“Analogia amar e odiar: Dar, ou é receber Flores”!

Podemos fazer a reflexão segundo Mt – 5, 43-48, o quanto, imaginável o quanto somos força enquanto sal e luz em nosso dia a dia e vida cotidiana. Neste percurso de vida comunitária Jesus, ensina nos por menores de extrema sabedoria e cuidados, na excelência do sermão da montanha, sobre a prática de preceitos, sem formalidade, mais exercício de sermos abertos, daquilo que temos de mais preciosos em nossos corações. Dar flores e ou receber, é mais singelo e edificante para mulheres e homens também, mais nem sempre será assim.

A sabedoria de Jesus, nos dar referenciais de sentimentos e comportamentos, em cristãos sem contornos ainda de conversão em alguns aspectos, é não cristão que rejeitam as práticas de atitudes simples e verdadeiras de nosso ser. Portanto a retribuição de maldade, ódio, armadilhas, correntezas, negação, refeição, tentações, seduções e inclinações em sujeitos de incompreensões no cotidiano, encontraremos. Saber discernir e administrar no exercício de práticas divinas, nos faz crescer e reproduzir laços de amor: Oração, correções, ajuda, auxílios e outros com caridade. Muitas vezes, darmos e reproduzimos, daquilo que a boca e o coração estão cheios. É darmos aquilo que temos. Se amor, paciência, acolhida, compreensão, ou as contradições de desarmonia em contendas em nós: Maltratados, ofensas, rejeição, desamor e outros. Assim quanto, sois correntes de sofrimento, estes irmãos, pois as vezes são apelos implícitos de desejos de serem amados, queridos e lembrados. Acorrentados, nem podem falar, pois os ensinos de maldades se reprodução automática de desamor. Vigilantes…Podemos sermos confundidos de bonzinhos, e somente Deus é bom. Tem os o dever perante consciência de apresentar eixos de condutas compreensão e paz, Cristos nos ensina. Considerações próximas a recusas de lealdade e justiça. Perdi sábios ouvidos e atentos. Orar, pelos momentos difíceis por todos A cólera de resistência ao poder mais fácil ao insujeitos de desamor, pela não afeição de laços em afetividade e sim contornos ao verbo da carne pela prática impostas de sexualização, peculiar. Uma prática que as filosofias agnósticas e pelágicas de desarmonia de família é comunidade, trabalho em equipe, amizade, laços familiares, contornam que se desfaça, e ou acabem. As projeções contrárias ao amor, que constrói e edifica mulheres e homens.

 O reino de Deus, a vida cotidiana secular, é para todos. É assim dentro de percurso analógico: “O sol, a chuva, faz se para todos. A prática de perdão, é luz, é ensino a exemplo de Cristos, no exercício de perdoar e amar, somando aos cuidados de correção.  Aos irmãos de mesma prática, és similar retornos de harmonia, mais ais que não os são, se submeter se a superioridade divina de exercícios de fé em atitudes, de nossas ações, é difícil convívio de vós faz e busca. Ser luz, é sal no copioso de nosso ser, mesmo aprendendo, mais acima de tudo cientes, de somos todos construtores de civilização de amor. A prática EE, essencial de estilo de vida para todos simplesmente. Sato padre Papa, diz nos contornos de santidade, para os que crê e para os que não crê – Vida de Salvação daquele que somos filhos.

Exercício de caridade, traduzido de plenitude de paz e harmonia da compreensão, as flores, sujeitos objetos e afetuosos de amor. Em caminhos de perspectivas de reconstrução de vida no amor, a Igreja, em discernimentos nos apresentou, a campanha da fraternidade 2019, para a reflexão no litúrgico calendário quaresma. Neste preceito e fundamento cristal, simples de contornos de possíveis mudanças de estilo ou correções de vida práticas, desse ser sal, é luz, sermos escuridão não nos ajudamos, é nem ajudamos ao outro. Converter caminhos, desarmoniosos em nossa vida, ao propósito: Tema – “Políticas públicas: Libertados pelo direito. “Uma prática de excelência ao tempo para serviço ao público de exercícios de disponibilidade por direito a todos, os acessos e práticas direitos em suas excelências. Todo tem direitos e acessos, as leis assinalam, prever e introduzem seus dispositivos reais, cabem nos buscá-los, quando negados secularmente e súbitos leigos. Representa-nos de profissionais, sujeitos superiores judiciais, e cabem despachos, aplicação de leis de partes, e práticas de acessos. Um exercício de construção social de comunidades, ser público todos somos e podemos acender luzes conciliatórias de entornos de amor, é não de contendas. Somos seres social político organizado, ao longo da evolução enquanto civilizados socialmente.

De graça vós dar, de em graças recebeis.

O sol brilhou…

– Pingos da chuva refrescou   ao clima – Ar.

És o quão somos todos, servidos da criação natural divina.”

[Reflexão:” Analogia amar e ou odiar: dar e ou receber flores”. Jusenildes Dos Santos. University Europeia Atlantic – Ibero . Teologia e política – FCP Docência – CGTC – ufsc. 16.03.2019].