertos em formação ao matrimônio sempre. Esses , o Senhor apresenta consolações, e as desolações não se mantêm, passam. As práticas farisaicas, de origem de linguagem e somente traduzem: “ Não dar mais….chegou ao finale, cada um siga seu destino…Cada um por si…” É triste desolantes, mais presente neste(a) vida, no social de nossas próximas relações e família sem Deus, e distante do mesmo. Lágrimas achegadas, mais, O Salvador e Jesus acolhem, aos que estão neste crucial conceitos de desconstrução de Família e casais com filhos(as), os braços do Senhor desejem e almejem por abrir ao coração e oração, pois as chagas, precisam serem curadas, Ele é a salvação, …tem outros que podem ajudar …profissionais de uma formação cristã, necessárias, para: Descaminhos de ausências de diálogos; Incompreensões, obscuras entre si, que as vezes os dois, não as veem e nem percebem, pelas mágoas, falta de perdão antes do sono a dois noturnos e descanso a dois…”Peça perdão, desculpes, antes do raiar do dia, vinda do sono, pois dormirem sem o sinal de batizo, e aliança, vencidos a tentações reino de abertura ao mal, que estabelecem, sem o diálogo de casais, e partilha de vida, [Papa Francisco, Sin. Exorta. Famílias, 2017]. Não é outras relações e segunda união a saída…discernimentos sem decisão para renovar o batismo de casados no amor, com apressados e inconscientes passos. Acalmar, silenciar e esperar a formação ao momentos que não chegaram, e alimentados no tempo que foram precisos destes, devido contornos as exigências do rigorosos das pressas e não do planejamento familiar, de construção de vidas [ Homem e Mulher – base em Deus], consequemente aos filhos contínuos, que necessitam da referência de país e matrimônio, “ O amor de amizade, chama-se caridade, quando capta e aprecia o valor sublime, que tem o outro…”Papa Francisco, 127, pp, 105, exorta A. laeli, 2018].

O amor, precisa ser alimentado, fecundado, e imprescindíveis, a nova Aliança. A segunda união para casais, são discernimentos justificados divinamente, e indissolúveis enlaços – Casamento sinalizados no rito consagrados um ao outro(a), de palavra e conhecimento passos e aliança de corpo e sangue anteriores, não são decisões pelos olhos, mais formados do porquê? É preciso ter formação a esse sinal, que profundo és, que aos se abriram, se assim forem alcançadas. Uma graça, alcançadas, louvores sejam, possíveis de firmes e fiéis no amor que cuida e zela… Cresce o outro(a) e a si mesmo e o matrimonio e família, é a proposta de Salvação, juntos aos reinos dos céus. Não impostas a situações circunstanciais individuais, casos, problemas e surgidas e oriundas individuais, sem sinais de amor e união e diálogos juntos, sem acaloradas chamas de desejos de dissoluções de comportamentos psicológicos para harmonias e equitativos de família, ensejos sociais civis, fecundos de acolhidas e escolhas ao matrimonio outrora, mais serem avivados divinamente. Respeito um ao outro (a), reavivamos o amor. Pós vindas a segunda União, não, mais discernimentos e convite do Senhor, voltai ao primeiro amor. Acreditem serem melhor caminho, o amor não acaba, renova-se, necessário e precisas . Às lagrimas, devidos ao pecado, escuridão, não podem assumir o lugar de Amor, compromisso em Deus ao recíproca mutuais. “ As vezes, os noivos não percebem o peso teológico e espiritual do consentimento, que ilumina o significado de todos os gestos sucessivos… E não podem ser seduzidas ao presente…Uma totalidade, até que a morte vos separe, (Idem, 212)”.

Confirmados, bases construídas a segunda união, a outro(a), exigem formação portanto Cristãs, não são passos de coisas aparentes e medidas por vezes somente consideradas caracteristicamente: Em comportamentos compatíveis estratégicos de união de contratos propícios e considerados ao: a) Contornos e caminhos diretos profissionais; b) Resoluções de problemas; c) Títulos; d) Contas e patrimônios de interesses; e) Família e imposições de interesses; f) Negócios e amizades apreciáveis; E, etc., De forma crítica, e olhos de fé, apenas para ficarem ligados, para proverem sinais aos discernimentos, aos que não sabem o que sejam “D, ao um lado e do outro” pois são essenciais tais sinais. Podem serem eixos de aproximações, tidas por destinos em conceitos sociais civis, mais os desenhos contínuos, podem serem discernidos porque, e não provocados e impostos…Perseguidos. Podem, ser consequências de paridades e anelos naturais das relações e comunicações, comportamentos profissionais, de uma espiritualidade e vivências. Creiam, a separação, não é o caminho…, escutar Jesus, dialogar e forma-se com outros, também ajudados e em Deus. O momento, é acolher o outro(a), e o processo de relação, para não saírem da salvação, provocado, por não guarda- se (Ambos), das armadilhas do mundo: Ciúmes, Cobiças; Adultérios; Seduções; Tentações; E inclinações das aparências …E outras. Muitos volta-se e percebem, os enganos do mundo, choram suas perdas, e decisões calouradas, e pressas, tudo passam, só Deus não passará. “ …Dois batizados consuma o matrimonio…, as palavras e gestos e fé, (Idem 213)”

Dissoluções de matrimônio e casais, que não se abrem a cura, libertação, compressões, perdão e amor do amor, somente entornam a 2ª união, num piscar de olhos, e paixões, tristes para irmãos(as), primeiro chamado divino. Forma-se…Uni-vos nas mutualidades com Jesus, que 2ª união, 3ª , 4ª e últimas uniões até que a morte, os separe-se , assim abertos, espontaneamente e livres para abraçar ao matrimônio de vidas. O convite – Bem vindos todos”, na construção de uma nova família, e duas vidas. Jesus, na cruz, expiou – Nos e ressuscitou e ergue – nos, na comunhão de ressureição, a Divina salvação, sempre presente, nunca ilusória, e infecunda. De forma a partilhar, em contextos a formação de adultos e jovens filhos(a) testemunhos. Vemos que tantos, sim, infelizmente, de jovens. Presenciamos tantos sim, que concretizaram -se e alinhados, pelo amor de Deus, pela escolha e acolhidos, a uma só carne! Que sonhos ilusórios e oportunos acenderam enganos, de seduções com inúmeras tentações. Em bases imagináveis de desejos provocantes, e insinuações, que impressionam e vislumbram, que ferem o vinho que é o sangue de Jesus, e o corpo do Senhor, mitigam as feridas abertas da dor (Pão). E sonhos que acendem um desejo, fazer o outro(a), acolhidos no amor, e encontrar, o verdadeiro e infinito amais -Vos. És que já és…a caridade . “ Os esposos que se amam e se pertencem… franquezas e erros…,(Idem, 213)”.

Para as vendas de olhos de esposos e esposas, pois turvos, e muitas vezes, pelo pecado das ilusões, ou sonhos das paixões, ferem o Corpo místico de Cristãos, e filhos(as), identidade de Deus, e humanidade de Cristã. Retornar ao primeiro amor! “Es a 2ª união: Deixei – Vos, que a graça, reavivem, a chama, e ao fogo da vida, de evangelho, nossa Páscoa – Ressuscitados. Portanto, Deus e casais, a segunda União, é retorno, aos ensejos, danificados, pelas ofensas, negações de compressões, faltas de diálogos, contornos recíprocos dos laços fecundos do sexo de ambos inteiros e cheios sublimes, enlaçados de escolhas. Caminhos, por dar-se, de proteção, compreensão, lembranças, infâncias dos inícios, adolescências de descaminhos, e afirmações aos poucos nos comportamentos das descobertas, de um e do outro (a); maturidade e segurança de família, que firmes de amor, em caminho , é Salvação. E enfim, e prepara-se para contrição da sabedoria, em Deus e no amor, conhecimentos da natureza e amadurecimentos do mistério em Deus. A família, até que faça a eternidade, Jesus, Reino eterno. ” Um amor frágil, ou enfermiço, incapaz de aceitar o matrimônio como um desafio que exige lutar, renascer, reinventar-se e recomeçar sempre de novo até a morte…(Idem, 123)”.

“Os caminhos dom matrimônio, nos formam, vivências dos desenhados aos convívios com esperanças e fé, que nunca se apagam -se, vocacionados para eternidade. Consagrados acompanhados, testemunhados , não descrentes, e aflitos, apagados na escuridão, Jesus se faz luz, a força da claridade divina, a sombra da morte não jamais, plenos de amor. Portanto, as segundas uniões, significam, permanecer um do outro(a) e família – Plano de salvação, renovados e batizados, no Espírito Santo. Aos poemas de Cânticos dos cânticos são sublimes, o Papa Francisco, forma as famílias Cristãs, sinodal, e documenta, por sinais a orientar, a exortação, de hino á caridade em São Paulo, por uma bússola:

“ O amor, é paciente,
É benfazejo,
não é invejoso,
não é presunçoso
Nem se incha de orgulho,
nada faz nada de vergonhoso,
Não é interesseiro,
Não se encoleriza,
Nem leva em conta o mal sofrido;
Não se alegra com a injustiça,
Não fica alegre com a verdade.
Ele desculpa tudo,
Crê tudo, suporta tudo, (I CO 13, 4-7) .

“A graça do Senhor, e nossa Senhora das graças, no manto Sagrado, de bênçãos…Ave cheia …”

Referência

1. Papa Francisco, (2018). Exortação Apostólica Pós sinodal – Amoris laetitia: Sobre o amor na Família, 202, Paulinas, MGO, São Paulo.

[ Colóquio: Escolhas e acolhidas ao amor! Es que o Espírito do Senhor, Jesus reaviva e batiza – Pai, Filho e Espírito . “Batizai ao Santo nome do Senhor!”. Jusenildes dos Santos. University Europeia Atlantic – Iberoamericana. TI. Teologia e política – FCP, 2019.]

Publicado por

jusenildes

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